Após perder minha virgindade (falei no conto anterior), meu cu ficou sedento querendo pau todos os dias, foi então que decidi ceder à proposta do Antônio.
Marcamos de nos encontrar a noite nas proximidades do rio. Chegou a noite e eu muito nervoso, porém cheio de tesão fui ao local combinado. Eu fui com o pensamento que ele apenas ia me comer e eu iria embora.
Então fui surpreendido com um beijo, um belo beijo e senti a mão dele descendo na minha bunda, entrando no meu short e senti aquele dedo na portinha do meu cu. Antônio tirou a roupa e me deparei com um pau lisinho, uns 17 cm, nem grosso nem fino, bem branquinho e reto. Logo comecei a mamar e ele gemia de tesão e falava “nenhuma mulher me chupou tão gostoso”. Então ele pediu para que eu ficasse de 4, assim fiz e senti aquela língua no meu cuzinho em movimentos de vai e vem, eu tremia de tesão.
Foi então que ele enfiou seu mastro de uma vez só, eu sentia dor misturada com tesão. Então só pedi para que ele me fizesse de putinha. Ele socava em mim sem dor e falando “sente o pau do teu macho” com tapas na bunda. Ele socava tão gostoso e falava putarias no meu ouvido.
Até que anunciou que ia gozar, nossa, foi tão gostoso de ouvir aquele gemido de macho atrás de mim, no escuro ao som da noite.
Assim então ficamos com encontros fixos sempre no mesmo lugar, no mesmo horário em 2 dias da semana. Eu tive que me mudar de cidade e nunca mais tive contato com ele.