Certo dia, cheguei mais cedo da escola, e reparei que a carrinha dele estava estacionada à porta de casa. Entrei, silenciosamente, em casa, e vi que ele estava a masturbar-se na sala enquanto vi-a um filme pornográfico, onde uma mulher estava a fazer anal com um homem negro. Fiquei à espreita, e estava muito entesado ao ver aquele homem machão com aquele pau enorme todo melado e a gemer... para não falar no saco enorme que tinha, bem cheio de leite, pareciam os tomates de um touro... agora percebo porque havia tanto leite no chão do quarto deles. Com certeza que a minha mãe recebia boas injetadas.
Pouco tempo depois, ele viu que eu o estava a observar, e disse, - Chegaste cedo hoje. Enquanto arrumava aquele pau grosso e melado nas calças. Ele reparou que eu estava de pau feito, bem duro, eu arrisquei e disse
- Não arrumes esse pau, ele precisa de ser tratado primeiro...
Sem resposta, ele baixou as calças novamente ficando com aquele mastro bem esticado. Eu me aproximei e coloquei-me de joelhos em frente dele, conseguia sentir o cheiro forte do pau dele melado, o que só me dava mais tesão. Comecei com chupar aquela cabeça melada, a mesma cabeça onde a minha mãe mamava e que a arrombava todas as noites. O pau dele tinha um sabor bem forte a mijo e a suor, mas juntamente com aquela melada sabia muito bem, era mesmo o pau de um macho a sério, de um homem como os de antigamente.
Comecei a enterrar o pau dele mais fundo na minha garganta, até que ele pôs as mãos sobre a minha cabeça e começar a guiar os meus movimentos, cada vez com mais força e mais fundo. Começava a sentir o ardor na garganta de tão fundo que ele ia e eu estava todo babado. Pouco tempo depois ele segurou-me com força, pressionando o seu pau contra a minha garganta e começou a rugir como um animal selvagem, libertando o seu leite diretamente na minha garganta dando 5 leitadas bem fortes, urrando em cada uma, e sofocando-me com aquele líquido todo... ele exclama em voz grossa:
- Engole tudo!
Tentei engolir o máximo que pude, mas quando ele me libertou, escorreu um rio de leite da minha boca sujando a minha t-shirt. Ele a respirar de forma intensa, sem dizer nada, puxou as calças para cima e foi-se embora na sua carrinha.
Fiquei ali sobre o chão completamente cheio de leite do meu padrasto, pensar no que acabado de acontecer... nao resisti e o lambi o leite que estava caido sobre o chão e masturbei-me a pensar no que tinhamos acabado de fazer juntos e na quantidade de portas que poderia vir a abrir entre nós.