Eu, Dudu (30) casado com Lucia (28), eram 19 horas.de um dia que tinha tido uma chuvinha, chamei um taxi perto de nossa casa na Lagoa. A corrida seria para nos apanhar na Lagoa, deixar Lucia na Urca clínica, e me deixar no Shopping Riosul, para fazer hora e voltar para apanhar Lucia.
Ocorre que depois de deixar Lucia na Urca, o motorista encostou o carro numa ruazinha sem movimento algum e disse que estava louco para fazer xixi. Ele desceu do carro e perto do carro colocou o pau para fora e tentou urinar, dava para ver sua dificuldade, porque ele estava de pau duro, o que impossibilita urinar. Se aproximou da minha janela e disse ainda de pau duro para fora, disse que não conseguia urinar, porque estava com muito tesão e de pau duro e disse “olha o estado que eu estou!”. Eu respondi “É verdade, vc está muito excitado!, ele coloca a pica dura dentro da minha janela e pergunta “se eu não poderia quebrar o galho dele”, eu pergunto “como assim”, ele sorri e diz “vc sabe como,” “diga a verdade, minha rola é bonita ou não?”. Era grande, grossa e cabeçuda. Meio sem graça respondo “sim, é uma bela piroca!” E começo a chupa-la com muito gosto evele ficando ofegante, com o pau dentro da minha boca, avisa “vou encher sua boquinha de leite e quero que engula tudinho”. Começa a gozar muito, no fundo de minha boca, conforme goza, vou engolindo.
Ainda de pau duro, entra no carro, no banco de trás, onde eu estava e diz que queria comer meu cuzinho e para eu tirar a roupa e ficar de costas e de quatro, ele dá uma cuspida na mão, lubrifica a piroca e encosta no meu cuzinho empurra tudo, até as bolas tocarem na minha bunda e diz “vc já fez outras corridas comigo e eu sempre achei que vc era viado, até comentava lá no ponto, alguns também achavam, mas a partir de agora, depois de ganhar uma chupadinha maravilhosa e te enrabar no carro, vou contar para eles, que vc é um viado muito gostoso e que vale a pena deixar vc fazer o boquete e se der comer o cuzinho.”
Olhei o relógio, estava na hora de pegar minha mulher na clínica, quando ele se ofereceu para continuar a corrida e que eu não me preocupasse que ele iria trata-la com respeito e que lógico, não iria comentar do nosso encontro. Pegamos minha mulher na urca, ela entrou me deu um beijo evdisse que eu estava com um hálito diferente … o motorista deu uma gargalhada, ela me olhou questionando a gargalhada do motorista
Taxista sugere passageiro pagar boquete
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