Ele andava em torno de mim, passava a mão pelo meu corpo, e ao mesmo tempo ia se despindo. Quando ele ficou totalmente nu, lindo, forte, peludo, parou diante de mim e colocou o pau para que eu desse uma lambida naquela cabeça grande e impontente. Mamei, chupei e lambi, enquanto meu cuzinho piscava. Com a mão direita, ele alcançava minha bundinha e alisava, enquanto a rola escorregava pela minha boca. De repente ele tirou o pau e caminhou pra detrás de mim. Eu esperava uma manteiga, alguma coisa, mas Lourival ia mesmo aproveitar a porra de Carlos como lubrificante. A cabeça grossa se posicionou na entrada, e sem muitos rodeios, começou a forçar. A rola entrou com facilidade, mas a dor que senti foi maior. Era mais grossa, e o cu ainda doia da metida anterior.. Pegava fogo, mas escorregava de um jeito delicioso. Ele metia devagar, suave, sentindo cada centímetro do meu cuzinho, enquanto eu curtia aquela rola com prazer. Ela estava me deixando louco, ou seria louca? Em determinado momento, ele parou de se mexer e deixou a rola bem lá no fundo. Senti seus pentelhos e o saco grande colados na minha bunda. Ele se debruçou sobre mim, beijou minha nuca, e sussurrou no meu ouvido que eu era uma menina muito gostosa, um tesão, e que ele me comeria sempre, e muito. Aquelas palavras me fizeram morder a rola dele com o cuzinho de modo descontrolado. Ele parado, com aquela rola grossa e quente latejando dentro de mim,... caiu uma lágrima de felicidade. Ele voltou a meter, novamente de modo suave, ritmado, sem pressa.. Metia, fundo, gostoso...
Lourival a certa altura tirou a rola, e me deitou de costas. Um alívio... minhas costas e pernas já não aguentavam mais naquela posição. Levantou minhas pernas e as colocou nos seus ombros. Me olhou com uma cara de carinho e tesão, e, dessa vez, passou um pouco de manteiga. Recolocou a rola na entrada e entrou novamente. Como foi fácil. Gostoso, Meu cuzinho deveria estar bem laceado e aberto. Ele olhava pra rola entrando e saindo. Buscou meus mamilos com as mãos, e ficou brincando com eles, enquanto metia... o fôlego e a resistência daquele macho era uma coisa incrível. Eu tinha a sensação de que ele meteria em mim a noite inteira, se quisesse.Suas metidas que alternavam de profundidade e intensidade foram me deixando tão louca que gozei novamente...o orgasmo prostático veio mais forte dessa vez, mesmo que com uma porra mais líquida e clara. Quando ele viu, sorriu e espalhou minha porra na minha própria barriga....e aumentou a intensidade. Me disse: "as damas sempre primeiro". E senti a porra forte dele entrando fundo no meu cuzinho...sem alarde, urros, só o pau pulsando e lançando jatos de porra dentro de mim. Somente seu rosto de êxtase e alívio denunciava o que estava acontecendo...eu sorria pra ele e fui retribuida com um beijo na boca, profundo, de língua, apaixonado, e sentindo o pau dele ainda meio duro dentro de mim. Quando ele tirou o pau, a porra que escorreu era ainda mais abundante que a de Carlos. Dois machos, muita porra, tinham me transformado numa femea quase completa. Carlos voltou á cozinha e me mandou tomar um banho e vestir um baby-doll para dormir. Me disse: "Vá descansar. Amanhã tem piscina, marqua de bíquini, e muito sexo. Um amigo vem nos visitar. Você vai gostar dele."