__Não vai massagear mais? Estou quase sem dor alguma, prossiga , por favor...
Quando minha mão tocou a pele e ela sentiu que a mesma tremia como vara verde, olhou para mim e sorrindo questionou:
__Que é isso mano, não estava assim a pouco, porque agora? Vamos continue o que estava fazendo e pare de tremer.
Reiniciei a massagem, mas não parava de tremer pois, naquela posição estava mais fácil para ver o que antes desejava...o cu dela. Pirei, quando vi suas preguinhas, bem miúdas, juntinhas, naquelas contrações, me convidando para agir. Por um momento levei o dedo e quase o coloquei em seu rego, mas a ponderação me fez recuar, então...
__Por que você não faz de uma vez Mauro? Te vejo, pelo espelho, todo excitado com a visão de minha bunda, minha boceta e agora o meu cu, esquece que sou tua irmã e me toca cara, você esta me deixando nervosa com essa indecisão, porra mete o dedo e vê no que vai dar, mas não fica embromando.
Não me acalmou em nada aquela chamada no saco, ou na boceta, sei lá, serviu para me intimidar mais ainda. Sueli, pegou minha mão e diante da minha indecisão, a colocou em sua bunda, e separando as nádegas falou:
__Vai, caralho, toca em meu cu, cuida de mim como sempre o fez, não me dando liberdade para nada. Vamos irmão, me enfia o dedo, até o pau se quiser, mas faz o que tem que fazer, caso contrário, não me importunes mais...Vamos fazer uma coisa, tire sua roupa e fique como eu, não se preocupe que sei que você esta de pau duro...deixe-me vê-lo.
Criei coragem e pouco depois estava nu, ostentando minha rola toda dura para o olhar encantado de Sueli.
__Vem cá seu bobo, deixe dar uma chupada nessa beleza, vem... -disse estendendo a mão para o meu cacete e quando o teve me puxou através dele até que quase cai sobre seu corpo ficando atravessado sobre o mesmo, enquanto ela tomava meu cacete na boca. A boca quente, deixou sem fala, mas ver que podia beijar sua bunda, me dava mais tesão. Não me importei com o gosto do remédio, apenas sentia a pele delicada sob meus lábios e aquele cheiro de cu, misturado com o linimento, tornava tudo mais excitante. Quando ela separou as pernas, eu pude ver sua boceta e ai, não me contive mais, virei o corpo dela, sem me importar se iria doer o contacto com a cama, apenas desejava que ela estivesse com as pernas bertas para que eu pudesse colar minha boca em sua xoxota. Num 69 perfeito, deu a ela o que desejava e eu assumir a minha posição de chupador de boceta e, chupei, chupei com fervor, sugando com suções violentas, secando a boceta de sua umidade que era bem profusa, até que ela, minha irmã levantou ambas as pernas, as cruzando em minha costas, deixando livre a boceta e a bunda, onde eu podia ver o belo cu, desci a boca até ele e o beijei, depois chupei e procurei enfiar a língua nele. Sueli me mordia os ovos e eu estava aponto de explodir. Umedeci um dedo e o enfiei em seu cu, ela gemeu e quase me arrancou os bagos,mais continuou com os mesmos na boca, ai para brincar com minha masculinidade, me devolver a penetração anal com dois dedos em meu cu. Nunca tinha ficado naquele situação e a principio achei estranho, pois me excitou, apesar de ter trancado o cu, fui aos pouco aceitando aquele atrevimento e achando o máximo. Notei que meu pau ficara mais duro e meu corpo desejando mais e mais carinho por todo ele. Nosso olhares se encontraram e nos comunicamos, demonstrando a curtição que estávamos tendo. Minha irmã era muito deliciosa e eu me realizava, sem saber que sempre fora aquilo, meu desejo por ela, mulher, que desejava que fosse só minha, e naquele momento ela o seria. Ficamos frente a frente, eu entre suas pernas, com o pau engatilhado para avançar por entre o lábios da sua xoxota a procura da vagina escaldante, que o acolheu, espremendo-o de encontro as suas paredes aveludadas. Sueli, gritou e me abraçou vigorosamente quando a cabeça da fica atingiu o fundo da vagina e começou o vaivém. Me apoderei dos seus seios, chupando cada um com mordidas nos mamilos, e ela vibrava e pedia mais, Sueli gozava, sem pudor, deixando até lágrimas caírem de seus olhos, então ela me olhando implorou:
__Come meu cu, assim,- levantou as pernas até os joelhos tocarem seus seios- nessa posição? Deixa que eu guio a cabeça...vem...hmmm...empurra...vai, empurra...esta entrando...força, meu querido...força...ai...ai...entrou...aaaahhh...enfia tudo...quero tudo, seu safado comedor de irmã....uuiii...como é grosso...
Naquela posição, para mim inusitada, pois estava acostumado com a de quatro ou de bruços, e comecei a estocar o cu de minha irmã, que gemia muito e se entregava por completo. Quando eu podia, sonhar um dia, em estar daquela forma unido a ela, comendo sua bunda, dada por ela e se entregando daquele jeito, como se estivesse preparada a muito, para aquele momento. Estava delicioso socar naquele cu, sentir entrar quase que, até as bolas e ouvir os gemidos de minha irmã, que por vezes rebolava com o pau no cu.
__Esta gostando do meu cu, esta? Então come ele, sente como é gostoso...adoro seu pau no meu cu, estou amando ser sua, sabia? Nunca, me comeram o rabo assim e você sabe foder bem um cu...ai...ai...oh...oh...vai meu anjo, fode o cu da irmã e me faz gozar muito...vem vindo outro gozo...como é gostoso gozar com um pau no cu, ainda mais quando o pau é o seu...AAAAAAAHHH.....que delicia....soca...soca...que acho que vem outro....OOOOOOOOOOHHH...meu Deus como é bom gozar com o pau no cu.....
__Su, eu não estou aguentando mais e vou ......Hmmmmm....AAAAAAAHHHH...estou gozando....AAAAAHHHHH...puta que pariu...que gozada, nossa....
Parecia que todo meu ser se esvaia naquela gozada e quando caímos de lado, ainda jorrava porra do meu pau. Comer minha irmã fora a maior loucura que eu fizera na vida. Trepamos mais, com liberdade de saber que nos completávamos e que desejávamos estar sempre unidos por um ato sexual. Deixe de pegar no pé dela, dando-lhe mais liberdade e isso resultou em um namorado, que me deixava enciumado por saber que el poderia estar usufruindo do corpo dela, que eu queria só para mim. Que fazer, senão aceitar e ficar com a deliciosa expectativa, de a qualquer instante eu a ter e poder fode-la a vontade? Nada era só esperar!