TEMPORADA 2 EP 5 A VINGANÇA

Por: Marcos 19/07/2026 41583 leituras
Capa do conto

GALERA DESCULPA A DEMORA VOU TENTAR VOLTAR A ESCREVER A CADA UMA SEMANA TEM PELO MENOS MAIA DUAS TEMPORADAS ESSA SERIE, EU NAO VOU LARGAR ELA DE MAO IREI FINALIZAR ELA

Depois de ter feito a reunião com o pessoal, eu tive que ir resolver a parte mais difícil. Pedi ao Fernandes para marcar um encontro com o amigo dele da Polícia Civil, e também pedi ao Reis para agendar uma conversa com o diretor do presídio — os dois cumpriram o que pedi. Mas antes mesmo de me encontrar com qualquer um deles, eu já havia colocado o plano em prática. Matias já estava se organizando para voltar ao Rio de Janeiro; sua esposa e os dois filhos viriam com ele, mas ele precisaria ir até os Estados Unidos para buscar as coisas que eu havia pedido. Alguns dos itens não poderiam passar pela alfândega sem complicações, mas Fernandes daria uma força para que tudo chegasse sem problemas.

Eu já tinha pedido muita coisa ao Fernandes ao longo do tempo, por isso resolvi dar a melhor parte do plano para ele cuidar. Era uma etapa que calculei levaria pelo menos três meses para ser concluída, mas para tudo isso andar, primeiro eu precisava da permissão do delegado. Fui até a delegacia; Fernandes só havia me passado o nome dele: Barbosa. Chegando lá, me apresentei, foram chamá-lo e, assim que apareceu, Barbosa já foi direto ao ponto.

— Fernandes me pediu um favor para conversar com você, mas eu já sei o que você quer e não vou poder ajudar. Da última vez que dei liberdade para ele agir, ele acabou agredindo uma menina e o pai dela.

— Só peço que leve em consideração que, desta vez, eu estou no comando. Não estava presente quando isso aconteceu, mas já trabalhei com eles há tempo suficiente para saber como fazê-los segurar os impulsos.

— O seu problema, Marcos, é que a sua presença é o que mais me deixa preocupado em deixar vocês agirem por conta própria. Você levou tiros, foi traído, humilhado e feito de bobo até o fim. Todo mundo sabe que você quer vingança. Eu mesmo investiguei seu passado e há coisas no seu arquivo que eu não tenho nem permissão para ver, mas o pouco que vi já basta para saber que você é capaz de matar esses caras facilmente. E eu não quero mortes. Não é nem porque eles mereçam piedade — esses caras são vagabundos, sem dúvida — mas o seu capitão, o Machado, é um homem muito respeitado e conhecido no Rio. Ele não quer ver você preso, porque sabe que não merece cadeia por causa de lixo como esses. Mas se você matar alguém, eu vou ser obrigado a te prender.

— É exatamente por isso que eu vim pedir sua permissão: eu não pretendo matar ninguém. Eles não merecem a morte rápida e fácil. Tenho um plano e, se tudo der certo, consigo uma apreensão que vai colocar o seu nome na história da polícia do Rio de Janeiro, e ainda fico te devendo um favor.

— Como assim, não pretende matar ninguém? Como vai resolver isso?

— Sem tiros, sem sangue derramado nas ruas e sem causar alvoroço na cidade. Eles não vão nem saber o que os atingiu primeiro. Vão sangrar, vão perder tudo e se destruir sozinhos, mas não vão morrer, e ninguém terá do que reclamar.

— Então me explica esse seu plano, passo a passo.

Contei a ele cada detalhe do que eu havia arquitetado, o que precisava dele para dar certo e como ninguém — nem eu, nem vocês — seria preso se as coisas saíssem do jeito que esperávamos. De quebra, eu entregaria nas mãos dele pessoas que realmente mereciam estar atrás das grades.

