Na verdade, nem sei mesmo o que me levou a viver tudo o que vou narrar. Antes de me entregar a esses, digamos, pecados, eu era uma mulher recatada, e pra dizer a verdade, nem gostava muito de sexo. Perdi a virgindade somente aos vinte e dois anos, quando ainda estava na facul de letras. Minha primeira vez foi horrível, doeu tanto que fiquei um tempo meio traumatizada, mesmo sabendo que meu cabacinho, motivo da minha dor, já tinha ido pro espaço. Depois, cheguei a transar algumas vezes, mas nunca havia conseguido um orgasmo de verdade, isso até conhecer o Paulo, um engenheiro dez anos mais velho que eu, que me levou a um motel, e cismou de chupar minha bocetinha. A principio me assustei, pois nunca pensei que deixaria ser chupada, uma vez que considerava isso algo no mínimo inapropriado, pois não entendia como alguém poderia se dispor a sentir o cheiro de bacalhau da minha gretinha.
Ocorre que o Paulo insistiu, dizendo que era viciado nisso, que adorava cheiro de buceta, e que eu iria adorar. Disse também que, se eu quisesse ficar mais à vontade, poderia passar uma água, mas sem usar sabonete, para não tirar todo o cheiro, pois isso lhe dava tesão. Obedeci, e em seguida ele me pediu para deitar na cama e relaxar. Então, abriu minhas pernas e começou devagarinho, lambendo suavemente, e quando percebeu que eu já havia me acostumado com a situação, se concentrou no meu grelinho, chupando de várias maneiras diferentes, até que as chupadas passaram a ser mais vigorosas, e eu explodi num orgasmo maravilhoso, que nunca tinha sentido até então. Não precisa dizer que eu fiquei louca por ele. Foi paixão à primeira chupada, e acabamos no altar.
Nosso casamento estava ótimo, fazíamos um monte de brincadeiras gostosas na cama, sendo que o único problema é que eu fui ficando cada vez mais ciumenta. Foi então que o Paulinho propôs um pacto. Um dia, estávamos completamente nus em nosso quarto, quando ele me levou ao box do banheiro, se abaixou um pouquinho, colocou o pau duro por debaixo da minha boceta e mandou eu fazer xixi, dizendo que era pra eu marcar território. Enlouqueci de tesão. Quando ainda estava extasiada com a urina quente que escorria pelas nossas pernas, ele começou a mijar na minha xoxota, e no meio daquele cheiro forte de urina, abaixou-se ainda mais e passou a chupar minha xaninha. Não sei o que deu em mim, pois eu deixei rolar o restinho de xixi que eu ainda tinha na boca do Paulinho, e ao contrário do que eu esperava, ele bebeu tudinho, gemendo de prazer. Depois, continuou me chupando, até eu gosar feito uma doida. Eu então abri o chuveiro, pensando em tomar banho, mas ele me virou de costas e foi enfiando a pica no meu trazeiro. Doía pra caramba, e eu pedia pra parar, mas ele continuou até gosar, e disse que fez de propósito, pra eu deixar de frescura e saber que ele era meu e eu era dele. Santo remédio, acabou as crises de ciume.
Depois disso, nossa vida passou a ser uma maravilha. Eu nem fazia ideia de que tudo ia ficar ainda melhor, quando um casal de amigos começou a frequentar nosso apartamento. Foi então que tudo pirou de vez.
Mas isso eu vou deixar pra contar no próximo capítulo, ok?