Sequestro do tesão

Por: pi-trianda-2 11/07/2026 1238 leituras
Capa do conto
Oi, gente, eu de novo narrando mais um episódio sexual. Depois que conheci o Lê mudei de uma balconista casada com um caminhoneiro que passava a semana inteira sozinha, para uma putinha que tem sexo quase todo dia. Claro que já larguei do meu marido. A Paula também. Lê tem uma empresa de palestras e nós trabalhamos com ele montando as apresentações e acertando a agenda. E claro, trepando muito. Estamos os 3 morando juntos.
Quinta feira, final da tarde, estávamos eu e Paula fechando o escritório. Chegando na rua, vimos uma van parada na porta e um homem usando um capacete de moto entregou um envelope para cada uma. Abri e estava escrito: “você está sendo sequestrada. Por gentileza, acompanhe este rapaz até o carro. Ele lhe dará novas instruções.” Fiquei assustada com aquilo, mas dentro de envelope encontrei um fio de cabelo longo, loiro e percebi que era coisa da Jo, a minha amiga loira que conheci na orgia no seu sítio (leia “Festa e sexo combinam muito”). Paula ficou meio que estática, mas eu disse para irmos em frente, não tínhamos nada a perder. O motoqueiro nos deu óculos escuros, mas ao coloca-lo não enxergava nada. Entramos na van, a porta fechou e mãos muito gentis me colocaram na poltrona e puseram um saco de pano na minha cabeça. Tudo o que estava se passando comigo, estava acontecendo com a Paula também, fiquei sabendo depois.
Minhas roupas foram tiradas, a poltrona reclinada e fui algemada. Senti uma espécie de pelo muito macio tocar meu seio esquerdo. Devia ser uma luva, porque sentia uma mão acariciando o seio, indo de um para o outro. Nua, ar condicionado ligado e aquela sensação do toque, sem ver nada, eu estava com o corpo todo arrepiado e meus biquinhos estavam entumecidos. Alguém tirou meu sapato, e começou a massagear meu pé esquerdo. Beijou cada dedo e todo o pé, numa massagem deliciosa. Meus seios continuavam sendo acariciados e agora uma espécie de óleo foi jogado sobre meu corpo e eu estava sendo massageada. O homem sentado aos meus pés colocou meu pé sobre seu saco. Passeei com ele por todo lugar e comecei a alisar o pinto com um pé. Como estava muito duro, trouxe o outro pé para ajudar e comecei a massagear aquele cacete que ficava cada vez mais duro. O homem arfava e eu juntava os pés, masturbando com vontade. Estava tudo deliciosamente misterioso. Meu corpo todo recebendo carícias e eu masturbando com o pé um desconhecido. Depois de um breve tempo senti seu gozo. Meus pés ficaram melados de porra e ele rapidamente passou uma espécie de lenço umedecido, com um perfume delicioso. O sujeito que limpava meus pés, beijou novamente e me calçou uma sandália. As mãos que me massageavam me forçaram a vira de bruços e as carícias tiveram início na minha bunda. Uma espécie de massageador, depois percebi ser um vibrador, foi ligado e passado vibrando por toda minha perna, bunda e cuzinho. As sensações eram intensas. Aquele vibrador começou a tocar meu clitóris e ameaçava a todo momento entrar na minha vagina, mas não entrava e eu ali, sendo torturada e sentindo um tesão cada vez maior. O carro parou e fomos guiadas para fora, nuas.
Entramos numa sala, retiraram o saco da cabeça mas mantiveram os óculos e fui presa pelas algemas com os braços para o alto. Agora uma mão com pedras de gelo começou a ser esfregada sobre meu corpo. Seios, bunda, pernas e vagina. Senti um pinto muito duro roçando minha bunda e outro homem veio pela frente. Beijou minha boca e esfregava um corpo másculo e bem feito em mim. Estava sendo ensanduichada por dois homens superexcitados. De repente saíram de perto e senti um tapa forte na minha bunda. Gemi de tesão e outro tapa foi dado. Foram vários tapas que não foram dados para machucar, apenas para excitar. E realmente excitaram. Eu estava doidinha de tesão e minha cabeça ia de um lado a outro, cheia de expectativa. Fui forçada a ajoelhar e senti o cheiro de macho perto do meu rosto. Um pinto muito duro bateu no meu rosto e depois outro, na outra face. Estava tomando uma surra de pinto e já com a boca aberta, torcendo para que um deles entrasse na minha boca, mas nada. Só passeavam e me deixavam lamber, mas não chupar. Que tortura. Até que um entrou em minha boca. Quando fechei os lábios o homem tirou correndo. E outra vez e outra, e eu com tentativas intermináveis de abocanhar um cacete duro daqueles. Finalmente um pau ficou entre meus lábios e eu abocanhei. Chupei com gosto aquele pinto que era de um bom tamanho. Ele entrava e saía da minha boca e eu só fazia babar em suas bolas. Queria mais, queria sentar nele, queria foder e falei: “alguém me fode, por favor!”. Levei um tapa na bunda. Disseram que eu devia ficar calada, senão sofreria as consequências, mas era impossível, meu tesão estava a mil. Até que senti uma mão feminina, de unhas longas, entrando entre minhas pernas por tras, a caminho da minha vagina. Outra mão veio pela frente e as duas se esfregaram tão gostoso na minha buceta que eu estava a ponto de gozar. Dedos entraram na minha vagina e outros se esfregavam no meu cuzinho. Eu rebolava e os dedos entravam e saiam da buceta melada. os pintos continuavam alternando minhas chupadas e os dedos entrando e saindo provocaram meu primeiro orgasmo. Misterioso e delicioso. Estava sentindo o maior tesão e gozando gostoso. Depois de um certo tempo me ergueram novamente, fui ajeitada em uma espécie de cadeira alta, ergueram minhas pernas e fui sendo penetrada por um pau delicioso. Ia e vinha muito devagar, como se estivesse curtindo aquele momento. Minha vagina mastigava o intruso. Não fazia a menor ideia de quem estava me comendo, mas eu queria muito. Se a Jo estava na jogada, tinha certeza que meu Lê estava lá pra me proteger e assim eu sabia que nada de mal me aconteceria, apenas o tesão daquele momento.