— Ok, Marcos. Você é muito inteligente, tenho que admitir. Se isso der certo como diz, está feito. Mas saiba que vou cobrar esse favor que você está me devendo logo em seguida, sem te dar um minuto para respirar.

— Pode cobrar quando quiser, senhor.

Apertamos as mãos. Ele pediu que eu enviasse fotos e os nomes de todos os que estivessem atuando na rua, e orientou que, se precisássemos de algo, era só citarmos o nome dele que ele apareceria. Mas deixou bem claro: se aparecesse alguém morto ou se tudo saísse do controle, ele iria lavar as mãos, nos levaria para a delegacia e nos prenderia sem pensar duas vezes. Concordei e saí de lá com o apoio que precisava.

Agora faltava o dono do presídio. Fui ao seu encontro; Reis já havia avisado da minha visita, mas, ao contrário da conversa com Barbosa, esse encontro foi muito mais acalorado e cheio de atritos.

Chegando na penitenciária, avisei que iria falar com o diretor Alexandre. Fiquei aguardando, e foi um tempo surreal: esperei pelo menos duas horas, ele passou por mim avisando à secretária que iria almoçar, e só depois de mais um bom tempo de espera ela me chamou até a sala. Entrei, ele me olhou, dispensou a funcionária e começou a falar todo ignorante.

— O Reis, do BOPE, marcou essa reunião com você, mas sendo sincero, sua vinda aqui é perda de tempo, garoto. Eu não tenho nada que possa fazer por você.

— Primeiro, prazer em me apresentar: me chamo Marcos. E saiba que perda de tempo seria se eu não tivesse vindo aqui. Já sei como tudo funciona, só preciso conversar com o senhor e mostrar o meu ponto de vista. E já vou pedir: retire a palavra “garoto” da sua frase quando se referir a mim.

— Você pode tentar me impor respeito, mas eu sou um diretor de respeito. Por mais que eu odeie os detentos dessa prisão, eu não posso simplesmente entregar a cabeça de um deles para você. Ainda mais o Carlos, que é o chefe de todos eles; isso só me daria dor de cabeça e problemas.

— Eu não quero a cabeça dele, quero ele inteiro. E diferente do que está pensando, eu não pretendo matá-lo.

— E ainda bem, porque eu também não deixaria. Sou um diretor sério, nunca deixei e não pretendo deixar ninguém matar um dos meus detentos aqui dentro.

— Vamos com calma: primeiro, se eu quisesse matá-lo, não estaria aqui pedindo a sua permissão. Segundo... diretor sério? Rsrs... Não me faça rir.

— Você precisa de mim, garoto, e ainda vem me insultando? Sabe muito bem que está aqui para pedir um favor.

— De novo, retire o “garoto”. E eu não estou te pedindo favor nenhum. Estou te informando o que eu vou fazer na sua prisão, por respeito ao seu cargo — embora, pela forma que me recebe, o senhor não mereça respeito algum. E, mais cedo ou mais tarde, eu vou organizar tudo isso aqui melhor do que você consegue.

Naquela altura, nós dois já estávamos com os nervos à flor da pele, falando alto, o clima estava péssimo. Ele insistia em me chamar de moleque e não tinha nenhum respeito pela minha pessoa, e eu retribuía na mesma moeda, até que ele se levantou, virou-se para mim e disparou:

— Moleque, moleque não, seu pivete! Já falei e vou deixar bem claro: na minha penitenciária, não vou deixar você fazer a sua vingança de merda nenhuma. Vai indo embora antes que eu chame a polícia e conte o que você está querendo fazer aqui.

— O senhor está certo, melhor eu ir mesmo. Mas saiba que, ao sair daqui, vou direto ao prédio da SENAPPEN conversar com eles. Vou contar que não posso contar com a ajuda do senhor para investigar um traficante que claramente está recebendo privilégios dentro da prisão com o dinheiro do povo, enquanto ele pode usufruir de regalias e, inclusive, cometer estupro dentro da própria cela dele, e ninguém faz nada.

Ele me olhou, ficou pálido, não soube responder. Virei as costas e saí andando, com muita raiva.

