Fiquei apreensivo durante a semana, pois meu maior medo era que meu tio de alguma forma contasse pra minha mãe, mas o não eu já tinha, teria que ir em busca do sim.
Quando amanheceu do sábado, fui pro cursinho de manhã e confesso que nem prestava atenção direito na aula tamanha era minha tensão, frio na barriga e um pouco de nervosismo. Quando sai da aula fui correndo pra casa e como eu já sabia, só estava meu tio em casa terminando de fazer o almoço. Tirei a roupa e fiquei a vontade só de cueca e fiquei andando de um lado e pro outro.
- Que foi Guilherme? Ta tudo bem? – ele me perguntou.
- Ta sim tio, ta tudo bem.
- O almoço fica pronto daqui a pouco.
- Ta bom.
Então eu tomei coragem...
- Tio posso pedir uma coisa pro senhor?
- Pode!
- Hum... não não deixa pra lá.
- Fala menino.
- Mas o senhor promete que não conta pra mamãe?
- Prometo.
- Não não, deixa pra lá.
Virei e sai. Que porra... eu não tava com coragem, não era possível. Eu estava com um frio enorme na barriga.
Fui pro meu quarto e fiquei lá um tempo até quando ele me chamou pro almoço, comemos calados, sem muito papo na verdade, depois fomos pra sala assistir televisão, ele estava deitado no sofá que é pequeno de dois lugares e eu no grande ainda só de cueca, quando passou um tempo e ele disse:
- E ai tu comprou o filme?
- Que filme? – eu me fiz de desentendido.
- De Sexo.
- Ah ta comprei
- Bota ai pra a gente vê.
Fui no quarto, peguei o filme e coloquei no DVD, me sentei novamente, mas antes do filme rodar eu já tava com o pau duro feito pedra. O filme começou com uma morena e três caras, sempre tem aquelas historinhas e talz e começou a foda, ela ajoelhada e chupando os três caras, por cima da bermuda mesmo eu já percebia que ele alisava o pau e eu cada vez mais nervoso. Quando eles já estavam fudendo ela, meu tio disse:
- Eguas não aguento mais não, vou bater uma punheta.
- Ta bom.
Ele então colocou o pau pra fora e começou a se masturbar lentamente, como se quisesse curtir, como ele viu que eu não tava batendo ele disse:
- não vai bater?
- Vou, jaja.
- O que tu ia me pedir?
Eu gelei, respirei fundo e disse:
- Tio, deixa eu chupar seu pau?
Ele só se levantou e disse:
- Opa, na hora.
Eu nem tava creditando.
- Mas perai.
Ele guardou o pau, saiu e foi trancar o portão, voltou fechou a porta e ficou em pé do meu lado. Nem acreditei, só abaixei a bermuda dele, o pau já pulou na minha cara, segurei firme e coloquei na boca, eu chupava, mas ele não olhava pra mim, só olhava pro filme, eu tava sentado mamando o pau dele, e ele em pé olhando pro filme, quando eu parava, ele começava a se masturbar ainda em pé e eu também.
- quer mais? – ele dizia.
- uhum.
Ele voltava, e eu continuava a mamar o pau dele, teve uma hora que ele segurou na minha cabeça e ficou fazendo vai e vem, o apu dele não era tão grande, mas era um pouco grosso e isso continuava dificultando um pouco de eu chupar, mas eu me lambuzava naquele au, chupava as bolas e punhetava ela, até que ele parou e disse:
- Vou já gozar e tua mãe não demora a chegar.
- Verdade.
Ele saiu e foi pro banheiro, eu ainda não tinha gozado, mas tinha valido demais aquela experiência, até que ele disse:
- Ei vem cá.
Fui até ele no banheiro e ele disse:
- Tu quer que eu goze na tua boca?
Aquilo foi musica pros meus ouvidos.
- quero.
Sentei no vazo, dei mais uma mamada e só senti a gala dele invadindo minha boca, e olha que ele não gozou pouco, engoli a porra dele, lambi a cabeça pra deixar bem limpinho, ele saiu do banheiro e voltou pra sala, eu fiquei lá me masturbando até quando gozei.
Mas eu queria mais, o próximo passo era dar gostoso pra ele.
CONTINUA
Olá pessoal tudo bom?
Irei dividir esse conto pra não ficar muito grande, se gostou, deixe seu voto, comente e caso queira me escrever só mandar um e-mail.
No próximo conto tem a parte final, quando consegui transar com ele