By aventura.ctba
Por esse conto ser verídico e envolver membro da família que prefere ficar no anonimato, evitei citar nome, cidade, época e idade para manter a privacidade das pessoas envolvidas. Quem quiser saber mais sobre mim, leia o meu perfil.
Sei que muitos condenam quem pratica o incesto. Sei disso por alguns comentários maldosos que recebo em alguns dos meus contos, então para aqueles que visitam o site e ainda se chocam com os fatos contados aqui, aconselho a lerem a bíblia ou um livro de autoajuda afinal, à única pessoa que poderia me criticar que é o meu marido, ele me apoia e até participa em algumas aventuras envolvendo nossos familiares.
Sempre fui apaixonada pelo meu tio irmão da minha mãe. Embora sendo bem mais nova que ele, e, que ele ainda me achava uma criança, tinha certeza que sentia tesão por mim, pois percebia quando na frente dos meus pais “inocentemente” sentava em seu colo, ou quando o abraçava e “disfarçadamente”, arremetia o meu púbis contra o seu membro que logo endurecia. Eu adorava deixá-lo constrangido na frente de todos.
Minha maior fantasia era receber o membro rígido do meu tio dentro da minha bucetinha e gozar loucamente sem sentir qualquer peso na consciência, pois sabia que também era desejada por ele.
Meu tio já fazia algum tempo que morava com a gente, portanto sabia os horários que chegava a nossa casa. Sempre que ficávamos a sós, dava um jeito de provocá-lo, “hora descuidadamente” me abaixava a sua frente mostrando parte dos meus peitinhos ainda em formação, ou enquanto víamos televisão sentava a sua frente deixando a mostra uma parte da minha calcinha. Percebia que ele tentava disfarçar sua ereção a todo custo, talvez pela minha pouca idade ou respeito aos meus pais, ficava só nisso.
Eu tinha que mostrar ao meu tio que não era mais uma criança, mesmo ele achando que ainda era. Tinha que mostrar a ele que já era uma mulher, e que sentia desejo por ele como qualquer outra fêmea, mesmo esta fêmea sendo sua princesinha. Tinha que arriscar mais para conseguir o meu maior objetivo: que era dar para meu tio e sentir seu membro rígido e pulsante no fundo da minha bucetinha.
O turno que meu tio trabalhava era diferente dos meus pais, ele chegava bem mais cedo em casa lá pelas 16h30min, enquanto meus pais chegavam após 20h30min. Como estudava na parte da manhã, tive muito tempo para tecer minha teia e dar o bote no momento certo.
No dia D, já estava tudo armado na minha cabeça. Vestida apenas com uma camiseta enorme do meu pai, sem sutiã, calcinha minúscula, banho tomado e toda perfumada aguardava ansiosa a chegada do meu tio.
Da janela da sala, vi quando seu carro dobrou a esquina de casa. Assim que o avistei, corri para o sofá cama da sala, abri e deitei com minhas pernas um pouco aberta deixando minha bucetinha saliente amostra por sob a calcinha enquanto fingia dormir pesadamente.
Quando ele abriu a porta notei um longo silêncio e fiquei imaginando a cara do meu tio me vendo naquele estado. Com certeza ele ficou paralisado vendo seu objeto de desejo de formato triangular aparecendo sob minha calcinha branca, de tecido fino e delicado que estrategicamente coloquei para provocá-lo, e fazer crescer sua excitação e o desejo por mim.
Vendo-me ali deitada completamente indefesa e alheia à sua presença, gostaria de poder ler o que se passava na cabeça do homem que escolhi para me transformar em sua putinha.
Enquanto isso, esparramada sobre o sofá, apenas “relaxava entregue aos meus sonhos e desejos de ser possuída pelo homem que se me quisesse, me tinha a qualquer hora, a qualquer momento, pois na minha cabeça adolescente, era minha maior fonte de prazer”.
