Paulo me catracou no box e em momento algum esboçou me beijar, quando perguntei ele me disse que não beijava puta, se sentou em um banco que tinha no box e me puxou pra chupar seu pau, pegou o tubo de KY e espalhou na minha bunda, enfiando 1, depois 2, depois 3 dedos no meu rabo, depois 2 de cada mão e fazia movimento para abrir o rabo, me tirando do sério. Partimos pra cada e estouramos 3 camisinhas pra poder encapar o bicho, tínhamos que alargar ao máximo para passar pela cabeçorra, mas conseguimos. Tentamos de ladinho, mas seu pau ficava meia bomba, saia, caia de boca, chupando até endurecer e tentei sentar, mas ela voltou a ficar meia bomba, ele então pegou 2 travesseiros, me colocou de 4 deitado sobre os travesseiros, joelho na cama e a bunda empinada ao máximo pra cima e a cara enfiada no outro travesseiro, e veio de cima pra baixo. Perguntou como eu queria e lhe disse só que encostasse a cabeça e fizesse uma leve pressão e deixasse a lubrificação mutua e o tesão fazer meu cu ir relaxando e recebendo ele bem devagar e sem pressa. Era essa a minha técnica que desenvolvi após a primeira experiência frustrada. Não sei até hoje como ele fez aquilo, massa aquela cabeçona passou e não me provocou mais que uma dorzinha aguda e muito gostosa, que sentiria novamente quando ele, empurrando bem devagar, me fez sentir cada centímetro daquela rola me invadindo e quando chegou ao final, seus pentelhos roçando minha bunda, ele me pegou pela cintura me puxando contra ele, como se houvesse mais alguma coisa pra entrar e urrando deu uma pulsada naquela rola que me fez ver estrelas, aquela dor aguda de novo, mais forte, mas também mais gostosa. De novo perdi a cabeça e a compostura e virei uma puta, pedia rola de tudo que era jeito, pedia pra me comer gostoso e ele fez jus ao que prometeu, me comeu feito gente grande, com movimentos alternados, ora enfiava até o talo, ora mais raso, ora puxava o pau até a cabeça e empurrava de uma vez até o fundo, ora empurrava devagar também até o fundo, isso me tirava do sério, virei uma completa vadia entregue aquele macho, que teve toda paciência do mundo pra me penetrar e que agora ao invés de um incessante bate estava, estava dando uma aula de com se come um cu.
Seu suor pingava nas minhas costas (eu era mais alto que ele) e ele metia cada vez mais gostoso, não fizemos outra posição, não deu tempo e estava tão gostoso que nenhum dos dois queria mudar de posição, então, depois de mais de 20 minutos sendo enrabado em todas as velocidade com todas as cadências possíveis, Paulo começou um vai e vem num ritmo médio, então não tão fundo e saindo não tão inteiro, mas pegou de uma forma que me estimulou o ponto G e ai entrei no desespero do gozo, ele disse que também ia gozar e começou a acelera, mas pedi que mantivesse aquela cadência “Assim...asssiiiiimmmmm.... desse jeito, não para, desse jeito, não para, continua assim, PQP, vou gozar pelo cu caralho !, me fode, me fode, me fode macho filho da puta, não acredito, vou gozar pelo................cuuuuuuuuuuuuuu!”
No instante em que disse que ia “gozar pelo” ele soltou um “Vou gozar também” e empurrou a rola até o talo de novo no mesmo instante em que meu cu mordia desesperadamente aquela rola grossa que pulsava inteira dentro de mim, espasmos repetidos daquela dorzinha aguda a cada pulsada e a cada mordida e então a camisinha começou a encher e ficar quente dentro de mim e ao mesmo tempo sentia jatos e mais jatos de porra saírem do meu pau sobre o lençol, que ficou imprestável. Nunca havia gozado com tamanha intensidade e quantidade como aquele dia, ele ainda ficou dentro de mim pulsando uns 2 minutos até começar a sair de dentro de mim, na ponta da camisinha saiu um pouco de fezes e sangue, mas nada demais e assim que saiu aquela cabeçona eu cai desfalecido na cama, o coração disparou, a pressão sumiu, a vista escureceu e eu achei que ia morrer ali, ironicamente, num quarto de motel, não com uma mulher mas com outro homem. Voltei a mim com ele me chacoalhando, morrendo de medo coitado, voltei a mim mas ainda não tinha forças, aquela gozada tinha sido extremamente intensa, a poça de porra que eu deixei no lençol estava enorme. Ele foi tomar banho e eu fiquei deitado me restabelecendo, depois em juntei a ele no banheiro.
Só na hora de irmos embora que percebemos que a suíte em que estávamos possuía uma área externa sem teto, com uma hidro. Ficamos de voltar lá outro dia pra ele me pegar de 4 naquela hidro, só com a lua como testemunha e se possível com chuva. Mas depois perdemos o contato. Nunca mais o vi nem voltamos a nos falar e encontrar.
Espero que gostem e votem no meu conto. Esse também é 100% verídico, os próximo a partir de agora explorarão minhas fantasias sexuais. E desde então estou a procura da terceira experiência, depois não rolou mais nada, acabei casando e aí acalmou essas fantasias, mas de tempos em tempos ela volta com força total e gostaria de ter uma terceira experiência, se tiver algum candidato, desde que ativo 100% e dotado, sós ou em duplas (uma de minhas fantasias) é só me contactar por aqui e a gente bate um papo e vê o que rola ok ?.
Até mais.