Sem preconceito e sem vergonha IV - Puta por 1 dia

Por: lucas-373 04/07/2026 33039 leituras
Capa do conto
Estava exausta. Aquela tinha sido a minha primeira vez com outra mulher, e tinha sido uma delícia. Havia rolado de tudo, de beijo na boca, chupada na buceta, dedinho no cuzinho e na xana, tudo com muito tesão, delicadeza e cumplicidade, pois tratava-se de duas amigas descobrindo novas formas de prazer, e devo dizer, mulher com mulher é uma coisa louca, indescritivel, tão gostoso que recomendo a qualquer uma que esteja indecisa: deixe rolar, porque vale muito a pena.

Aquela minha transa com a Lú foi algo tão delicioso que eu tinha me esquecido que nossos maridos estavam nos olhando. Quando já estávamos saciadas foi que percebemos os dois no quarto, cada um alisando o próprio pau por debaixo da cueca. Foi então que a Lú se levantou rapidamente, puxou o Julio pelo braço pra fora do quarto, enquanto dizia:

- Aninha, cuida do teu macho que eu vou aliviar o meu lá na sala, tadinho.

A porta se fechou, o Paulinho terminou de tirar a roupa, pulou por cima de mim e enfiou a pica na minha buceta. O pau dele tava duríssimo de tesão. Não demorou, ele encheu minha xaninha de porra, me chamando de putinha lésbica. Dava pra sentir nas minhas entranhas uma quantidade enorme de porra, dum jeito que eu nunca tinha sentido na buceta antes. Ficamos no quarto, descansamos um pouco, em seguida trepamos mais uma vez e dormimos.

Quando amanheceu o dia, abri a porta do quarto e percebi que a Lú e o Julio haviam ido embora. Fiquei apreensiva, sem saber como nossos amigos lidariam com o que tinha acontecido. Porém, ao contrário do que eu pensei, os dois levaram na boa. Desde então, passamos, de vez enquando, a combinar umas brincadeirinhas, do tipo um casal transar na frente do outro, ou repetir aquele lance meu com a Lú, que deixava nossos maridos loucos de tesão. O problema é que, se antes de ver o Julio pelado, comendo a Lú, eu já fantasiava em dar pra ele, depois que eu vi a pica que ele tinha, grande igual a do meu marido, mas torta pro lado e com uma cabeçona enorme e vermelhona... Só de pensar naquela pica me varando a buceta, e ver o meu marido virar corninho... Sabia que um dia iria rolar, era só uma questão de tempo, o suficiente pra que o Julio e o Paulinho perdessem a vergonha de emprestar as esposas pro outro. O que eu não sabia era que, antes disso acontecer, eu e a Lú viveríamos algo muito gostoso e inesquecível.

Umas três semanas depois, estavamos os quatro no meu apartamento, quando a Lú falou que tinha a fantasia de ser comida como se fosse uma putinha. Combinamos que, no dia seguinte, compraríamos umas roupas bem ousadas, e quando chegasse a noite, faríamos uma maquiagem a caráter, e que o Paulinho deixaria nós duas numa calçada onde algumas putas faziam ponto, e que, em seguida, o Julio e o Paulinho voltariam ao local para "contratar" os nossos serviços.

- E se antes de vocês voltarem aparecerem outro "cliente"? - perguntei.

- Vocês não estão com essa bola toda - respondeu o Paulinho, sorrindo.

O Julio também sorriu, concordando com o meu marido, depois disse que estavam só brincando.

Acontece que, conversa vai, conversa vem, eu e a Lú fizemos que os dois concordassem de nos deixar na calçada durante dez minutos, e que, se aparecesse alguém, poderíamos deixar rolar.

Uma vez na calçada, eu virei pra Lú e disse que eu tava levando muito a sério, de ser puta de verdade aquela noite, e ela respondeu que isso também estava lhe dando tesão.

- Eles não concordaram? Pois eu topo, amiga.

Naquele momento, uma puta se aproximou:

- Arranja outro lugar pra vocês, que esse aqui ja tem dona - ameaçou.