Alheio completamente ao que eu naquele momento poderia estar sonhando ou desejando, pela respiração ofegante percebia sua aproximação, e a cada instante o sentia mais próximo do meu montinho do prazer, o que fazia com que o meu desejo aumentasse cada vez mais.
Quando encostou seu corpo em mim, senti que seu membro pulsava completamente duro, ansiando por sentir o calor da minha pequena vulva, ali ao alcance das suas mãos.
Assim que se aproximou de mim, tocou minha bucetinha. Com as pernas levemente entreabertas, eu permitia que ele invadisse minha intimidade, sentindo um pouco da umidade que tomava conta da minha calcinha e que deixava perceber que também estava muito excitada.
Com certeza ele deve ter pensado que estava tendo um sonho erótico, ou talvez, por estar sentindo sua presença e desejando por ele.
De forma suave meu tio tocou minha bucetinha e deixou um dedo deslizar pela pequena rachadura no centro forçando um pouco a entrada, ainda que sem desnudar-me.
Ao sentir o contato da sua mão atrevida, entreabri um pouco mais as coxas e permiti que percebesse o quanto meu pequeno “vale do prazer” o desejava de forma ardentemente.
O homem dos meus sonhos, carinhosamente afastou minha calcinha para o lado e avistou pela primeira vez, minha bocetinha sem qualquer proteção. Pequena, sem pelos, completamente lisinha, mostrava um pequeno grelo completamente excitado e pulsante. Quando ele tocou-me, com certeza sentiu que estremeci, me contorci e um leve suspiro escapuliu por meus lábios.
Suavemente continuou a tocar-me aumentando a sua ousadia a cada segundo, movido pelo seu próprio desejo e menos pelo que eu poderia estar sentindo.
Assim que invadiu a entrada da minha pequena vulva, ele pode sentir que ela estava toda molhadinha, facilitando o acesso de seus dedos. Com a outra mão, morosamente foi levantando minha camiseta até deixar desnudos meus pequenos seios cujos biquinhos estavam tão duros que chegava a doer, tamanho o grau de ansiedade e excitação.
Quando senti aquela mão áspera e forte apertando meus peitinhos e aquela boca de lábios carnudos sugando meus mamilos ao mesmo tempo em que dedos enormes exploravam minha grutinha, não teve como evitar um tremor no corpo e um suspiro que veio do fundo da minha alma trazendo junto o primeiro orgasmo com o homem que mais desejava neste mundo.
Sem medir as consequências e completamente tomado pelo desejo, meu tio sacou o seu membro de dentro da bermuda que naquele instante ainda vestia e passou a acariciá-lo, enquanto seus dedos avançavam para dentro da minha bocetinha apertada e convidativa.
“Eu, ainda dormindo”, apenas me contorcia e abria ainda mais minhas perninhas, como suplicando para ser penetrada por aquele membro quente, comprido e grosso, que já tinha visto pelo buraco da fechadura do banheiro, enquanto ele se masturbava cheirando uma de minhas calcinhas.
Meu tio não esperou pelo convite. Com o membro em riste, aproximou da minha bocetinha molhada e esfregou aquela cabeçorra vermelha e pulsante na entradinha, pode sentir todo o calor que dela emanava. Só o contato do seu membro no meu grelinho quase me fez gozar novamente.
Meu macho tão desejado, se conteve mantendo o controle total da situação.
Carinhosamente invadiu minha bocetinha devagar e pude sentir cada centímetro do seu membro desaparecendo dentro de mim, dilacerando, alargando, fazendo minha bocetinha atingir seu grau máximo de elasticidade. Quando chegou ao meu útero tive medo que me machucasse, mas logo percebi que minha pequena vulva aos poucos se adaptava ao tamanho e a grossura daquele invasor, que pela primeira vez, explorava o seu interior levando sua dona aos céus.
