Tarde animada - Primeira segunda-feira de janeiro de 2026

Por: gabriel-114 • 09/07/2026 • 353391 leituras
Capa do conto
Fazendo minha descrição: sou Renam, 55 anos, branco, 1,73m de altura, 82 kg, barba bem cuidada e um pau de 17 cm que responde rápido ao desejo.
Recentemente, entrei no bate-papo do UOL e acabei indo para um chat reservado com um cara. Câmera ligada, microfone aberto… bastaram poucos minutos para a tensão crescer. Gostei do que vi — e pelo jeito, ele gostou tanto quanto.

Vou chamá-lo de Fábio (nome fictício). Ele tem 35 anos, solteiro, pardo, cerca de 1,70m, uns 80 kg, barba, cabelo curto e um pau de 17 cm mais pesado e grosso que o meu. A conexão foi imediata, elétrica.

Na primeira segunda-feira de janeiro de 2026, resolvi mandar uma mensagem achando que estava falando com outro contato. Era o Fábio. A conversa fluiu rápido e, sem muita enrolação, marcamos de nos encontrar às 14h30 em frente a um shopping conhecido de Manaus.

Assim que entrei no carro, o clima já mudou. Olhares demorados, mãos curiosas, sorrisos cheios de intenção. Em poucos minutos estávamos nos apalpando, sentindo o tesão crescer. Meu pau já estava duro quando nos beijamos com vontade. Chupei o Fábio enquanto ele dirigia, o corpo dele reagindo a cada movimento, até chegarmos ao motel.

Pedi um banho rápido — eu vinha da rua desde cedo, enquanto ele tinha acabado de sair de casa. Quando voltei do banheiro, encontrei o Fábio completamente nu, deitado na cama, duro e me esperando. A visão foi um convite impossível de recusar.

A pegação foi intensa: beijos quentes, mordidas leves nos mamilos, gemidos contidos. Ele me chupou com vontade, depois foi minha vez de sentir o gosto dele. Logo eu estava metendo, com ele deitado por baixo de mim, entregando o corpo. Em seguida, sentou no meu pau e rebolou com força, sem pressa, curtindo cada segundo.

Depois, foi a minha vez de sentir o pau pesado do Fábio. De quatro, frango beijando, gemendo, até terminar comigo sentando, completamente entregue ao momento.

A putaria durou quase duas horas. Terminamos no banho, corpos colados, água escorrendo, tesão sem freio — muita porra, muita entrega e uma lembrança impossível de apagar.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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