Sem lingerie mas com muito amor

Por: marcos-161 • 10/07/2026 • 37641 leituras
Capa do conto
Não sei se era por ouvir minha mãe ou pensativa demais, mas a minha profissão, tinha um vício exótico. Não gostava de trampar de calcinha. Talvez seja também por ser algo para não correr o risco de deixar de brinde aos clientes.

De ventura três delas, foi assim que as perdi. Até que uma amiga me alertou o feitiço da roupa íntima. Arrepiei. Preocupei tanto que quase perdi o emprego. Faltei uma semana, foi aí que o gavetão me procurou.

Deu até dois dias para pensar no caso.

Botei o cérebro a funcional. Desse dia em diante nunca mais trabalhei de calcinha.

A não ser que o cliente avise antes e compre uma para mim.

Nos dias de chico nem trabalho. Fico em casa ou só prático sexo anal e oral.

Num um certo dia que pensei estava grávida. Enlouqueci. Que nada! Corri fazer laqueadura. Assim trabalho sem me preocupar de um inocente pagar pela a profissão que escolhi.

Muitos não aceitam profissão, mas eu sim.

Se você passa o dinheiro na maquininha do banco, o dinheiro não é seu e digno?

Assim sou eu. A maquininha nasceu comigo. Se passar algum cartão extra, dinheiro sai e bem dignamente. Não roubo e não mato ninguém.

Não sei se era por ouvir minha mãe ou pensativa demais, mas a minha profissão, tinha um vício exótico. Não gostava de trampar de calcinha. Talvez seja também por ser algo para não correr o risco de deixar de brinde aos clientes.

De venturam três delas, foi assim que perdi. Até que uma amiga me alertou o feitiço da roupa íntima. Arrepiei. Preocupei tanto que quase perdi o emprego. Faltei uma semana, foi aí que o gavetão me procurou.

Deu até dois dias para pensar no caso.

Botei o cérebro a funcional. Desse dia em diante nunca mais trabalhei de calcinha.

A não ser que o cliente avise antes e compre uma para mim.

Nos dias de chico nem trabalho. Fico em casa ou só prático sexo anal e oral.

Num um certo dia que pensei estava grávida. Enlouqueci. Que nada! Corri fazer laqueadura. Assim trabalho sem me preocupar de um inocente pagar pela a profissão que escolhi.

Muitos não aceitam profissão, mas eu sim.

Se você passa o dinheiro na maquininha do banco, o dinheiro não é seu e digno?

Assim sou eu. A maquininha nasceu comigo. Se passar algum cartão extra, dinheiro sai e bem dignamente. Não roubo e não mato ninguém.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

Escreva o seu conto

🕐 Últimos contos adicionados