Te jogo na cama sem poder se defender
Lençóis e roupas já não existem
Minha vontade e paixão persistem
Toco tua pele, teu corpo,
minha mãos percorrem por você
Minha boca gulosa deslisa,
de ponta a ponta sem medo, sem pudor,
ávida e tarada te causando fervor.
Seu corpo se contorce, tua boca me morde
Me pede implora, quer ser minha nessa hora.
Seus poros se arrepiam, os olhos fecham
Ao ser abocanhada com gula suas pernas me apertam
O gemido é a resposta, do seu corpo que reage, que gosta.
Os impulsos de seus músculos agora são quietude
De um corpo que sentiu o prazer
Em toda sua plenitude.