Na recepção fiquei atrás do gostosinho na fila do buffet, admirando a bunda espetacular, redonda e arrebitada, nas calças apertadas. Ele olhou pra mim, pra minha mala e sorriu.
- Você é o famoso Grossão?
- Eu mesmo. E você?
- Sou Jorginho, irmão do noivo. Ouvi muito falar de você.
- Só coisa boa, espero.
Ele riu bem safado.
- Uma coisa enorme, é o que dizem. Será mesmo?
- Sem chamar muita atenção pega aqui pra você ver.
- Nossa! Que cacete gigante. Daqui a pouco me encontra no jardim, quero encarar essa fera.
Ele se serviu e saiu rebolando o rabo pra mim, me olhando de soslaio.
- Você é o tio da noiva?
Um senhor boa-pinta atrás de mim se apresentou.
- Eu sou o pai do noivo. Desculpe mas eu vi meu filho Jorginho dando em cima de você.
- Dando em cima? Não, era só brincadeira.
- Eu conheço meu filho, não pode ver um macho parrudo feito você, especialmente negro, vai logo se engraçando.
- O senhor não me leve a mal, mas o que é que tem? Ele é jovem, bonito e gosta de macho.
- Eu sei, e aprovo. Não achei ruim ele lhe passar uma cantada. Ele tem bom gosto.
- Vai ver puxou ao pai.
- Como você adivinhou?
- Porque você não tira o olho do Grossão.
- É que eu ouvi falar muito dele e tava doido pra conhecer.
- Vai querer antes ou depois do seu filho?
- Depois. Mas não conta pra ele.
- Ele não sabe?
- Não. Acho que não. E eu gosto de pegar o macho depois que comeu ele.
- Tá bom. Vou encontrar ele no jardim.
- Vou assistir, escondido atrás de uma moita.
Essa dupla cantada de pai e filho me deixou louco de tesão. Quando vi o Jorginho sair pro jardim corri atrás.
- Oi, o Grossão tá louco pra te comer.
- Deixa eu ver. Meu Deus! É muito maior do que eu imaginei. Que colosso de pica. Posso chupar?
- Fica à vontade. Mas vamo pra ali onde tá mais escuro.
O jovem caiu de boca no Grossão, engoliu ele inteiro sem engasgar, um prodígio. Segurei-o pelos longos cabelos loiros pra foder aquela garganta gulosa. Ele, um craque do boquete, logo me fez gozar e engoliu tudo.
- Agora quero esse leite no meu rabo.
Baixou as calças e me ofereceu a bunda de macho, sarada, lisa e branquinha, com marca de sunga. Um tesão. Me agachei pra beijar as bochechas carnudas do Jorginho, meti a cara no rego fundo e a língua na rosquinha bem arrombada que me beijou de volta. Que cuceta gostosa, faminta de pica e sedenta de porra!
- Ai que delícia, xará, você sabe deixar um cu bem siririca. Mete logo essa vara, mete.
Não me fiz de rogado. O Grossão entrou todo até o talo rasgando a carne tenra do rapaz.
- AAAAAAAAAAAAI MEU CU!
- Que foi tá doendo quer que tire?
- Tira não tá bom demais, meu cu nunca teve tão cheio de pica.
- Tu gosta né safado?
- Desde garoto, tinha um motorista lá em casa, negão roludo feito você, um dia vi ele comendo a bunda do meu pai na garagem. Fiquei louco de desejo e dei pra ele. Mas não conta pro papai.
- Ele não sabe?
- Acho que não.
Ouvi a risadinha do pai escondido atrás da moita mas o Jorginho tava tão entregue ao Grossão que só queria saber de foder.
- Fode minha cucetinha meu garanhão negro.
- Era assim que você pedia pro motorista te comer?
- Era. Ele e outros negões que ele arrumava pra enrabar papai e depois me comiam. Eu me amarro em dar pro macho que arrombou o papai.
- Que safadinho. Vou te arrombar todinho.
- Isso, mete com força, arregaça essa cuceta safada, soca esse Grossão bem fundo no meu rabo.
- Eta cu bão da porra tô quase gozando.
- Goza meu macho, me enche com teu leite quente, emprenha a tua fêmea.
- Goza comigo garoto, meu bezerrinho safado.
- Aaaaaaaaah!
- Gostou né Jorginho.
- Nunca fui tão bem comido. Você faz jus à fama.
- Peraí tem alguém espiando a gente ali atrás da moita.
- Papai!
- Calma Jorginho eu explico. Eu vinha passando e ouvi os seus gemidos.
- Você viu tudo?
- Vi. E ouvi sua história com o nosso motorista. Eu sempre soube e me escondia pra ver você dar pra ele e pros outros negões.
- Então você não vai ficar brabo por eu ter dado pro Grossão antes de você?
- Claro que não. E quero que você me ajude a agasalhar essa tora monumental.
- Tá bom papai. Bem que a mamãe sempre fala, tal pai tal filho.