Sem preconceito e sem vergonha V - Marido esquimó

Por: ana-34 • 07/07/2026 • 487544 leituras
Capa do conto
Depois de ter sido puta por um dia, fiquei um bocadinho estropiada. Minha buceta ardeu por dois dias, fiquei com a perna esquerda dolorida, principalmente no joelho, e ainda senti por uma semana uma dorzinha chata no meu cuzinho, e uma sensação esquisita, como se eu estivesse querendo fazer cocô. Incômodos à parte, falar a verdade, gostei foi muito da experiência. Nunca antes disso tinha visto tantas picas ao mesmo tempo na minha frente. Curti cada enrabada que levei, cada furada de pica na buceta, cada pau que chupei, enfim, curti toda aquela putaria que fizeram comigo.

Como escrevi em conto anterior, já havia algum tempo que eu e meu marido tinhamos passado a fazer algumas brincadeirinhas eróticas com um casal de amigos. Ora eu e o Paulinho transávamos na frente do Julio e da Lú, ora eles transavam na nossa frente, ora eu e a Lú nos pegávamos, e só faltava acontecer algo que eu queria muito: troca de casais. Na verdade, acho que os quatro queriam isso, mas os dois maridos ficavam sem jeito de admitir que queriam ser corninhos. Porém, depois de realizar a fantasia de ser puta, tanto eu quanto a Lú fomos comidas por vários machos, e então não fazia mais sentido ter pudores, pois de certa forma eles já eram corninhos. Faltava apenas emprestar as esposas pro amigo, e assistir.

Duas semanas após o lance de ser puta, estávamos mais uma vez no meu apartamento, os quatro de pileque e já sem roupa, falando sobre sexo. De repente, do nada, eu falei, meio dengosa:

- Expertos mesmo são os esquimós, que emprestam suas queridas esposas pros amigos. Assim, eles comem um monte de mulheres, e elas também variam de prato.

- Nisso, a Lú emendou, sorrindo:

- Condordo plenamente, amiga.

Foi então que meu marido pirou. Estávamos eu e ele num dos sofás da sala, e ele de repente abriu minhas pernas, arreganhou minha buceta, e falou, em tom meio ríspido:

- Tu queres dar pro Julio? Fique à vontade!

A Lú se empolgou, e disse pro Julio:

- Come ela, amor! Mostra pra ela como é gostosa a tua pica!

Percebi que a brincadeira já não tinha volta, pois o Julio se levantou e veio em minha direção. Por isso, resolvi sacanear meu maridinho.

- Se você deixar o Julio me comer, vou te chamar de corninho pro resto da vida. Corninho manso!

- E eu vou te chamar de putinha gostosa pro resto da vida. - respondeu, deixando minha buceta livre pro seu melhor amigo. O Julio não contou conversa, e veio pra cima de mim, e eu então segurei aquela pica torta dele e comecei a chupar a cabeçona vermelha, enquanto olhava pro Paulinho, que, por sinal, estava louco de tesão. Depois de eu ter lambido um bocado a pica do Julio, ele resolveu comer minha buceta. Eu então o segurei, e pedi pra ele parar.

- Aqui não. Eu quero ser comida na cama que é minha e do Paulinho. É no nosso ninho de amor que ele vai virar corninho.

Em seguida, fiz o Paulinho me levar no colo, me deitar na nossa cama, pro Julio me comer. Aquilo estava ficando cada vez mais gostoso. O Julio subiu em mim e deslizou a pica pra dentro da minha xaninha, meu marido, louco de tesão, acariciava o próprio pau e olhava extasiado pra esposa dando pro amigo, a Lú estava elétrica, eu comecei a gosar feito doida. O julio continuou a meter freneticamente, até que eu senti a porra quentinha dele me inundar a buceta, e ele despencou em cima de mim. Ficamos quietos por um momento. Em seguida nos levantamos, pois a Lú nos empurrava, querendo dar pro meu marido. De repente, ela começou a chupar a pica do Paulinho, e eu morri de ciume, pois sentia que tanto aquela pica quanto aquela boca eram minhas. Então eu pedi pro Julio:

- Acaba com essa pouca vergonha. Diz pra eles pararem.

- Te aquieta, que eu também quero ser corninho. - respondeu.

A Lú abriu as pernas, pra ser fodida, e meu marido a puxou pro chão, como se quisesse respeitar nossa cama. Uma vez no chão, o Paulinho enfiou a pica na buceta da Lú, sem dó, até inundá-la de porra. Então os dois se levantaram, e eu vi uma cena linda. O Julio beijou a Lú na boca, e disse:

- Te amo muito, minha putinha!

Depois disso voltamos à sala, bebericamos mais um pouco, e depois voltamos a trepar. Aquela foi uma noite maravilhosa!

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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