Surpresa na madrugada

Por: JJ-Silva 24/07/2026 2 leituras
Capa do conto

Me chamo Robson, tenho 43 anos e minha esposa se chama Lia e tem 40, muito bonita e com um corpo delicioso ela chama atenção de muitos homens do bairro, pernas grossas, uma bunda grande e bem durinha, peitos fartos e firmes, uma pele morena e cabelão preto até a cintura, uma verdadeira gata a pesar da idade, os homens babam vendo minha esposa na praia de fio dental, é uma cantada atrás da outra, a gente se diverte com a situação, ela gosta de provocar e eu adoro ver ela chamando atenção, quando chegamos em casa a trepada é deliciosa, gostamos de imaginar os homens da praia na nossa cama fazendo uma suruba com ela e gozamos loucamente. A pesar da fantasia, nunca colocamos em prática de verdade, quer dizer até o dia que eu vou relatar agora. Tenho um amigo chamado Paulo que é casado mas vive reclamando da esposa, diz que ela não gosta de sexo e ele sempre fica na punheta ou come alguma mulher por fora, o cara tem 30 anos e a esposa 33, vivem num casamento de aparência, só por causa do dinheiro do sogro, Paulo não trabalha, só vive na praia, tem vida de playboy, vive de sungão pra lá e pra cá ostentando um volume de dar inveja, ele diz que tem 23cm de pau, por isso a esposa não aguenta. Num sábado eu e Lia encontramos Paulo na praia, começamos conversar e beber umas cervejas, Lia tentava mas não conseguia disfarçar, dava pra notar que ela não tirava os olhos do pau do meu amigo, ele usava um sungão branco e deixava mais em evidência ainda, ela cruzava as pernas de um lado pro outro de vez em quando pra disfarçar o tesão, a buceta já estava toda molhada e ela tinha que ir na água pra abaixar o fogo. Quando fomos embora perguntei a Paulo se ele queria ir lá em casa mais tarde pra gente beber umas e jogar conversa fora, ele falou que ia chamar a esposa e ia sim. Lá pelas nove ele chegou, estava só, falou que a esposa não quis sair e ficou em casa vendo tv, bebemos muitas cervejas e caipirinhas, beliscamos alguns petiscos e ficamos de bate papo até uma da manhã, já estávamos bem altos da bebida, caiu um temporal, um verdadeiro dilúvio que inundou todo bairro, não tinha como meu amigo ir embora, sugeri que ele ficasse e dormisse no quarto de hóspedes, ele ligou pra esposa pra avisar e ficou, Lia acompanhou o Paulo até o quarto e pegou roupa de cama e toalha caso ele quisesse tomar banho e falou pra ele ficar a vontade, retornou pro nosso quarto e deitou ao meu lado cheia de tesão acumulado desde a hora da praia, deitei de lado e ela começou se esfregar em mim, eu fingi que já estava dormindo e não fiz nada, fiquei bem quieto, ela rolava na cama pra lá e pra cá, não pegava no sono.
Não aguentei e dormi de verdade, lá pelas 3 da madruga acordei no susto e vi que Lia não estava do meu lado, pensei que ela tinha ido ao banheiro, mas como tava demorando muito resolvi levantar e ir ver oque estava acontecendo, fui na ponta dos pés pra não fazer barulho, parei de frente o quarto de hóspedes e a porta estava entre aberta, ouvi uns sussurros vindo lá de dentro e meu coração acelerou, minhas mãos ficaram geladas e comecei a tremer de nervoso, será que era o que eu estava pensando, cheguei bem de perto, estava escuro no corredor e não dava pra eles me notarem, lá dentro tinha só o abajur aceso, quando olhei, vi minha esposa cavalgando no cacete do meu amigo cheia de tesão, gemendo baixinho e com os olhos fechados, ele segurava na cintura dela e socava de baixo pra cima a vara na buceta da minha esposa, a cama chegava balançar, Paulo tava dando um fodão na minha esposa, ela devia tá dando uma gozada atrás da outra de tanto tesão, conheço bem a Lia e sei quando ela goza, Paulo arreganhava a bunda dela e enfiava um dedo no cú e fazia ela gemer mais alto, o cipó cantando sem parar na buceta, ela se inclinava e oferecia os peitos pra ele mamar, eu ali paralisado assistindo minha esposa sendo fodida pelo meu amigo sem ter nenhuma reação, não senti raiva, só um pouco de ciúmes, mas tava adorando tudo aquilo que estava acontecendo, minha vontade era de sentar naquela cama pra ver bem de perto, mas não tive coragem, fiquei escondido mesmo, só batendo uma punheta. Lia ficou de quatro e ofereceu o rabo pro meu amigo que não pestanejou, meteu tudo até o talo e bombou forte no cú da minha esposa que gemia feito uma puta, nem se importava se eu poderia acordar, o tesão já falava mais alto, não aguentei e gozei, melequei minha cueca toda, vi minha mulher cair pro lado exausta de tanto gozar e Paulo gozou nos peitos dela, Lia ainda chupou a tora dele toda gozada e deixou limpinho, com maior cara de safada ela espalhou a porra com as mãos pelos seios e os dois ficaram se beijando um se esfregando no outro completamente nus. Voltei pro meu quarto, troquei a cueca e deitei na minha cama, não consegui parar de pensar na minha esposa sendo fodida pelo Paulo, fiquei de pau duro de novo. Meia hora depois ela entrou na ponta dos dedos e se deitou ao meu lado como se nada tivesse acontecido. Pela manhã Paulo me agradeceu pela hospedagem e foi embora, não quis nem tomar café, Lia ainda não tinha nem levantado, devia estar exausta pela surra de vara que levou de madrugada, eu me despedi dele como um corno inocente que não sabia de nada e falei pra ele voltar sempre que quiser, ele disse que voltaria com certeza. Minha esposa acordou meio dia com cara mais feliz do mundo, perguntei como quem não sabe de nada o houve amor ? Que felicidade é essa ? Ela respondeu: Você sabe muito bem né amor ? Eu sei que você viu tudo, eu vi você espiando atrás da porta, só fingi que não tinha visto pra ver se você aguentava até o final e você aguentou né amor ? Você é um marido maravilhoso, é por isso que eu te amo muito, muito obrigada por me deixar foder com seu amigo, eu adorei, foi maravilhoso. Fiquei surpreso, mas aliviado por ela dizer que me amava, e entendi naquele momento que sexo é sexo, amor é amor. Lia me perguntou se ela podia dar pra ele outra vez, e respondi que sim, que ela podia dar sempre que quisesse, desde que ela não deixasse ninguém saber. Hoje em dia Paulo é comedor fixo da minha esposa, eles fodem num motel uma vez na semana.

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