Ele encaixou a rola e começou a forçar. Demorou um pouco, mas fui sentindo as preguinhas se rompendo.
Quando a gente experimenta uma coisa nova, e gosta, a gente fica o tempo todo pensando em como repetir aquilo.
E foi assim que eu fiquei, passava o dia pensando em como rever o Seu Paulo.
Nem meu irmão, nem o Wanderley estavam conseguindo apagar meu fogo.
As férias estavam chegando, e eu precisava ver aquele homem de novo.
Umas três semanas depois, já sabendo que o Pintado ia áqueles encontros na quinta feira, criei coragem e fui até lá.
Seu Paulo apareceu, e com um sorriso cínico no rosto, falou:
_O Sérgio não está....ele saiu...
Aguardando no portão, não fiz rodeios, fui direto:
_Eu não vim para falar com o Sérgio...mas gostaria de saber se ele vai demorar....
Ele ficou parado me olhando, com sorriso no rosto.
_É...acho que ele não vai demorar muito...mas se quiser entrar um pouquinho, o portão está aberto!
Quando entrei na sala, Seu Paulo estava sentado no sofá, com a calça arriada até o pé. Alisando a sua bela rola que estava super dura, apontada para cima, ele falou:
_Se voltou...é porque gostou da brincadeira né?
Envergonhado, mas morrendo de desejo, apenas acenei com a cabeça.
_Então...vem cá. Disse ele.
Sem tirar os olhos daquela rolona, me aproximei e sentei ao seu lado. Seu Paulo pegou minha mão e colocou no pau dele.
Fiquei apertando aquele nervo duro, e fui perdendo a vergonha, fui me soltando. Seu Paulo se esticou um pouco mais no sofá, e me deixou à vontade para brincar com a sua rola.
Brincava com as duas mãos, deslizando-as para cima e para baixo, girava, apertava e acariciava. Me aproximei mais, e passei a lamber a cabeça da rola. Seu Paulo passou a se contorcer no sofá. Aquela pele macia, aquela cabeça bem avermelhada, hummm. Por um instante, parei de beijar e lamber, acabei engolindo, até onde deu. Torcia a rola enquanto mamava, brincava com suas bolonas inchadas.
Seu Paulo gemia baixinho, mas foi aumentando o volume, e se contorcendo no sofá. De repente, ele segurou minha cabeça, com boa parte da rola enfiada, e começou a gozar. Tentei levantar um pouco mas ele não deixou, a porra parecia estar sendo expelida direto no meu estômago. Eu não consegui engolir tudo, tive trabalho para limpar o que tinha escorrido pelo resto do pau e pelas suas bolas.
Mesmo depois da gozada, o pinto dele não estava tão mole, estava meia bomba, me abaixei para dar mais um capricho, queria vê-lo duro novamente, mas Seu Paulo levantou minha cabeça e disse:
_Meu filho já deve estar para chegar...é melhor você ir...
Puta que pariu, eu ainda queria mais, queria aquele pinto dentro de mim, mas não seria dessa vez, ele foi bem incisivo.
À noite, meu irmão me procurou, e acabei dando para ele, mas eu não sei, parecia que tinha um bicho dentro de mim, eu queria gritar, queria gemer alto, e isso não aconteceu porque meus pais estavam na sala. Acabei indo dormir num fogo danado.
No outro dia pela manhã, na escola, combinei de ir à casa do Wanderlei. Aproveitei que a mãe dele não estava, e me acabei na sua rola. Rebolei, pulei, macetei, fiz de tudo naquela tarde.
Wanderley achou meu comportamento estranho, falou que eu estava meio selvagem. Eu sabia disso, mas preferi não dizer o motivo real, disse apenas que estava num fogo danado.
Duas semanas depois, eu não me aguentei e fui à casa do Seu Paulo.
