Sem preconceito e sem ver... VI - Gosto de apanhar

Por: cristiano-souza-140 08/07/2026 1237 leituras
Capa do conto
Gosto de apanhar. Gosto muito de apanhar. Gosto muito mesmo, assim do tipo, gosto pra caralho. Não. Não gosto de ser espancada, não é isso. Gosto de levar palmada na bunda, mas não daquelas de levinho, do tipo "um tapinha não doi". Tem que doer, arder bastante, e deixar marca, caso contrário não fico satisfeita. Mais que isso, gosto de apanhar de um jeito bem especifico. Primeiro, tem que ser do Paulinho, meu marido, pois dos outros machos eu gosto de sentir dor, mas não de palmada. Deles, gosto, por exemplo, da dor de pica entrando no meu rabo. Já palmada, tem que ser do Paulinho, pois é um lance assim, como se ele fosse meu pai e eu fosse uma filha tola, adolescente dessas irritantes, querendo ser corrigida. O Paulinho é um pai pra mim, o pai que eu nâo tive... Esquece... Essa já é outra história, que nâo tem nada a ver aqui. Vamos voltar às palmadas. Gosto de apanhar, porque me sinto mais segura, protegida. É uma sensaçâo incrível, me me deixa plena de tesão. Mas não basta apanhar na bunda. Tudo tem que ter um ritual, que sigo nos detalhes, um a cada mês, em média. Depois passo uns dias sem precisar (risos). Importante dizer que, do mesmo jeito que eu gosto de apanhar, meu marido gosta de me bater. Não sei se isso pode ser considerado algo sadomasô, mas enfim, não importa, pois não tenho nada contra quem seja isso ou aquilo, desde que seja algo consentido, entre adultos, e não prejudique ninguém, o importante é ser feliz. Ao mesmo tempo, fico um pouquinho envergonhada de contar sobre isso, pois na hora é tesão puro, mas o ritual, pra quem está de fora, pode parecer meio ridículo, como da vez que eu transei usando uma chupeta na boca... Ai, que delícia, mas essa é outra história. Bem, vamos voltar ao ritual das palmadas. Vou narrar uma das vezes que apanhei.

Era uma terça-feira. Havia passado três dias que eu fiz o Paulinho de corninho, e dei pro melhor amigo dele, na nossa cama. Já escrevi sobre isso em um conto anterior. Nessa terça, percebi, desde que acordei, que eu estava muito afim de apanhar. Passei o dia com vontade, e por isso, telefonei várias vezes pro Paulinho, algumas em hora imprópria, pois sabia que ele estava trabalhando. Telefonei só pra irritá-lo, por pura aporrinhação.

Quando ele chegou em casa, à noite, tripudiei dele. Disse-lhe um monte de mentiras. Falei que eu era uma mulher infeliz, que não gostava de ficar ociosa em casa, que não gostei dele ter deixado o julio, amigo dele, me comer. Que ele devia se mancar, de ser um corno manso e sem vergonha. Que gostei mais do pau do Julio que do dele.. Enfim, falei uma montanha de besteiras, até ele reagir.

Nessa hora, eu estava sentada no sofá, e o Paulinho andava de um lado pro outro da sala. De repente, percebi que a paciência dele tinha chegado ao fim. Tremi de desejo. Ele então se aproximou e me puxou rispidamente pelo braço, me pôs de pé na frente dele, me enlaçou pela cintura, com força, usando o braço esquerdo, e começou a acariciar minha bundinha com a mão esquerda, enquanto me dizia, olhando sério nos meus olhos:

- Sei o que tu estas querendo!

- Vai me bater? - respondi - Então começa, covarde.

Disse isso e folguei minha saia, deixando-a cair nos meus pés, e abaixei a calcinha, ficando então com minha bundinha sem proteção. Durante uns dez segundos, curti o vento que entrava pela varanda e me lambia docemente o trazeiro, a contrastar com a dor que, eu bem sabia e queria, estava prestes a acontecer. Sempre presa com força pela cintura, senti então um movimento brusco, e uma dor deliciosamente forte em uma das minhas nádegas. Respirei fundo, senti o ardor me penetrando a pele, e me causando um formigamento na buceta. Continuei o encarando, séria, pois queria mais. Senti nos olhos dele o prazer de me bater quando desceu a mão, sem dó, no outro lado da minha bunda, que agora latejava por inteiro. Ai, que delícia! Esse é um prazer indescritível, que não sei explicar. Ainda queria mais, e então provoquei novamente, sempre olhando séria, nos olhos, agora me fazendo de vítima indefeza:

- Bate mais, covarde! Bate na tua mulher!

Ele bateu, e doeu mais que das outras vezes, pois minha bundinha já estava machucada. Senti um arrepio de dor subir pela minha coluna, a buceta em espasmos, a se molhar de desejo, preparando-se pra receber pica. Mijei ali, em pé, sujando minha calcinha, minha saia, a roupa dele, os sapatos... Duas lágrimas me escorreram dos olhos, bem na ora que eu, já molinha de desejo, ainda o olhando nos olhos, disse, com voz sumida, quase um sussurro.

- Te amo muito!

Ele então finalmente afroxou minha cintura, se abaixou, tirou meus sapatos, minha saia e minha calcinha. Em seguida, me pegou no colo e me levou pra cama. No quarto, enquanto ele se despia, eu abri as pernas em regaço, e então ele subiu em mim e deslizou suavemente a pica pelas minhas entranhas até encostar no meu útero. A partir daí, passou a fazer pressão, empurrando o talo da pica contra o meu grelinho, sem fazer vai e vem. Apenas empurrava e depois folgava a pressão, continuamente. Fiquei curtindo o ardor na bunda, o formigar na buceta, a pressão dos pentelhos dele no meu grelo. Entrei em transe, num prazer alucinante. Não sei se isso é uma forma se sexo tântrico. O que sei é que é demasiadamente gostoso, quase com a intensidade de num orgásmo, só que muito demorado, a me devorar as forças. Um prazer tão avassalador, que eu sentia não ser merecedora. Foi então que eu soltei um gemido meio esquisito, quase um grunhido, que acabou contaminando o tesão do Paulinho e gosamos intensamente, aliviando-nos daquela alucinação. Apertei então o meu macho, enlaçando-o nos meus braços, impedindo-o de sair de dentro de mim. Como se eu fosse uma donzela a trancar a porta do castelo para o guerreiro que já o havia invadido. Fiquei um bom tempo brincando com a espada dele, dando-lhe pequenos apertos de buceta, que ele respondia, latejando a pica. Aiiiiiii, que gostosura!!! Dormi, e só acordei quando amanheceu o dia, o Paulinho a me alisar os cabelos.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

Escreva o seu conto

🔥 Os mais lidos da comunidade