Sempre assim pro meu senhor

Por: zilda-martins-223 23/07/2026 2 leituras
Capa do conto

Acordei com um puxão de cabelo que me fez sentir alguns fios sendo arrancados enquanto meus joelhos são arranhados nas pedrinhas e batem na elevação do piso, agora estou dentro de casa de novo

? bom dia, vagabunda

? bom dia, meu senhor, desculpe não acordar como deveria

A noite anterior fiquei trancada pra fora, nua no “jardim de inverno”, que na verdade é um espaço que meu dono otimizou em casa pra meus castigos. Estava um frio de 3 graus, clima ideal pra uma escrava ser chicoteada e deixada no relento, motivo? A vontade do dono.

? faz meu café e sai

? sim senhor

Tremendo fome, deixo o café pronto com tudo que meu dono precisa.

? Vem limpar, vadia

Ele usou o banheiro e a língua da escrava é a primeira parte da limpeza do dono. O gosto da bosta do meu senhor já é normal pra mim, na verdade, em momentos que ele entende que estou subindo de peso, é o mais próximo do gosto de alimento que tenho por dias.

? pronto, meu senhor, vamos para o banho?

Eu ligo o chuveiro quentinho, sinto apenas o vapor quente, seguido de um empurrão pra parede gelada

? tá se esquentando por que, vadia?

? Desculpa, senhor, me perdoa

? Escova e muito enxaguante nessa boca, agora, depois vai lá pra fora

? Sim senhor

Mais algumas horas no frio e garoa fina.

? vem, banho gelado e vai pro quarto

Obedeço, tremendo.

O encontro no quarto com ar quente deitado na cama

? como é que uma puta tem que dizer quando tem uma oportunidade dessas?

? Muito obrigada, meu senhor, eu não mereço

? Vem, me chupa

Eu amo chupar o pau do meu dono, a cabecinha lisinha que eu deixo molhadinha passando a língua, sugando devagar e depois mais forte, apertando e batendo uma punheta com gosto, sempre olhando pra ele, obediente e agradecida

Enfio o pau todo na boca e vou sugando, sentindo crescer, é tão bom sentir meu dono gostando do que eu faço

Ele aperta minha cabeça no seu corpo e me faz engasgar por alguns segundos, até me empurrar e derrubar da cama, caio de lado no chão e sinto seu pé na minha cara contra ele

? Já tá a tempo demais na cama, não quero costume

? Eu sei, senhor, o chão que é lugar de puta

Ele me deixa ajoelhada, puxando meu cabelo e enfiando seu pau já duro na minha garganta sem parar, até me virar e empurrar minha cabeça pro chão

? empina e abre o cu pra mim

Seu pau entra fundo, me rasgando, faz uns dias que ele não me usava, dias em que a piranha reserva vem aqui, dias que sirvo e observo

? meu cuzinho tava com saudade, senhor

? Eu sei, vadia, tá bem apertadinho de novo

Ele me fode tão gostoso no cuzinho, só penso em como é bom ser sua puta

Depois de gozar gostoso ele confere como minha buceta fica encharcada

? sempre assim né, vagabunda?!

? sempre assim pro meu senhor

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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