Aquele sorriso cínico dele me cativava, me deixava cheio de tesão. Seu Paulo se aproximou de mim, e ficou me tocando. Peladinho, diante daquele homem, eu me entregava aos seus carinhos. Ele estava sentado, no sofá. Me virou de costas, e passou a me lamber. Sua língua percorreu todos pontos do meu corpo, a minha bundinha foi um caso à parte, Seu Paulo deu uma atenção super especial. De tanto me estremecer, ele me induziu a sentar no seu colo. Seu Paulo estava com as roupas, só com o pau para fora. Quando sentei no seu pintão duro, me arrepiei todo. As minhas bandinhas ficaram separadas com o pinto no meio dela. Aproveitei e dei umas deslizadas. Meu anelzinho piscava sem parar, raspando no pau. Seu Paulo gemia baixinho, enquanto beijava meu pescoço, e enfiava a língua na minha orelha.
Depois de muitas carícias, ele pede para que eu chupe o pau dele. Subo no sofá, me ajoelho, e abocanho a rola. Eu não chupei, eu degustei aquele nervo maravilhoso.
Seu Paulo estica o braço, e fica acariciando minha bunda, enquanto que com a outra mão, me fazia um cafuné. Um dedo da mão que tocava minha bunda, passou a deslizar no meu reguinho e na sequência, a ponta dele, toca meu anel. Passei a suar, cheio de tesão.
Esse dedinho brincou bem, ali na minha portinha, e de repente, Seu Paulo enfiou o dedo no meu cú. Soltei um gemido abafado, com a sua rola na boca. Aquele dedo grande e grosso, me invadiu por completo. Ele passou a fazer um vai e vem, acelerado. Gemendo bastante, Seu Paulo cravou o dedo enfiado, e nesse momento, recebi seus jatos fartos, ele estava gozando. Era ele gozando e eu rebolando no seu dedo.
Mesmo depois de engolir e limpar tudo, continuei chupando o pai dele, eu queria mais, mas, mais uma vez, fui interrompido.
_Tá bom...ahh...tá bom.... é melhor parar, o Sérgio já está para voltar.
Saí dali, com o gostinho de quero mais. Decidi que voltaria na semana seguinte. O que eu havia esquecido é que já estaríamos de férias escolares. Resultado, não deu para ir.
Aquela primeira semana de dezembro foi longa, minha mãe não saiu nenhum dia, o Wandeley tinha viajado, e meu irmão mais velho estava ficando em casa. Passei a semana subindo pelas paredes.
Na semana seguinte, minha mãe saiu para as compras, e pude tirar um pouco do atraso com o meu irmão. Mas Seu Paulo não saía do meu pensamento.
De tanto meu pai encher o meu irmão, ele acabou arrumando um emprego, antes da virada do ano. Aí, só me restava a punheta! Era todo o santo dia.
No fim de janeiro, estávamos a duas semanas do início das aulas, e eu não via a hora. Nesta mesma semana, fui ao mercadinho na vila, e por coincidência encontrei o Seu Paulo de saída.
_Não apareceu mais lá. Aconteceu alguma coisa? Disse ele.
_Ah...é férias, o Sérgio não está lá?
_Aqueles encontros deles às quinta continuam. Não tem férias.
_Pôxa....eu não sabia...posso ir lá na semana que vem?
_Claro...já tô com saudade. Disse ele, apertando o pau.
Na semana seguinte, quando cheguei lá, Seu Paulo me ofereceu um copo.
_É suco? Perguntei.
_Não...é um vinho, toma, vai ser bom...
Virei o copo, que não estava cheio, e o negócio desceu queimando por dentro.
Fomos para a sala, e lá eu tirei a minha roupa. Seu Paulo baixou a calça e sentou no sofá. Me aproximei, de frente para ele, abaixei mais a sua calça, levei até o tornozelo, enfiei minha cara no seu saco, e fiquei lambendo, enquanto com as mãos alisava o pau dele.
Estava me sentindo bem à vontade, acho que foi o efeito do vinho. Comecei a mamar a rola, que estava bem dura, deixei bem babada, e antes que ele gozasse, me levantei, me virei de costas, me apoiei nas suas coxas, e fiquei esfregando meu reguinho no seu pinto.
