Como escrevi em conto anterior, já havia algum tempo que eu e meu marido tinhamos passado a fazer algumas brincadeirinhas eróticas com um casal de amigos. Ora eu e o Paulinho transávamos na frente do Julio e da Lú, ora eles transavam na nossa frente, ora eu e a Lú nos pegávamos, e só faltava acontecer algo que eu queria muito: troca de casais. Na verdade, acho que os quatro queriam isso, mas os dois maridos ficavam sem jeito de admitir que queriam ser corninhos. Porém, depois de realizar a fantasia de ser puta, tanto eu quanto a Lú fomos comidas por vários machos, e então não fazia mais sentido ter pudores, pois de certa forma eles já eram corninhos. Faltava apenas emprestar as esposas pro amigo, e assistir.
Duas semanas após o lance de ser puta, estávamos mais uma vez no meu apartamento, os quatro de pileque e já sem roupa, falando sobre sexo. De repente, do nada, eu falei, meio dengosa:
- Expertos mesmo são os esquimós, que emprestam suas queridas esposas pros amigos. Assim, eles comem um monte de mulheres, e elas também variam de prato.
- Nisso, a Lú emendou, sorrindo:
- Condordo plenamente, amiga.
Foi então que meu marido pirou. Estávamos eu e ele num dos sofás da sala, e ele de repente abriu minhas pernas, arreganhou minha buceta, e falou, em tom meio ríspido:
- Tu queres dar pro Julio? Fique à vontade!
A Lú se empolgou, e disse pro Julio:
- Come ela, amor! Mostra pra ela como é gostosa a tua pica!
Percebi que a brincadeira já não tinha volta, pois o Julio se levantou e veio em minha direção. Por isso, resolvi sacanear meu maridinho.
- Se você deixar o Julio me comer, vou te chamar de corninho pro resto da vida. Corninho manso!
- E eu vou te chamar de putinha gostosa pro resto da vida. - respondeu, deixando minha buceta livre pro seu melhor amigo. O Julio não contou conversa, e veio pra cima de mim, e eu então segurei aquela pica torta dele e comecei a chupar a cabeçona vermelha, enquanto olhava pro Paulinho, que, por sinal, estava louco de tesão. Depois de eu ter lambido um bocado a pica do Julio, ele resolveu comer minha buceta. Eu então o segurei, e pedi pra ele parar.
- Aqui não. Eu quero ser comida na cama que é minha e do Paulinho. É no nosso ninho de amor que ele vai virar corninho.
Em seguida, fiz o Paulinho me levar no colo, me deitar na nossa cama, pro Julio me comer. Aquilo estava ficando cada vez mais gostoso. O Julio subiu em mim e deslizou a pica pra dentro da minha xaninha, meu marido, louco de tesão, acariciava o próprio pau e olhava extasiado pra esposa dando pro amigo, a Lú estava elétrica, eu comecei a gosar feito doida. O julio continuou a meter freneticamente, até que eu senti a porra quentinha dele me inundar a buceta, e ele despencou em cima de mim. Ficamos quietos por um momento. Em seguida nos levantamos, pois a Lú nos empurrava, querendo dar pro meu marido. De repente, ela começou a chupar a pica do Paulinho, e eu morri de ciume, pois sentia que tanto aquela pica quanto aquela boca eram minhas. Então eu pedi pro Julio:
- Acaba com essa pouca vergonha. Diz pra eles pararem.
- Te aquieta, que eu também quero ser corninho. - respondeu.
A Lú abriu as pernas, pra ser fodida, e meu marido a puxou pro chão, como se quisesse respeitar nossa cama. Uma vez no chão, o Paulinho enfiou a pica na buceta da Lú, sem dó, até inundá-la de porra. Então os dois se levantaram, e eu vi uma cena linda. O Julio beijou a Lú na boca, e disse:
- Te amo muito, minha putinha!
Depois disso voltamos à sala, bebericamos mais um pouco, e depois voltamos a trepar. Aquela foi uma noite maravilhosa!