Ficamos com medo, e nos afastamos uns vinte metros. Logo em seguida um carinha parou um carro e nos chamou, perguntando quanto cobraríamos por três horas, valendo anal e oral. Fiquei nervosa na hora e comecei a gaguejar. Foi quando percebi que a "dona do ponto" estava se aproximando com uma coisa brilhante nas mãos, parecendo um canivete. Eu e a Lú entramos em desespero. Eu então falei, já forçando a maçaneta da porta, que estava travada.

- Cinquenta reais moço, mais abre, abre, abre..

Ele destravou, entramos rápido, ao mesmo tempo que ele arrancou o carro. Não sei o que deu em mim, que eu ainda meti a cabeça pela janela, e gritei bem alto:

- Perdeu, otária!

O carinha riu um bocado, olhou pra mim, pois fique no carona, do lado dele. Depois de me avaliar, ele disse:

- Cinquentinha, é?! Beleza!

Depois avisou que ia levar as duas pra uma despedida de solteiro, pois as "garotas" que a "galera" contratou tinham furado. Gelamos, e falamos que isso não toparíamos, por preço nenhum. Só que o cara ameaçou de nos levar de volta pra calçada, e só de pensar no canivete da que eu chamei de otária... Decidimos topar.

Chegamos a uma casa bem grande, que tinha um jardim enorme na frente. Quando entramos, um grupo de homens bebiam, ouvindo uma música bem alta, e quando nos viram fizeram o maior barulho, como se fosse uma torcida festejando um gol do time. Meu coração disparou, pensei "tinha sido melhor encarar o canivete". Olhei pra Lú, e vi que ela também estava assustada, mas percebi uma ponta de tesão nos olhos dela. Conferi dez caras na sala, mas logo apareceu mais quatro, sendo que, do quatorze, tinha três jogados num sofá, "desmaiados" de tanta bebida.

A putaria começou. Nos puseram em cima de uma mesa enorme e rústica, e disseram pra gente fazer um strip. Lá pelas tantas, dois caras também subiram na mesa. Não sei como aquela mesa suportava tanta gente. Enquanto os demais ficaram olhando, os dois puseram eu e a Lú de quatro. O que ficou com a Lú tinha uma pica grande, mas não muito grossa. Já o que me pegou, tinha uma tora grossona, de dar medo. Depois de colocarem camisinha, passaram um gel (acho que era KY), na pica, e nos pegaram por trás. Senti a cabeça daquela pica enorme encostar no meu cuzinho e tremi. Depois, ele começou a meter, senti uma dor violenta, e ele continuou a meter até o talo e parou. Acostumei com a dor, meio agradecida por ele ter tido compaixão de mim, esperando eu acostumar com aquela rola antes de começar a bombar. Só sei que a galera nem ligou pro outro cara, que também tava enrabando a Lú. Já no meu caso, ficaram gritando, "mete jumento, mete jumento...entroooooou!". Depois disso, o cara bombou a pica no meu cuzinho, eu pirei de prazer com aquela pica enorme, olhei pra Lú e ela tava fazendo uma careta de tesão. O cara bombou no meu cuzinho até gosar, e depois nos tiraram da mesa e passaram a fazer um monte de putaria conosco. Vi um monte de pica na minha boca, chupei todas. Outros caras também comeram minha bundinha, meteram na minha buceta. Fiu varada de tudo quanto é jeito, e Lú também. Depois teve cinco caras que nos puxaram pelo cabelo, encostaram meu rosto junto do da Lú e começaram a bater punheta até gosarem na nossa cara. Ficamos de gala até nos olhos, e ainda me respingou nos cabelos. Depois, deixaram a gente tomar banho e o cara que havia nos trazido pra festinha nos deixou numa praça. Foi simplesmente uma delicia, aquele meu dia de puta. A Lú achou a mesma coisa. Além disso, nossos maridos ficaram loucos de tesão quando contamos, com todos os detalhes sórdidos, o que tinha acontecido.

Espero que tenha gostado deste conto. Se gostou, deixe seu voto, pois tenho outros acontecimentos pra contar.

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