Chegando em casa, estavam lá a Lara, a Bianca, a Aline e o Dudu, todos conversando e jogando conversa fora. Cumprimentei eles, entrei no banheiro e tomei um banho para relaxar. Quando saí, Dudu me puxou para um canto.

— Já fui lá e estou fazendo tudo o que você me pediu, Sargento.

— Muito bem. Continua fazendo exatamente isso até o Matias voltar dos Estados Unidos. A parte dele é fundamental para que a nossa dê certo.

Estávamos conversando em voz baixa até que Aline apareceu.

— O que esses meninos ficam conversando aí tão baixinho e em segredo, hein? Posso saber?

— Nada demais, amor. É só uma coisinha que o Sargento me pediu para ajudar. Nada de mais.

— Ta bom então, vamos embora que amanhã a gente trabalha cedo.

Antes deles irem, abri a carteira e dei 200 reais para o Dudu.

— Dá para a semana toda?

— Dá sim, obrigado.

Eles saíram. Ficamos só eu, Lara e Bianca dentro de casa, até que meu telefone tocou; era o Reis.

— Fala, Pantera, rapaz! O diretor Alexandre está em choque aqui comigo. O que foi que você falou para ele? O cara tá desesperado!

— Nada de mais. Ele tentou me diminuir e me desrespeitar, mas eu coloquei ele no lugar dele, mostrei como as coisas realmente funcionam.

— Pois então, ele quer conversar com você amanhã, com urgência. Disse que é importante.

— Pode deixar que amanhã, assim que eu sair da base, passo lá.

Fui dormir. Em seguida. Acordei pela manhã e, ao contrário de tempos atrás, agora eu andava com a arma à mostra, 24 horas por dia. Mas algo ainda me incomodava, e eu precisava resolver isso antes de tudo começar.

Sai da base e fui até a autoescola. Deixei tudo pago e resolvido. Depois passei no depósito, chamei a Lara, coloquei ela dentro do carro e levei-a até lá. Ela levou os documentos para dar entrada na habilitação; foi uma surpresa para ela. Pensei que ela fosse protestar ou ficar brava por eu ter pago tudo, mas ela aceitou super de boa — só reclamou um pouco de eu ter gastado dinheiro, conversamos e eu expliquei que era importante, e ela entendeu.

De lá, segui para a penitenciária, mas antes deixei ela na casa da Bianca. Chegando lá, nem precisei esperar horas e tomar aquele chá de cadeira como da última vez: Alexandre me atendeu rápido e, diferente da outra vez, me tratou com muito respeito e educação.

— Desculpa, Marcos. Ontem, quando você esteve aqui, você me pegou num dia péssimo, eu estava com a cabeça cheia de problemas e acabei descontando em você. Me diz, em que posso te ajudar? De verdade.

— Na verdade, sou eu quem pode ajudar o senhor. Primeiro: vou deixar você, de fato, controlar a sua prisão, não ser refém dela. Segundo: vou ajudar a controlar o Carlos direitinho, deixar ele e todo o poder dele na palma da sua mão.

— Rapaz, eu não quero te desrespeitar de novo, mas você precisa saber como que funciona o mundo aqui dentro. Carlos é um homem que tem muitos contatos do lado de fora, uma amizade muito forte com a facção que comanda a favela. É difícil controlar um homem desses; qualquer coisa que acontece com ele, o problema respinga para fora, e eu não posso deixar você matá-lo aqui dentro, senão isso vira um inferno na minha mão.

— Eu estudei, pesquisei e sei exatamente como funciona. E eu já disse: não vou matá-lo. Não quero a morte dele, porque quero que ele pague por tudo o que fez. Morte é coisa simples, é livramento. Eu vou quebrar ele por dentro, acabar com a dignidade dele, e depois sim, quebro ele fisicamente. Quero que ele viva para ver tudo o que ele construiu desmoronar.