O pau que estava em mim saiu e foi substituído. Percebi porque o cara era um pouco mais baixo que o primeiro. E lá vinha, entrava e saía, me fazendo sentir vontade de gozar, mas sendo comida, eu gozava mesmo era com o Lê, era excitante sentir que alguém me comia com tesão, mas o meu não estava aumentando.
Acho que perceberam que eu não estava tão excitada e me ajoelhara no chão. Uma boca muito gostosa surgiu no meio das minhas pernas e começo a me chupar a bucetinha. Agora sim, isso eu gostava. Parecia ser uma boca de mulher, porque estava muito suave, sabendo exatamente os lugares a serem explorados e dessa vez eu tinha tudo para dar uma gozada plena. Uma coisa dura encostou na entrada da minha vagina e foi entrando. Aquele pau era muito grande. Senti como se todo meu sexo fosse expandir. Entrava e saia com jeito, até que eu gozei, com o pau entrando e a boca me chupando. O pau saiu de dentro da vagina e um líquido foi jogado no meu cuzinho. Não estava gostando daquilo, meu cu já tem um macho e não vai ser assim fácil dar pra outro. Comecei a me agitar e dizer que atrás não. “Meu cu tem dono. Não quero atrás, só meu homem pode entrar por ai.” Falava e rebolava. Meu tesão estava indo embora, até que senti mãos firmes me segurando os seios, um lábio na pontinha da orelha e um gemido que eu conhecia bem: era o Lê. Ai relaxei. Sabia que meu cu estava em ótimas mãos e deixei que ele invadisse meu buraquinho. Ele me comeu com o tesão de sempre. Lambia minha nuca e orelha e gemia deliciosamente, curtindo cada milímetro que seu pau entrava no meu rabinho. Como ele fazia isso gostoso. Parecia que eu estava nas nuvens, e rebolei gostoso, como nunca tinha feito antes, até que ele gozasse lá no fundo do meu cu. Gozei junto com ele, que me levantou e me levou para outro cômodo, tirando meus óculos e me dando um beijo delicioso. “parabéns, hoje faz um ano que te comi pela primeira vez, lembra?” respondi: “É claro que me lembro, mas você me disse que íamos comemorar no fim de semana.” Quis saber se eu gostei e disse que adorei. e a melhor parte, além de dar pra ele foi ser chupada por uma mulher... é muito bom também. Rimos e o Lê disse que precisava voltar pra lá, afinal ainda tinha que comer o cuzinho da Paula. Voltamos para a outra sala e Paula estava ajoelhada no chão, com Jo enfiada por baixo, chupando sua buceta, um cara forte e bonito lhe comia por tras e dois outros homens davam o pau pra ela chupar. Ajoelhei ao lado de Lê e comecei a chupar seu pinto e na hora que estava pronto lá foi meu homem comer a outra mulher dele. Jogou o óleo no rabinho da Paula e foi entrando. Ela não recuou e deixou o pau entrar, mexendo sem parar até que ela gozou e pediu para parar. Lê tirou de dentro dela, vestiu uma camisinha e olhou para Jo, que na hora ficou de 4. Ela nunca tinha experimentado aquele pau no cu, mas me disse mais de uma vez que estava louca pra tentar e sua chance chegou. Lê mirou em seu buraquinho e foi entrando. A loira gritava e urrava. Quando Lê tentou tirar ela gritou: “não tira, quero ele todinho enterrado em mim!” Cheguei perto e me enfiei sob ela, indo com minha língua do seu clitóris até o saco do Lê. A loira foi a loucura e gozou na minha boca, com um cacetão espetado na bunda e minha língua esfregando seu clitóris. Depois eu, Jo e Paula ainda arrancamos o gozo dos 6 machos que ajudaram naquele plano deliciosamente sexy. Esta foi mais uma surpresa que meu macho preparou para mim. Assim, minha vida nunca mais foi monótona. Beijinhos...

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