Tenho uma sobrinha que hoje tem 26 anos, Paula. Eu a vi nascer, acompanhei seu crescimento, seu corpo mudando e ganhando forma de mulher.
Tudo começou quando ela tinha dez anos e era gordinha, um pouco acima do peso para a idade, e um dos meus cunhados implicava com ela por conta disso e a irritava muito. Porém um dia, já de saco cheio com as brincadeiras sem graça, eu a abracei na frente de todos e briguei com o meu cunhado dizendo que a partir daquele momento ela era a minha protegida.
Isso foi o suficiente para ganhar a confiança dela de uma forma que ninguém imaginava, e nessa época eu a olhava apenas como uma criança.
Com o passar do tempo, Paula foi crescendo e seu corpo ganhando forma, se tornando uma adolescente muito bonita e atraente e não mais gordinha como antes, mas ainda não a via como mulher. Observava como seu corpo estava bonito. Sua bunda estava grandinha, empinada e durinha. Os peitinhos do tamanho de uma pera, que ficavam lindos dentro de um biquini.
O tempo foi passando e acabei me separando da minha esposa e nessa época Paula tinha 16 anos. Mesmo separado mantinha minhas visitas aos sobrinhos, principalmente Paula que ficou muito apegada a mim. Era uma visita normal, mas um dia, quando fui visitar minha sobrinha ficamos conversando na varanda da casa dela, e ficamos abraçados pois era um hábito. Mas nesse dia Paula estava diferente, inquieta, e me abraçava mais forte que o normal, e foi quando percebi que ela estava com os peitinhos muito duros marcando a blusa porque estava sem sutiã, e eu sentia aquele peitinho duro sendo apertado em mim.
Nesse momento eu tive uma ereção e ela percebeu, e continuou se apertando em mim e começou a esfregar a coxa no meu pau que estava muito duro. Mas fomos interrompidos pelo cachorro que fez barulho e nos separamos assustados. Ela olhava pro meu pau marcando a bermuda e eu não tirava os olhos dos peitinhos dela marcando a camiseta. Era um tesão mutuo e silencioso. Nenhum dos dois sabia oque fazer naquela hora, e foi então que resolvi ir embora. Me despedi de Paula com um beijo no rosto e fui pra casa, me acabar na punheta sem entender nada.
Até aqui foi tudo real.
O tempo passou e continuei visitando Paula com a mesma frequência, continuava abraçando como sempre fiz, mas sempre tinha um ar de duvida nos encontros, e um dia sonhei que o inevitável acontecia.
Como de costume me encontrei com Paula na casa dela e ficamos conversando na sala sobre todo tipo de assunto, e com a minha presença os pais dela aproveitaram pra sair visitar uns amigos, levando a caçula, e me pediram que fizesse companhia a ela por algumas horas, e eu atendi.
Tão logo eles saíram, Paula senta ao meu lado e começa a falar sobre o dia que nos excitamos abraçados, e como ela era muito fechada, não se abria com ninguém, viu naquele momento a oportunidade de falar sobre o que sentiu naquele dia.
Ela começou dizendo que sentiu um sensação gostosa me abraçando, e quanto mais me apertava mais gostoso ficava e começou a sentir seus peitinhos ficarem duros, e também uma sensação diferente na sua bucetinha. Me falou que mesmo quando se masturbava não sentia aquela sensação toda e quando sentiu meu pau duro a sensação aumentou demais e a buceta dela ficou muito molhada, e ela não sabia como lidar com aquilo.
Com essa conversa meu pau ficou muito duro, talvez mais duro que no dia do ocorrido, e aproveitei da situação dizendo a ela que nós dois estávamos com tesão naquele dia. Ela estava com tesão em mim e me deixou com tesão nela. E que eu estava mais uma vez com muito tesão de novo.
Nesse momento Paula pega a minha mão e coloca sobre o seu peito e aperta para eu sentir como estava duro novamente, e em retribuição peguei a outra mão dela e levei até meu pau e apertei pra ela sentir a dureza. Ainda era um toque sobre a roupa.
Trocamos olhares e não resistimos. Nos beijamos como um casal apaixonado e cheio de tesão. A minha mão foi por baixo da blusa e pude sentir no toque aquela pele macia, um peitinho muito duro e um mamilo pequeno e saliente.
Foi tudo acontecendo naturalmente e tirei a sua blusa. Pude ver aqueles peitinhos lindos de mamilo pequeno duros de tesão. Beijei cada um e chupei bem suave cada um deles. Nesse momento não tinha mais volta. Nos separamos o suficiente para nos livrar das roupas, e aquele corpo que eu admirava no biquini estava totalmente nu na minha frente. A buceta de Paula era gordinha, mas toda fechada. Parecia apenas um risco dividindo os lábios.
Olhei, admirei e comecei a chupar aquela maravilha. Paula nunca imaginava que seria tão bom ter uma boca chupando a sua buceta, e quanto mais eu chupava mais ela gemia de tesão. Era um gemido baixinho, gostoso. Um misto de tesão com medo, e eu continuava a chupar até que pude sentir aquele sabor do gozo, sabor maravilhoso, principalmente vindo de uma buceta virgem, sendo descoberta.
Depois que Paula gozou eu a coloquei deitada no sofá, fui beijando seu corpo, beijei sua boca e coloquei o pau na entrada da buceta dela. Fui fazendo movimentos de penetração bem devagar pra ela se acostumar com a situação e ficar relaxada, e quando senti que ela estava no clima comecei a empurrar o pau um pouco mais forte forçando a entrada, até que senti a cabeça passar o hímen. Parei um pouco, e logo fui empurrando o pau bem devagar. Eu sentia a buceta dela apertando meu pau, mas também sentia a buceta ficando cada vez mais molhada facilitando a entrada, e logo pude sentir que tinha entrado tudo.
Com o pau todo dentro dela, abracei ela forte, beijei, chupei os peitinhos dela e depois comecei o movimento de vai e vem, acelerando aos poucos, sentindo ela se excitar cada vez mais, e passados alguns minutos Paula teve seu segundo orgasmo, agora mais intenso, e pude sentir meu pau ficando mais molhado e quente enquanto entrava e saia daquele paraíso.
Como eu sempre olhava e admirava a bunda dela não resisti e pedi que ela ficasse de quatro e logo comecei a chupar a buceta dela novamente, sugando todo aquele gozo do orgasmos anterior e levando ela a outro orgasmo sendo chupada.
Dessa vez fui um pouco mais violento e coloquei meu pau naquela buceta não tão devagar como na primeira vez. Fui forte e intenso, e aproveitando a lubrificação do gozo comecei a meter rápido, com força. Era difícil controlar porque eu tinha na minha frente aquela bunda maravilhosa, redonda, durinha, um tesão de bunda adolescente. A bunda da minha sobrinha.
Meti forte por alguns minutos. Meti e fiz ela gozar mais uma vez e dessa vez não resisti. Gozei junto com ela, enchendo aquela bucetinha linda de porra. Fiquei parado admirando meu pau dentro daquela buceta e admirando a bunda dela, esperando ele amolecer e sair; e quando saiu, ver saindo da bucetinha dela, escorrendo porra e o gozo dela foi a melhor visão do mundo.
Se tivesse acontecido, teria sido surreal.
Sobrinha querida. Como eu faria se pudesse.
Sua imaginação também tem espaço aqui.
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