SEM SERVIÇO.

Por: rafael-86 • 13/07/2026 • 82398 leituras
Capa do conto
Para quem não me conhece eu sou negro estou com 30 anos e moro com duas senhoras, uma com seus 55 anos e a outra com um pouco mais de 60.
Mariazinha é a mais velha e a Filó a mais nova. Antes eu morava sozinho e minha casa é herança de família, com 8 quartos dispostos ao lado dum corredor imenso numa casa de fazenda.
Sou negro, mecânico, tenho oficina em casa e muitos conhecidos. Certa vez estava numa reunião familiar com amigos quando a esposa do colega me apresenta a Mariazinha com quem logo fiz amizade.
Ela me falou que morava sozinha numa casa muito afastada das outras que formam nossa vila e tinha medos das noites e então eu a convidei para morar comigo e expliquei que havia muitos quartos vagos e que ela poderia escolher um a seu gosto e ela disse que ia pensar depois me diria.
Depois de dois dias ela aparece na oficina me perguntando se a proposta ainda estava em pé. Respondi que sim, claro e mostrei para ela toda a casa deixando que ela escolhesse um quarto grande e do seu gosto, com janelas para o pomar.
Emprestei uma pick-up dum amigo e trouxe sua mudança toda e ela se acomodou legal. Todas as noites a gente conversava muito e percebi que ela estava bem feliz.
Nossa amizade foi se acentuando e saiamos muito juntos como se fossemos namorados, íamos em cinema, bailes, tudo numa cidade vizinha a nossa.
Certa noite enquanto dançávamos uma musica lenta ela suspirou profundamente talvez pelo enredo da musica e se aproximou mais de mim e senti meu pau endurecer na hora.
Mariazinha não se incomodou e certamente sentia a cabeça da pistola entre suas coxas.
No fim do baile fomos para casa e no caminho percebi que ela estava chorosa, então parei o carro num local seguro passando a conversar com ela e descobri que fazia longo tempo que ela estava realmente sozinha.
Falou-me que se fosse mais jovem gostaria de ser cortejada por um rapaz igual a mim e como ela estava recostada no meu ombro, eu ergui seu rosto e a beijei na boca.
Senti que ela se estremeceu toda e um novo beijo a relaxou. Dai em diante, começamos deliciosas caricias e mais beijos e minhas mãos corriam pelo corpo da Mariazinha sem barreiras, até que ela sentiu um dedo meu na boceta e se assustou.
Sem tirar o dedo meio enfiado tentei acalma-la e conseguindo voltei a beija-la e enfiei todo dedo e ela aí sim se entregou.
Eu a fodi com o dedo até sentir seu gozo e depois que ela se acalmou, chorou um pouco de vergonha e conversando disse que ela não tinha que sentir nada estando comigo.
Quando chegamos em casa ela foi para o chuveiro num banheiro e eu fui no outro, já me preparando para uma deliciosa noitada.
Quando sai do meu banho a encontrei na porta do quarto dela de costas e chegando de mansinho por trás, a abracei empurrando-a para a cama onde tirei sua toalha e a minha e nos entregamos a um delicioso romance.
Comecei beijando Mariazinha nos lábios, fui descendo para os peitos que pela idade eram ainda lindos de bicos duros, chupei muito e ela se contorcia muito e fui descendo a ponta da língua pelo corpinho dela parando no umbigo até que cheguei na bocetinha dela e chupei muito o grelo.
Mariazinha estava delirando, se contorcia toda e enfiei a língua na boceta e ela se entregou totalmente.
Segurei suas coxas nos braços e pincelei a cabeça da pistola na boceta até enfiar e ela gemia muito me puxando pelo pescoço para trocarmos beijos enquanto minha pistola sumia na sua gruta.
Metemos quase quinze minutos e ela gozou demais. Acelerando as estocadas foi minha vez de gozar inundando a boceta da Mariazinha. Depois ainda fiquei dentro dela um tempo, esperando nossa respiração se acalmar e curtindo essa deliciosa mulher.
Depois dessa noite, passamos a nos pegar constantemente e ora eu a procurava ora ela me procurava e assim nossos dias foram se passando.
Depois de mais ou menos quatro meses, ela me disse que tinha uma colega nas mesmas condições que ela quando me encontrou e se eu permitisse gostaria de convida-la para morar conosco.
Disse a ela que gostaria antes de conhecer essa mulher e no fim de semana fomos até a casa dela e gostei da aparência dessa outra colega.
Mas esse é outro conto, aguardem.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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