_Eu sei muito bem o que você está querendo... sua putinha safada. Disse ele.
Eu não falava nada e com o corpo todo arrepiado continuei me esfregando no pau dele.
Seu Paulo me agarrou firme pela cintura, se levantou, me levantando junto, e me colocou de joelhos no sofá, apoiado no encosto.
_Abre bem as perninhas. Disse ele.
Obedeci, e Seu Paulo passou a pincelar a rola no meu anelzinho. Eu sentia uns calafrios. Às vezes, Seu Paulo encaixava a rola bem na portinha, e dava umas leve forçadas. O diâmetro da rola era muito superior ao que o meu cuzinho já tinha recebido, mesmo assim, eu estava doidinho para me abrir para aquela rolona, tanto que na hora das forçadinhas, eu jogava meu corpo para trás. E numa dessas ele falou:
_É...putinha safada, acho que você está pronta!
Seu Paulo mexeu no bolso da calça, pegou um lubrificante, lambuzou meu cuzinho, passou no pau, e pediu para eu empinar bem a bundinha. Ele encaixou a rola e começou a forçar. Demorou um pouco, mas fui sentindo as preguinhas se rompendo. Quando a cabeça passou, parecia que eu estava sendo dividido ao meio. Me senti todo aberto. Sentia um misto de dor, tesão, incômodo, mas não queria que parasse, e Seu Paulo foi enfiando, lentamente, ele dava umas paradas, me acariciava, uns tapinha na bunda, e mais uma enfiada. E assim foi, até que eu senti a cabeça bater no fundo.
_Caralho...enterrei tudo! Disse ele.
Com aquele pau todo enterrado no meu rabo e aqueles pentelhos grossos roçando minha bunda, comecei a sentir um negócio estranho. Seu Paulo tirou mais ou menos a metade do pau, e lentamente enfiou de novo. E foi na hora que a cabeça bateu lá no fundo, novamente, que eu me descontrolei, passei a me estremecer sem parar.
_Ai Seu Paulo....tá me dando um negócio estranho...
_Tá doendo?
_Não...ai....tá gostoso..ai..ai..mas não sei o que é...
_Vou dar um tempo para você se acostumar melhor. Disse ele.
Nisso que ele falou, deu uma ajeitada na rola dentro de mim, e a cabeça do pau ficou prensada no fundo, me senti todo aberto e atolado. Nesse momento meu corpo se estremeceu mais forte, e senti um negócio estranho no meu pinto, que estava mais duro que rocha.
_Ai Seu Paulo...ai...ach...acho...que eu vou gozarrrr...ahhhh....ahhhh....
Lambuzei todo o encosto do sofá.
_Caramba....que escândalo, nunca tinha gozado?
_Não...nossa...foi a primeira vez.
_Agora você vai ver como a brincadeira fica mais gostosa....
Seu Paulo tirou quase todo o pau, e socou de novo, com tudo. Soltei um gemido bem alto.
_Agora você vai saber direitinho o que é tomar uma surra de rola...sua putinha...safada.
Ele iniciou uma sequência de estocadas fortes, estava quase me levantando do sofá.
_Vai bate uma punheta....quero que você goze de novo, quero sentir seu cuzinho estrangulando meu pau.
Bater punheta com uma rola daquela enfiada, é tudo de bom. Não precisei de muito tempo.
_Seu Paulo tá me dando aquele negócio de novo..
_Isso..ahh...continua...não pára...ahh... eu também tô sentindo esse negócio...ahhh...ahhh.
Gemendo bastante, comecei a gozar. Percebi, que realmente eu travava o cú na hora que estava gozando. E isso fez com que o Seu Paulo atingisse o clímax também, e me inundasse, com um balde de porra. É isso mesmo, foi tanta porra, que meu cú transbordou.
Ajudei a limpar o estrago no sofá, e fui embora, com as pernas bambas, exausto, e bem realizado....