— Então o que quer que eu faça? Tire alguns privilégios dele aqui? Quer que eu troque os monitores, fique de olho em tudo o que ele faz?

— Não. Eu quero o contrário: dê mais privilégios a ele. Deixe ele solto, achando que manda em tudo, que manda em todos, e que até manda no senhor. Deixe ele se achar o dono do mundo. Depois, em determinado momento, eu vou querer cinco dias de acesso livre na sua penitenciária. Quando eu pedir, coloque ele na solitária, deixe eu ficar sozinho com ele, e até lá... segue tudo normal, como se nada fosse mudar.

— Ok, pode deixar comigo. E sobre o que você falou de visitar certas pessoas aqui dentro, ver os detentos... isso pode ficar só entre nós? Ninguém mais precisa saber.

— Assim como a minha visita e o que eu vou fazer com o Carlos ficará só entre nós.

— Fechado.

Apertamos as mãos e saímos de lá, tudo acordado.

Em seguida, eu tive que viajar e passar esses três meses fora em missão, já que estava apto para voltar ao trabalho.

Enquanto eu estava em missão na Amazônia Silva estava comigo e um certo dia tocou meu telefone e era o Barbosa cobrando o seu favor, Silva me viu perguntou o que se tratava eu expliquei e ele se ofereceu para cuidar desta parte, que eu era so para me preocupar com o plano do Carlos

Durante esse tempo, tudo foi sendo armado e preparado para que, na minha volta, eu pudesse dar o fim em tudo o que planejei.

Agora estou de volta. E a primeira coisa que fiz foi ir ver como estava o progresso de cada um da equipe.

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Me chamo Eduardo, mas muitos me chamam de Edu ou Dudu. Conheci o Sargento quando ele esteve na minha casa pela primeira vez, e o cara é o maior da hora! O que ele fez pela Larinha, pela minha família e por mim, não tem explicação — é impossível não gostar e respeitar ele.

No começo, quando descobri que ele era militar, confesso que fiquei meio cabreiro, desconfiado. Mas com o tempo, a gente vê quem é quem, e percebi logo que o cara é sangue bom, gente fina de verdade. E não era só eu que via isso: eu via a minha gordinha babando por ele, e a prima dela também, hahaha. E não é para menos, né? O cara é bonitão, tem uma postura imponente, é sério, inteligente e parece que está sempre resolvendo algum problema difícil.

Mas eu me garantia com a minha gordinha, tranquilo. Para ter ideia, eu tenho 1,85m de altura, sou mais alto que ele, sou branco, magro, tenho o cabelo grande — daquele comprimento que não dá para fazer rabo de cavalo, mas que todo mundo fala que eu preciso ir ao barbeiro cortar —, sou barbudo e vivo de boné. Ele sabia que eu gostava de fumar um baseado de vez em quando, e em vez de me prender, me tratar mal ou ficar enchendo o saco, ele sempre me tratou com respeito e me viu como pessoa, não como vagabundo.

Depois que ele levou os tiros, as meninas desabaram de chorar e sofrimento, e os amigos dele começaram a aparecer por lá. Eu gostava muito dele, mas naquela época, eu não podia fazer nada para ajudar. Briga nunca foi a minha praia, meu negócio sempre foi violão, guitarra, música e paz. Eu me sentia até meio mal, inútil, por não conseguir ajudar em nada na parte pesada.

Até que um dia ele fez uma reunião com todo mundo, contou um pouco do que precisava e pediu a minha ajuda. Eu até estranhei, achei que não ia servir para nada, mas falei logo: se eu puder ajudar, pode mandar.

Foi aí que ele me explicou:

— Dudu, quero que você vá até a boca de fumo na cidade vizinha e comece a comprar lá, sempre. Vá com calma, converse, se mostre interessado. Pode ir tranquilo, que a polícia não vai te enquadrar, nem te parar. E mais: eu mesmo vou te dar o dinheiro para você comprar.

Poxa, baseado de graça, com segurança e ainda ajudando o cara que eu gosto? Quem não iria querer?

