Eu fui dormir, mas muito pensei no que me esperava...Devo dizer que na festa fiquei excitado, mesmo bastante...
No dia seguinte nem andei de moto de água, só esperava a vinda da tal senhora.
Ela chegou, elegante e bonita como sempre, cumprimentou com um gesto os presentes e foi-se deitar na toalha, acompanhada por amigas e um dos filhos. O marido ausentara-se. Eu olhei e nada, resolvi dedicar-me a corridas de moto, passando ostensivamente em frente do grupo, mas no mar alto -bom a cerca de 300 metros da praia.
Regressei a terra, era hora de almoço, pessoas a irem para casa. Ela veio ter comigo, falou-me da boleia, dizendo-me que levaria a filha. Eu declinei o convite com um compromisso qualquer, na realidade tinha carro e não me apetecia ir com a filha... Ela sorriu, eu sorri
Dias depois foi levar-lhe a casa, ela pedira a mãe, umas toalhas para uma festa. Cheguei a casa dela, ela mandou-me entrar, entreguei as coisas, ofereceu-me um refresco, eu olhava-a estarrecido. Sentamo-nos, ela fui falando, eu olhando, ela aproximou a sua perna da minha, eu coloquei a mão. Ela disse que era segredo nosso, eu "oh ti(tratamento social) claro que é apenas de nós dois".
Ela beijou-me, a minha mão subiu para a gruta dela, sem resistência, outra mão apalpava-lhe os seios. Ela disse-me que marido e filhos tinham ido fazer compras a localidade próxima, mas que ela iria no dia seguinte... Eu respondi que iria, mas separadamente.
Pelo meio beijei-a, senti os seios pequenos mas firmes, e principalmente a gruta húmida e depilada resguardada por finas cuecas. Ela abocanhou, antes tocara, o meu pénis excitado. Ela não deixara fazer mais nada. Combinamos o programa do encontro, despedimo-os com beijos e apalpaços, nessa tarde e na manhã seguinte via-a na praia, mas só o cumprimento formal e poucos olhares cúmplices.
Nessa tarde fui a essa localidade, subi a pequeno e discreto hotel, onde ela me esperava. Bati a certa porta, ela abriu de roupão. Entrei começaram beijos, as minhas mãos percorriam o corpo dela. Os meus calções, boxer, t`shirt, meias e ténis voaram, o roupão dela desapareceu entretanto.
Fomos para a cama, ai percorri o corpo dela com a língua, tirando-lhe as cuecas encharcadas. Fizemos um 69, eu com a língua no clitóris dela, os dedos a excita-la. Outra mão apalpava-a toda. Ela gemia. Ela beijava-me e acariciava-me.
Resolvi penetra-la, ficando eu por cima, o meu pénis (com preservativo) ao entrar na gruta provocou-lhe um gemido, só dizia que era bom, que eu continuasse com os movimentos. Ela resolvera, entretanto, pôr-se de lado, enquanto eu a penetrava. Paralelamente beijávamo-nos. Ela disse que queria cavalgar, eu deitei-me, ela fez o que bem entendeu, eu só lhe apalpava o corpo. Era o escravo dela que a comia. Acabei por vir-me dentro dela , porém, com preservativo. Ela notou, e continuou a movimentar-se. Excelente. Por fim paramos, ela ficou de lado, beijávamo-nos. Ela disse-me que o marido se desinteressara, só um jardineiro do condomínio a satisfazia de vez-em-quando, mas este era casado e tinha outros casos. Aquela mulher, tinha uns 40 anos, bela, elegante, charmosa, não tinha um macho próprio. Recuperamos e repetimos duplamente tudo de novo. No final tomamos mais um banho, ela continuava excitada, mas demonstrou preocupação com a gruta do amor. Ela dizia que estava toda rebentada pelo meu pénis (grande dizia ela, o maior que conhecera) de 15,5 por 6 cm, ela disse-me que fizera cesarianas para não ficar toda aberta, que tivera somente quatro homens (marido, jardineiro, marido de amiga e eu). Eu disse-lhe que a minha namorada era muito parada, sem iniciativa, mas que ela era fogo. Foi uma tarde memorável, aliás, um Verão muito quente e excitante. Continua