Sarah e o sonho de ser GP (com o marido)

Por: patricia-359 • 06/07/2026 • 485665 leituras
Capa do conto
No dia seguinte e como ficara combinado na véspera fui outra vez buscar a Sarah e fomos para o bar do hotel. Nessa noite o bar do hotel estava bem composto. Numa das mesas estava o Leonard. Em vez de irmos ter com ele à mesa fomos ter com o barman e ele levou-nos à mesa. Primeira surpresa: em cima da mesa estava uma chave de quarto do hotel. O Leonard estava instalado no hotel. Ofereceu-nos uma bebida e fez conversa de cliente. Várias perguntas, grandes elogios à nossa beleza e outros piropos. Discretamente foi mexendo numa e noutra, metendo as mãos e apalpando pernas, mamas, etc. Quis saber o nosso preço, dissemos e aceitou. Perguntou se no preço estava incluído um show lésbico, dissemos que sim e perguntou se já tínhamos feito alguma vez. Assinou a conta e fomos para o elevador. Logo aí me beijou na boca e logo de seguida beijou a Sarah. Entrámos no quarto e percebi que o Leonard ia fazer o papel do cliente durão e exigente. Esse ia ser o jogo dele. Pagou-nos e disse: Espero não me arrepender de pagar antecipadamente. Para começar vão-se despir uma à outra ao som da música que está a tocar enquanto eu assisto fumando o meu charuto e vão cumprindo as ordens que lhes dou. Eu sou o cliente e vocês duas putas vadias e ordinárias. Não quero segredinhos. Não podem falar uma com a outra. Depois de nos termos despido mandou-nos deitar na cama e fazermos o que quiséssemos uma com a outra mas não podíamos esquecer que não estávamos ali para sentir prazer mas sim para o satisfazermos. Mandou que nos puséssemos nas mais variadas posições e impávido e sereno ia assistindo a tudo enquanto nos ia chamando putas, cadelas, vadias e gatas com cio. Vestido nunca nos tocou nem nos deixou aproximar dele.
Lembrou-se do meu strapton e disse para o usarmos na cona e no cú de cada uma de nós. A situação estava a ficar excitante mas estávamos proibidas de demonstrar prazer. Ali só ele podia gozar e falar. Reinava o silêncio e só se ouvia a música óptima que ia tocando baixinho. Enquanto brincávamos uma com a outra, ligou para o serviço de quartos e pediu para lhe trazerem uma bebida. Pediu a bebida só para ele e nem perguntou se e o que nós queríamos beber. Quando bateram à porta disse-nos para continuarmos e foi ele abrir. O garçom (não era o meu conhecido) entrou com a bebida e o Leonard que tinha estado a falar baixinho com ele chamou a Sarah e dizendo para ela lhe abrir a braguilha e começar a chupar o seu caralho e a mim ordenou-me que abrisse a braguilha do garçon e que o chupasse até ele ficar duro. Ordenou então que o garçom fodesse a Sarah enquanto o Leonard se vinha na boca dela. Ela começou a gemer, o Leonard com voz ríspida mandou-a calar e disse que ela não estava ali para sentir prazer mas sim para servir. À frente do garçom chamou-nos de putas vadias, cadelas e gatas com cio. Quando este acabou de foder a Sarah o Leonard mandou-me lamber o caralho do garçom para o limpar e ele não sujar as calças da farda. De seguida dispensou o garçom e ordenou-me que lambesse a cona da Sarah e chupasse tudo o que o garçom lá deixara.
Deitadas de novo na cama, o Leonard sempre vestido aproximou-se de nós e foi-nos fazendo festinhas mas sobretudo muitos apalpões e alguns com bastante força. Beijava-nos alternadamente na boca e ia metendo dedos ora numa ora noutra, ora no buraco da frente ora no buraquinho do cú.
Ordenou que continuássemos a brincar as duas e que voltássemos a brincar com o strapton. Acabou a bebida dele, pegou outra vez no telefone e pediu outra bebida. O garçom veio rápido e entrou com um grande sorriso. Desta vez quando ele tocou à porta estávamos as duas a brincar com o strapton. O Leonard voltou a abrir a porta no preciso momento em que eu estava a ser enrabada pela Sarah. Tudo se passou igual ao que se tinha passado antes mas com duas diferenças. Foi a mim que o Leonard chamou para o chupar e mandou a Sarah chupar o garçom até ele ficar bem rijo. Enquanto eu chupava o Leonard, o garçom tendo-me visto ser enrabada pelo strapton e vendo que eu o meu buraquinho estava bem aberto, em vez de me foder enrabou-me também. Não me manifestei mas gozei muito enquanto engoli tudo quanto emanou do Leonard.
Depois do garçom sair o Leonard despiu-se e juntou-se a nós. Repetiu que ali só ele falava e que nós não passávamos de umas vadias prostitutas de rua. Confesso que isso me excitava imenso. Mandou a Sarah foder-me com o strapton enquanto ele me enrabava e veio-se depois de bombar durante bastante tempo.
Descansámos um bocado para o Leonard se recompor. Afinal ele já tinha gozado três vezes. Fiquei convencida que ele deve ter tomado um qualquer comprimido pois que rapidamente ficou recomposto. Foi a minha vez de foder a Sarah enquanto o marido a enrabava.
Já era tarde, eu tinha que dar aulas no dia seguinte e por isso resolvi ir para casa deixando ali aquele casal na loucura máxima da sua paixão.
Para mim, a grande surpresa foi a forma imaginativa como o Leonard entrou no jogo.
Ele é de facto especial.


Sua imaginação também tem espaço aqui.

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