Cheguei lá, foi o de sempre. Na primeira vez, os caras ficaram desconfiados, querendo saber quem eu conhecia, de onde eu era, o que eu fazia. A primeira semana foi difícil, olha, tive que ter muita paciência. Mas finalmente consegui confiança e comprei a primeira quantidade.

Voltei todo feliz, cheguei na casa dele e entreguei:

— Sargento, comprei a parada, está aqui comigo. Toma.

Ele olhou, nem pegou e já me deu o maior esporro:

— Se tá doido, cara? Eu não uso isso, não!

— Ué, então o que eu faço com isso, então? Foi o você quem mandou comprar...

— Fica para você, joga fora, dá para alguém, mas não revende isso e nem dê para menor de idade, senão a sua imunidade vai de arrasta pra cima, entendeu? Você está aí para me ajudar, não para se ferrar.

— Tranquilo então, entendi direitinho.

Peguei o baseado, levei para casa. Chegando em casa minha gordinha veio logo me perguntando

— Amor o que você tanto conversa com o sargento ? Não estou gostando do vocês dois muitos próximos não em

— Esta com ciúmes relaxa minha gordinha só tenho olhos para voce

— Não e isso só acho estranho queria saber o que vocês tanto conversamos

— Ele pediu para eu fazer algo para ele, mas não posso falar o que é

— Ata estou observando

— Ta observando ate demais, acha que não vi voce olhando para ele

— Ta doido ele tem namorada e...

— E agora ta solteiro eu sempre te vi babando para ele mas agora estou de olho em voce em

Ela veio me beijar falando comigo beijando minha boca

— Amor ele a preto eu prefiro um branquinho não viaja não

— Em falar em viajar amor olha o que comprei para gente, mostrei o fininho para ela

Ela se animou pegou o isqueiro e começamos a fumar e o bagulho era do bom mesmo

A onda foi batendo eu e minha gordinha estávamos deitados na cama ela esrava vestida ela usava um vestido folgado mas curto uma.calcinha fio dental que era o tipo que ela maia gostava de cor branca e sutiã de bojo porque ela tem os peitos muito grande, ela era baixinha tinha 1,55 gordinha cabelos ate a altura do pescoço o rosto lindo com as maçãs da bochecha sempre destacava aquele sorriso dela

Ela tambem foi sentindo a onda bater ela fica com tesao rapido ela já veio subindo em cima de mim me beijando o vestido foi subindo eu já estava de pau duro com ela sentada no meu colo e fazendo movimento de pra frente e pra trás já sentindo ele duro eu coloquei o baseado na cabeceira e agarrei a bunda dela e comecei a beijar ela a cada toque eu eu dava ela gemia ela estava completamente sensível ao meu toque ela continuava ali roçando e beijando a minha boca eu fui abaixar minha bermuda mas ela não deixou segurou minha mão e entre gemidos falou

— Amor não tira não eixa assim mais um pouco ahhhhhhh

Depois que ela falou deu um gemido alto e começou a roçar em meu pau por cima da calca eu aproveitei abaixei o vestido dela e o sutiã junto e coloquei seus peitões para fora e agarrei ele chupando com vontade eu ficava revezando entre um e o outro ficamos assim por uns minutos ate que ela começar a gemer mais alto e começar a dar espasmos eu dou um beijo nela aonde nossas línguas ficam brincando uma com a outra depois de um tempo nos beijando o coração dela desacelerando eu a tiro do meu coloco e a coloco do meu lado olho para minha bermuda bege que eu usava e ela estava molhada pelo mel que saiu da sua buceta eu entao tirei a bermuda e a sunga junto e depois fui para o meio das pernas dela tirei sua calcinha com ajuda dela levantando o quadril eu fui para a buceta dela e comecei a chupar ela quando minha lingua bateu em sua buceta ela, tomou um choque e deu um gritinho

