Templo Carnal

Por: sara-costa-294 10/07/2026 1237 leituras
Capa do conto
A minha igreja é o teu corpo
Meu deus é e está no teu gozo
A minha lei é o eterno prazer
O meu inferno são tuas ausências

A minha hóstia é o teu grelo
O cálice tua vulva inchada
E cheia do doce licor
Que ninfas expurgam

O meu emocional
Na tua pele ócio
Descaracterizada
Da divindade que lhe faço

No drama de sugar teu grelo mais do que deveria
Anseio em dançar com a minha língua
E contar quantas pregas do cu
Ainda lhe restam depois de tanto tomar pica adentro

Encho tua carne do meu veneno
Adentro ao teu interesse
Fora aquilo que lhe pinta
E lhe dá o sentido de: Devassa

Nos bicos de tuas tetas-torneiras
Eu bebo o leite que escorre
Eu aplaco a fome dos meus demônios
Com a cara em tuas tetas, eu moro e morro

A cada estocadas que recebes
E urras, eu tenho certeza
Que teu sexo é meu por espontaneidade
Teus olhos tão entregues e perdidos nos meus

Na cabaceira de teu lábios
Passo a minha rola gozada
Faça-a de teu predileto batom
Coloração minha putinha

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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