Já tinha visto um cara baixinho, parrudinho, óculos e tipo intelectual, lá fora, mas tinha ficado nos olhares. Agora ele estava ao meu lado e parecia interessado, fui me aproximando, encostado na parede e passando a mão de leve no peito dele. por baixo da camisa, sinto os aqueles pêlos que foram depilados crescendo, sabe quando arranha? Adoro.Fui mordendo até chegar à boca, o cara não beijava: ele engolia a minha língua e me fazia delirar. Beijo bom demais. Nos amassamos muito, até que o puxei para a cabine. Lá os beijos continuaram com tudo, Tirei a roupa dele e vi um pau pequeno, reto e fino, mas lindo.Fui chupando devagar e enviando tudo na bocam quando resolvo enviar as bolas na boca, ele treme tanto que pensei que estava gozando. Uma delícia. Deu tudo que eu tinha engasguei, e olhando pra ele, pedi pra me comer: ele riu e de frango, foi enfiando aquela rola no meu cú. A sensação era boa, acho que meu tesão tava a mil e eu gemia sem parar. O cara me comia e me beijava, com isso o pau ia mais fundo. Ficamos uns 30 minutos juntos ele pediu pra gozar, colocou uma camisinha e enfiou com tudo.
-Cú gostoso, vou gozar- disse, ele se contorceu e gemeu tanto que lembrei meu primeiro orgasmo. Satisfeito, vestiu e foi embora. E eu com o cú em brasa, porque apesar de ter sido uma foda muito boa, senti falta daquela metida lá no fundo que faz você gritar. Porra, eu não tinha gozado, e queria mais rola. E agora, grande, de preferência. Saí em fogo da cabine meu cú só piscava. Antes de sair do corredor das cabines, O GP parrudo, me segura por trás e começa à beijar meu pescoço.Eu digo que não estou interessado, mas ele insiste: quer gozar pra ir embora. Não quer me cobrar nada, mas diz que quer ser ativo: oba.
O beijo do cara é molhado, ele engole minha língua e enfia o dedo grosso no meu cú, que já se abre todo. Ele esta mais mandão, dominando mesmo, e eu deixo. Manda eu mamar e enfiar até eu engasgar. Depois me levanta e cospe na minha cara, depois vem uma tapa e outro beijo molhado: eu tava em transe: o cara era um dominador mesmo. Pediu a camisinha e disse que ia meter e não queria ouvir choro, se eu me reclamasse ia apanhar . Só que o cara tinha um rola grossa e não tive como não pedir calma e ele cumpriu o que disse: uma tapa forte na minha bunda e outra na minha cara, me fez vê que ele não estava brincando. Desda vez, ele passou um braço pelo meu ombro e me agarrando por trás, a outra mão segurava meu braço: eu estava imobilizado. O cara enfiou com tudo e continuou metendo muito, beliscando meu peito e mordendo meu pescoço.
-Baixa ai que a gozada vai ser na cara- disse
Baixei rapidinho e ele segurou minha cabeça e começou a gozar, um leite bem grosso, meio adocicado e num quantidade tanta, que ele me fez engoli e esfregar na cara. Agradeceu e disse que não queria dinheiro mesmo. Só o gozo foi um bom pagamento. Perguntou se eu queria gozar e eu disse que não. Apesar de está com muito tesão, meu pau teimava em não subir. Já tinha observado isso quando transo com caras ativos e muito dominadores. Não sei o que acontece.Saí da cabine, agora querendo arranjar alguém pra gozar já eram quase 17 00hs e havia mais gente no cinema.
Ví um cara que destoava de todos que ali estavam: mais alto que eu, loiro, olhos azuis, parrudão, bonito mesmo. Demostrou interesse e me chamou de forma discreta pra cabine e lá vou eu pela quinta vez esta tarde. Na cabine, vi que o cara era tipo riquinhi, por volta de trinta anos e bem mais bonito do que eu havia percebido e torci pra que fosse ativo. Quando ele apertou minha bunda eu decidí: é com esse que eu gozo. Fui baixando a calca e descubro um pau médio no tamanho e espessura. Branquinho,com fartos pentelhos dourados. Aiiiiii: fui ao delírio. Fui chupando com gosto, enfiando cada pedaço daquele pau na boca bem devagar, sem parar de olhar pra o cara, que em pé, so fazia abrir a boca pra gemer e balançar a cabeça, aprovando o mamada e mandando continuar. Quando desci para os bolas, deu um gemido bem alto e as pernas dobraram, como se fosse cair. Segurei e sentei ele na "cama", e ali, de joelhos com aquela maravilha na minha frente pude arrancar mais gemidos do gostosão. Depois de um tempo, ele senta e se põe a me beijar, como se quisesse também senti o gosto do próprio pau. Adorei o beijo. Depois, de pé atrás de mim, começou a roçar na minha bunda, delirei e doido pra que ele metesse, comecei a rebolar e aos poucos ele, foi enfiando devagar e de forma cadenciada, tirada e colocava como se apreciasse cada tremor de meu corpo: eu estava no paraíso mesmo. Aquele cara para terminar á tarde, foi um grande premio. Depois de me comer de frango, me pediu pra ficar de lado e enquanto me comia, passava a mão na minha bunda e me falava o quanto estava gostando e dizendo que queria mais. Mas foi de pé me comendo por trás que gozou e me abraçou apertado, nesse momento começou a me beijar mais forte e desceu para meu peito me chupando com força, foi aí que acelerei a punheta e gozei como há muito não tinha gozado, Gozei pelo pauzão do primeiro, pelo fisting do segundo, pelo beijo molhado do terceiro, pela metida forte do quarto e pela beleza e gentileza daquela quinto cara com quem estive naquela tarde. Gozei e quase desmaiei no chão, ele me conduziu até a "cama" e continuo a me beijar até que acalmei e pude me vestir. Saí dali satisfeito, saciado, esgotado. Provei de cinco caras diferentes, cada um com sua peculiaridade, me dando prazer de formas diferentes. Mas todos MARAVILHOSOS.
***O CONTO É REAL. TALVEZ TENHA FICADO LONGO, MAS FOI A FORMA QUE ENCONTREI PRA TRADUZIR UMA TARDE DE MUITO PRAZER. BEIJO PRA TODOS