—Uiiii amor eu estou sensível vai devagar

— Pode deixar gata

Eu voltei a chupar ela com mais delicadeza fui jndo devagar ate info aumentar o ritmo aos poucos e não demorou muito ela gozou de novo na minha boca e ficou toda mole na cama com a respiração acelerada ela me olhou

— Amor essa maconha e muito boa puta que pariu eu to toda sensível gozei rapido fuas vezes nunca gozei assim

— Que bom que gostou agora eu tenho a fonte certa

— Vem ca que minha garganta esta seca preciso molhar ela me da esse pau aqui

Fui para perto da cabeça dela , me ajoelhei e dei meu pau para ela chupar, ela me abraçou pela cintura e começou o boquete chupando com vontade como ela sempre fazia ela nunca ficava so com a cabeça ela tentava engolir ele o tempo todo e sempre conseguia eu tenho um pau de 16cm e ela o engolia com facilidade eu sentia indo na sua garganta e voltando hora ela punhetava ele e teve uma hora que ela começou a chupar ele e a punhetar ao mesmo tempo eu não esrava mais aguentando e gozei mas gozei muito na boca dela , ela não conseguiu engolir todo o leite e vazou pela boca dela caiu uma gota na cama ela depojs de limpar meu pau todinho se abaixou e pegou a gota que caiu no travesseiro depois disso deitamos um do lado do outro respeitamos e nem deu tempo de mais nada ela veio me beijar eu senti o gosto do meu leite na boca dela , mas eu não erava ligando para mais nada meu pau mesmo depois de ter gozado não abaixava, ela ficava me beijando e começou a tocar uma pra mim enquanto nos beijamos ela não largava meu pau ficamos assim por um tempo ate ela subir em cima de mim encaixar meu pau na sua buceta e descer, parecia ate faca quente na manteiga de tao molhada que ela estava so escorregou para dentro quando entrou ela sou um gemido

— Ahhhhhhh que pau gostoso me fode amor por favor come essa puta

— Pode deixar comigo

Ela vinha quicando e eu socando de baixo para cima ficamos nessa posição por um tempo ate as pernas dela cansar eu nem dei tempo de ela respirar eu a coloquei no papai e mamãe agarrei os peitos dela e comecei a comer ela de novo com vontade e chupando aqueles peitos grandes, parecendo um bezerro faminto ela so gemia e fala

— Ai amor to toda sensível isso ta gostosos demais me come vai, não larga meus peitos não chupa eles, delicia

Eu não parava de comer ela ate que anuncia

— Vou gozar

— Vem goza comigo me enxergam de leite da deu na boca agora quero na buceta enxergar minha xota de leite vai seu safado, seu puto

Eu não aguentei e gozei no primeiro jato de porra dentro dela deixei meu pau la dentro pulsando

— Puta que pariu eu senti o jato la dentro seu cachorro eu to gozando seu puto

Ela começou a gozar de novo eu já estava exausto eu saí de cima dela ela esrava exausta que nem eu acabamos dormindo sem tomar banho aquele dia todos melados cheirando a sexo

Passou esse dias nos estávamos transnado o tempo todo mas só transavamos chapados aonde ela me liberou seu cuzinho coisa que raramente fazia porque falava que doia muito mas jossa vida sexual estava cada vez melhor ela desencanou de ficar querendo saber o que eu e Sargento estavamos fazendo

Depois disso, o Sargento começou a me dar mais e mais dinheiro, para eu ir comprando em quantidade cada vez maior. Eu já estava começando a ficar conhecido entre o pessoal da boca; eles começaram até a me chamar de Playboy, porque eu sempre tinha dinheiro sobrando e aparecia lá duas, três vezes por semana, sem medo de nada.

Foi então que eu descobri qual era a minha função ali de verdade. O Sargento veio conversar comigo sério:

— Dudu, se liga bem: esse dinheiro todo é para você comprar em grande quantidade, como se você fosse revender ou passar para frente. O que eu quero é que você ganhe a confiança deles, apareça que é negócio grande. Você precisa usar na frente deles ao menos uma vez, para parecer real. E tá vendo o Matias ali? Ele vai te dar umas coisas e te ensinar o que fazer. O resto é com você. Ah, e não usa tudo o que comprar, hein? O que sobrar, entrega para o Reis depois.