Mesmo ainda fingindo dormir, mexia os quadris lentamente ao sentir-me penetrada e fodida por um caralho de grandes proporções. A minha bocetinha cada vez se tornava mais laceada e úmida fazendo com que o membro do meu tio entrasse e saísse de dentro dela sem muita dificuldade. Embora ainda inexperiente, percebia que a situação que eu vivia era extremamente excitante, e o prazer que me foi proporcionado guardarei por toda minha vida.
Meu tio continuou a foder minha bocetinha sem exagero nos movimentos, acho que com medo que “acordasse”. Bobinho! Ele metia o seu mastro até o fundo da minha bocetinha e tirava quase todo novamente como se estivesse desfrutando ao máximo, o sabor daquela invasão “proibida”. Eu já tinha perdido as contas das vezes que tinha gozado com aquele membro delicioso dentro de mim.
Meu tio continuou me fodendo por cerca de 20 minutos, sempre segurando seu desejo para prolongar ao máximo o prazer que estava sentindo. Mas, todo o esforço que ele fazia não foi suficiente para conter o jorro de esperma que se seguiu. Senti a preocupação dele em não gozar dentro da minha bucetinha molhada, para não me expor ao risco de uma gravidez indesejada.
Enquanto meu tio gozava fartamente sobre mim, sentia os jatos fortes de seu esperma molhando a testa da minha bucetinha, barriga e seios.
Refeito do êxtase que nós havíamos nos proporcionado, meu tio se levantou devagar de cima de mim e ficou um bom tempo admirando sua linda “princesinha” como ele tinha o costume de me chamar, ali de pernas abertas, e com a bocetinha toda vermelha, esporrada, esfolada ao seu bel prazer. Eu apenas “ressonava”, agora relaxada pelos diversos gozos que experimentara naquela tarde inesquecível.
Enquanto me recuperava daquela foda maravilhosa, meu querido tio limpava o esperma que tinha jorrado sobre o meu corpo. Depois de me limpar, ele arrumou minha calcinha, passou a mão por cima do meu pequeno e protuberante monte de Vênus, novamente afastou minha calcinha de lado, abriu os grandes lábios da minha bucetinha e deu um longo e delicioso beijo nela.
Após ficar um bom tempo me observando ali toda aberta e toda arreganhada pra ele, se retirou devagar, satisfeito e sem culpa.
Satisfeito e sem culpa porque sabia que mesmo sendo uma ninfetinha, sua deliciosa sobrinha, já tinha conhecido e desfrutado dos prazeres do sexo. Só não sabia ele, que fazia pouco mais de uma semana que meu namoradinho adolescente tinha tirado meu cabacinho, e não tinha nem como comparar o piruzinho dele com o tamanho do seu pau. Meu tio foi meu segundo homem, mas considero ter sido desvirginada por ele, pois realmente foi ele que me fez sentir uma mulher de verdade.
Eu ali na sala esparramada sobre o sofá cama, ouvi a porta do banheiro se abrindo e logo a seguir o barulho da agua caindo sobre seu corpo nu e saciado por uma deliciosa sessão de sexo com sua princesinha “dorminhoca”.
Assim que meu tio saiu do banho e foi pro seu quarto, esperei alguns minutos e também fui tomar minha merecida ducha enquanto avaliava o estrago que a enorme pica do meu tio tinha feito em minha recém descabaçada bocetinha.
Ao enfiar meus dedinhos dentro dela, ainda encontrei alguns flocos de sangue coagulados herança de um cabaçinho mal deflorado.
A noite quando meus pais chegaram e sentamos a mesa para o jantar, nossos olhos se cruzaram e não teve como fingir que estava dormindo enquanto transávamos à tarde. Por mais que tentasse, minha cara de felicidade me denunciava. O sorriso irônico que brotava no rosto moreno do meu tio, me dava à certeza que dali para frente, não precisava mais fingir sono profundo para dar e receber prazer ao homem que fazia meu corpo arder de desejos, e, pelo muito que tinha a me ensinar na arte do sexo.
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