Silvana

Por: khi-ikosi-1 14/07/2026 60615 leituras
Capa do conto
Silvana, até hoje não consigo esquecer daqueles cabelos loiros, pele branca cor de leite além da maciez da sua pele, flertávamos todos os dias no deslocamento para o trabalho na linha de ônibus, de manhã cedo exalava daquela deusa um perfume que deixava qualquer homem a seus pés, aliás seus pés eram lindos sempre calçava uma sandália de salto alto realçando suas pernas e sua bunda e os pezinhos com sua lindas unhas pintadas de vermelho, atiçava os mais profundos desejos da tara humana, a minha vontade era de naquela lugar chupar seus pezinhos, lambê-los e cheirá-los, mas o instinto era sufocado pelas pessoas que estavam ao meu redor, talvez não aprovassem o meu comportamento, ou quem sabe demonstrariam inveja tanto por parte dos homens como as mulheres, neles pela minha coragem e nelas de serem as escolhidas. Eram cerca de 8 horas da manhã e o ônibus aproximava-se da parada e como sempre deixava-a subir a minha frente, pois era a oportunidade que tinha de admirá-la por trás além do efeito do sol em sua saia o qual fazia transparecer suas lindas curvas, Silvana foi até o fundo do ônibus sentando no último banco e eu como sempre fazia fui atrás dela e sentei ao seu lado, conversamos sobre o dia a dia, nossas relações com nossos parceiros, sim éramos casados, ela falava de sua relação com o seu parceiro o quanto era infeliz, dizia que o sexo que havia entre eles já tinha perdido todo o tesão, falava seus segredos mais íntimos como que seu parceiro não gostava de chupá-la e até mesmo quando ofereceu o que de mais tinha de precioso e talvez o mais desejado por qualquer homem que era seu cuzinho, ela me havia dito que seu parceiro tinha recusado sodomiza-la, a cada confissão sua meu pau endurecia e pensava comigo mesmo porque não poderia tê-la se era o que mais desejava, então num momento de fraqueza comecei a falar de minha esposa e nossa relação como estava entediado sem mais aquele tesão de que quando a conheci, foi nesse momento em que Silvana encostou em meu ombro a sua cabeça e pude sentir o cheiro de seus cabelos e o pulsar de seu coração em meu coração, meus batimentos cardíacos aumentavam a cada segundo parecendo que ia explodir, foi então que aproximei minha boca na sua boca e a beijei sem se importar quem estivesse ao meu redor, ficamos ali durante cerca de um minuto. Passado o momento comecei a acariciar sua vagina e a sentia pulsando como se fosse um coração seus batimentos cardíacos aumentavam conjuntamente com os meus, a situação estava ficando fora de controle e resolvemos que não iríamos trabalhar naquele dia, iríamos curtir aquele momento, pois estávamos a ponto de explodir, foi então numa atitude repentina que solicitamos a parada do ônibus e descemos.

Fomos direto ao motel mais perto, pois estávamos decididos que naquele momento iríamos até o fim, no motel começamos a nos despir vagarosamente, não queríamos nada com pressa, comecei a tirar suas sandálias e comecei a beijar seus pezinhos, ela no primeiro momento achou meio louco aquilo mais a medida que chupava seus dedinhos e os engolia vi que seu corpo retorcia como que gostando, chamava-me de taradinho, minhas mãos então começaram a subir em seu corpo e logo atrás vinha a minha língua chupando suas pernas, começava então alguns gemidos incessantes como querendo se soltar, comecei acariciar com leves toques de meus dedos sua buceta e a sentia molhada, numa vontade incontrolável metia meu dedo na sua buceta, retirando e colocando em minha boca assim sentia o gosto daquele líquido que saia de seu interior, a cada momento que passava mais aumentava a nossa desinibição, então comecei a chupar sua buceta, estava molhada e raspadinha, comecei com vários movimentos de minha língua a preencher a região de sua buceta, gemidos de prazer saiam de sua boca seus olhos permaneciam fechados seus braços agarravam-se no colchão sem largá-los, minha língua percorria toda sua buceta meus dedos freneticamente eram inseridos no interior de sua buceta, e num momento cheio de tesão jorrou de seu interior um líquido viscoso que preencheu toda minha língua, Silvana estava em êxtase, foi quando ela relaxou e agarrou-me dizendo-me que era só minha e eu era só dela, foi uma sensação boa pois a tinha levado ao extremo, então ela virou-se para mim e disse:
- Chegou a sua vez.
Não poupou tempo foi direto colocando em sua boca meu membro ereto, e começou a chupá-lo como que estivesse a chupar um sorvete, eu me deliciava pois sentia o calor de sua boca em meu pau, depois de tanta chupar-me pediu-me que a possuísse, sem hesitar comecei a possuí-la com movimentos fortes meu pau penetrava naquela buceta e a cada estocada Silvana entregava-se mais e mais para mim, coloquei-a de quatro, na mesa, em todas as posições possíveis, tirava o pau da sua buceta e enfiava em sua boca, ela adorava, foi quando resolvi chupar seu cuzinho peguei ela de quatro e comecei a passar a língua, ela ficou paradinha, pensei naquela hora que não havia gostado de meu gesto e resolvi parar de fazer o que estava fazendo, e num ato de extremo tesão ela falou:
- Por favor não pare, continuar a chupar meu cuzinho
Seu cuzinho permanecia virgem, pois como ela tinha me contado seu marido tinha nojo daquela região, azar dele, eu estava ali agora me deliciando daquele cuzinho, deixando-o todo molhado com a minha língua, meu pau continuava duro, pensei em penetrar naquele cuzinho mas fiquei com medo que não gostasse, mas arrisquei comecei de leve a inserir meu dedo naquele orifício, e ela ali sem fazer nada parecia que estava gostando, quando senti seu cuzinho todo molhadinho não hesitei, peguei ela de quatro e comecei vagarosamente a inserir meu pau em seu cuzinho, cada centímetro que entrava era como se fosse um exército conquistando o território inimigo, ela agora começava a gemer de dor, mas não pedia para que tirasse o meu pau de seu cuzinho e nem que colocasse mais, os seus gritos começaram a me deixar preocupado, parecia que eu sentia a dor dela, tal a nossa cumplicidade, então como que tendo um pouco de remorso, pois sentia egoísta a ela ceder aos meus sentimentos sem que ela sentisse o mesmo, não poderia ter tesão se ela não o tivesse, tirei o meu pau de seu cuzinho, e então venho a surpresa quando ela falou:
- Por favor, não tira o pau do meu cu, estou gostando de sentir ele me rasgando, por favor continue e enche ele com teu esperma
Realizei-me, coloquei meu pau novamente em seu cuzinho, puxei ela em encontro com meu peito e pus por trás meus braços em seus seios, enquanto meu pau enchia seu cuzinho de meu líquido.
Após deitamos e descansamos, para num breve instante voltarmos a ação.
Ficamos ali até o fim de nossos expedientes, sorte nossa que nossos parceiros não deram falta de nós e nem os nossos chefes, no final do dia fomos para as nossas casas.
E assim no dia seguinte começamos a nos relacionarmos mais e mais sempre arranjávamos uma folga no almoço para que pudéssemos dar as nossas escapadinhas.
E num dia como outro qualquer ela não apareceu mais, pensei em procurá-la pois o telefone ela não atendia mais, fui saber mais tarde que ela tinha mudado de cidade, para azar meu.

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