Cheguei lá, conheci o Matias de verdade antes so tinha visto ele poucas vezes. Ele sim parecia um playboy de verdade, mais branco do que eu, se vestia bem, sapato engraxado, relógio... tudo de primeira. Ele me mostrou uma camisa que eu até gostei, mas me falou que tinha uma câmera escondida nela, e me ensinou:

— Quando você estiver lá dentro, conversando ou negociando, evita deixar os braços na frente do peito, senão tapa a lente. Deixa os braços soltos ou apoiados na cintura.

Fui chegando lá e já falei logo que queria quantidade maior, que o pessoal do meu condomínio tinha gostado muito da qualidade daquela droga e que eu já estava comprando para todo mundo de lá. A princípio, eles ficaram cabreiros, achando estranho um cara de fora comprando tudo isso, mas com o tempo foram aumentando o fornecimento aos poucos.

Passaram-se dois meses. Eu já estava totalmente enturmado com o pessoal, comprando muito, eles já me levavam lá para dentro da sede deles, na sala reservada, e eu até tinha escolta para sair da favela, por segurança.

Até que um dia o Matias me pediu para colocar uma câmera bem escondida no esconderijo principal das drogas e aonde ficava o dinheiro. Eu não sabia como fazer, tinha medo de estragar ou de ser pego, então ele foi comigo disfarçado. Os caras estranharam ele ir comigo, claro, mas eu os acalmei:

— Relaxa, gente, ele é um primo meu. É de confiança.

E o Matias pareceu saber lidar com aquilo como ninguém, conversou, deu risada, foi simpático. Eles pediram para ele esperar do lado de fora, pois iam me levar para ver a mercadoria, mas eu falei:

— Não, ele precisa ir junto, não tem segredo não. Deixem ele ir, para vocês se conhecerem direito, porque quando eu não puder vir aqui, ele vem no meu lugar para buscar a encomenda.

Assim eles aceitaram e deixaram ele ir junto. Nem vi como foi rápido e silencioso: num piscar de olhos, o Matias já tinha colocado a câmera lá dentro. Eu estava todo suando de nervoso, olhando para ele o tempo todo, e mesmo assim não vi ele colocar a câmera. Só acreditei que tinha dado certo quando chegamos na casa do Sargento e ele me mostrou a imagem na tela: dava para ver tudo e ouvir tudo claramente. Essas tecnologias são diferentes mesmo, impressionante.

Depois disso, eu só ia lá comprar, conversar, manter a aparência e voltava para entregar as coisas para o Reis. Mas sempre segurava um pouco da mercadoria, claro, para poder fumar um e curtir com a minha gordinha em casa.

Passados os três meses que o Sargento ficou fora, ele voltou. Eu e o Matias sentamos com ele e contamos tudo: mostramos as gravações, falamos sobre cada um que trabalhava lá, como funcionava, e até descobrimos e entregamos o nome do gerente responsável por tudo.

Então Sargento me agradeceu disse que

A missão tinha dado certo, graças a Deus. Fiquei muito feliz em poder ajudar

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Reis

Depois de tudo o que aconteceu com o Pantera, quando ele finalmente acordou, ficamos sabendo da notícia da gravidez da Isis. A Bia ficou revoltada, pois mesmo depois de tudo o que aquela mulher fez, ele ainda dava atenção e preocupação a ela. Mas, apesar de qualquer ciúme ou raiva, eu e a Bia estávamos num relacionamento sério e firme. Todos já sabiam que estávamos namorando, e ela já estava praticamente morando na minha casa. Ela já não era mais de balada como antes a vida dela era juntos com as meninas elas viviam juntas

A única coisa que nunca mudou nela, desde o primeiro dia que viu o Pantera, era o desejo absurdo que ela sentia por ele. Ela falava abertamente sobre isso comigo, sem vergonha nenhuma, e no começo eu estranhava e ficava com raiva claro. Eu gostava muito dela, estava completamente apaixonado, mas com o tempo, comecei a falar também que tinha olho para outras, que também queria comer outras mulheres.

