Sogra carente

Por: julia-368 • 10/07/2026 • 77141 leituras
Capa do conto
        No 9º mês de gravidez de minha esposa, sua mãe veio ficar com a gente para ajudar.
        Sem transar uns 2 meses estava na flor da pele de tesão. Cheguei a masturbar pensando numa xoxota.
        Eu e Flavia transamos até o 6º mês. Depois ela não quis mais.
        Minha sogra saiu do banho e deixou a calcinha suja no cabideiro. Entrei logo em seguida e vi. Peguei, dei uma cheirada. Nossa! Meu pau endureceu na hora. Aquele cheiro forte de buceta. Olhei tinha uma meleca fresca na calcinha. Passei a língua estava salgadinha.
        O que fiz: Gozei na calcinha no lugar que fica sua racha. Para ele ver e descobrir. Quem sabe? Pensei.
        No outro dia olhei, a danada deixou de novo. Fiz a mesma coisa.
        Com Flavia dentro de casa fica difícil. A oportunidade surgiu: Flavia pediu a mãe para ir numa loja e comprar umas coisas faltantes para o enxoval. Pediu que eu fosse com ela para pagar.
        Pegamos as compras, perguntei se iriamos para casa. A sogra já mal intencionada, respondeu: porque? Tem algum lugar melhor para irmos?
Abri o jogo. Dona Neusa, sei que a senhora tem muito tempo que não transa e nem eu. Porque a Flavia não pode. Ela respondeu: Não temos muito tempo.
Toquei direto para um motel. Dona Neusa estava a fim a muito tempo. Ela se abriu para eu esperar ela gozar.
        Dei uma lambida na sua xoxota peluda, aquele cheiro me fez penetrar de uma vez. Ela gemeu alto e me chamou de puto gostoso.
Ficamos menos de uma hora no motel.
        Dona Neusa ficou parceira.
        

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