Sexo na praia com o coroa

Por: nu-okto-2 12/07/2026 1236 leituras
Capa do conto
É muito bom poder relatar aqui minhas historias reais, pois não dá pra dividir com
detalhes sórdidos com qualquer conhecido minhas intimidades sexuais.
Um dia noite fui à Ilheus uma praia perto do centro, pra quem não
sabe, quando anoitece lá o fervo rola intensamente, geralmente homens muitos
bonitos fingem caminhar, mas na verdade só querem pegar ou serem pegos. Avistei
logo assim que cheguei um cara de estatura mediana moreno claro. Com
cavanhaque, corpo muito bem definido sem camisa, pelos no peito, morenos, bonito ele aparentava ter no máximo quarenta anos. Eu fui andando pela praia e ele me seguiu. Nos
olhamos e fomos pra uma parte menos iluminada da praia, começamos a nos
beijar, o beijo dele era daqueles avassaladores, de chupar a minha língua e
me deixar com falta de ar. Seu corpo era sarado e quente, tinha tanquinho e era
gosotos, apesar de estar suado era cheiroso e másculo. Tudo foi muito rápido, botamos
nossas rolas pra fora, a dele não era grande como a minha, mas era cabeçuda,
cai de boca, era cheirosinha e pude sentir suas veias pulsarem, ele era todo lindo,
lambi ele todo, até que ele quis me chupar também. Ele era do tipo de homem que
engole até o talo, gosta de ter um pau na garganta. Enquanto ele me chupava, eu
dedava seu rabo grande e definido.
Comecei a cuspir no dedo e molhar aquele cu, ele gemia a cada dedada que eu dava,
abria mais o cu dele pra eu enfiar mais fundo, eu já havia enfiado três dedos,
ensandecido pelo tesão o virei de costas para mim pus a camisinha e comecei a
meter, aquele cu que não era apertado, já devia estar acostumado a dar. Fui
metendo naquele coroa sem dó. Metia co m força, eu queria machucá-lo ele estava
gostando, era tudo muito envolvente. Eu lambia sua barba e ele lambia a minha
cara toda também, até que ele agachou ali mesmo na areia de quatro e fui por cima
enfiar minha piroca no seu cu. Fiquei assim por um bom tempo até ele anunciar
que queria gozar. Ele se levantou e começamos a nos punhetar, muito leite
misturado nos deixou melados. Foi muito bom, o engraçado de tudo é que só depois
de fuder nos apresentamos, ele se chamava Arthur era tenente do exército e
disse ter cinqüenta anos, parecia muito mais jovem, eu nunca tinha trepado com
nenhum cinqüentão, mas com ele valeu muito a pena.
Estou aberto sempre a novos contatos e amizades.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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