Chegamos então a um acordo: ela poderia dar para o Pantera quando quisesse, e eu poderia comer qualquer outra mulher que eu quisesse. Só não podíamos nos apaixonar por ninguém, porque paixão, amor e sentimento mesmo, só existia entre nós dois. Nessa conversa foi a primeira vez que ela disse que era apaixonada por mim e deixou claro que o que ela sentia pelo Pantera era somente Carnaval mas que mesmo que ele quisesse relacionamento com ela, ela não aceitaria porque não e via mas longe de mim

Depois que acertamos isso, tudo entre nós fluiu de uma forma que eu nem imaginava. O sexo ficava cada vez melhor, sempre apimentado, um falando do desejo do outro na frente, eu contando sobre quem eu via por aí e queria comer, ela falando do corpo e do jeito do Pantera... Era meio doentio, talvez, para quem olhasse de fora, mas para nós dois dava um tesão danado e era bom demais.

Um belo dia, estávamos conversando e ela começou a falar da visita que a Lara e a Bianca fizeram à Isis. Elas foram lá, trataram ela bem, com respeito, por causa da criança que esperava. A Bia ficou com muita raiva:

— Agora todo mundo vai tratar aquela mulher como se fosse santa, só porque está grávida? Que droga!

— Não é bem assim, Bia. — falei tentando acalmar — A criança pode ser filho do Pantera, e todo mundo gosta dele, ele é da nossa família. Claro que não vamos abandonar um filho dele, né? Seja de quem for, é sangue nosso agora.

— Você disse tudo, baby: possivelmente dele. Mas eu queria muito dar na cara daquela sonsa, por tudo que ela fez com ele, com a gente. Mas não posso, não, porque se eu bater numa grávida, eu sou a errada da história. Que ódio!

— E é melhor mesmo não fazer nada. Até porque... eu já fiz, e foi a pior coisa que eu poderia ter feito.

Ela parou, me olhou com aqueles olhos arregalados:

— Como assim, você fez? Fez o quê?

— Lembra que a investigação sobre ela deu errado, e eu te falei que não dava para ir atrás dela na época porque ela estava muito bem protegida?

— Lembro sim. O que é que tem a ver com isso?

— Então... eu fiz merda. No dia que eu fui lá, eu perdi a cabeça. Deixei o pessoal falar mais alto, criar confusão, eu mesmo bati na cara dela e ainda dei umas porradas no pai dela, que entrou na frente para defender ela. Saí de lá arrependido, achando que tinha sido um erro bater em nela.

— Mentira que você fez isso e não me contou nada, Baby?!

— Fiz e não te falei por vergonha, achei que tinha agido feito criança, que não era o meu papel...

Ela abriu um sorriso malicioso, daquele sorriso que eu conheço bem:

— Se você tivesse me falado isso no dia, eu teria te dado o meu cuzinho de tanto orgulho de você, meu amor!

— Opa, falei agora, então...

— Agora você vai ganhar só buceta! Demorou muito para falar. E lembre-se: esse cu aqui tem dono, e você sabe muito bem quem é, né?

Ela já falou isso me provocando ela vestia apenas um baby doll que deixava aquele corpo todo marcado e desenhado

Ela veio para cima de mim, me beijando estávamos na cozinha eu já apertei aqueles bundao dela a puxando para mim ela deu uma arrebitada na bunda pra eu pegar mais em cheio ainda ela beijava minha boca enroscando nossas línguas aquele beijo molhado e gostoso,eu que estava ao de cueca porque ainda era pela manha fiquei roçando meu pau na buceta dela por cima to nosso tecido eu dava chupao no seu pescoço e ela gemia e o gemido dela era gostoso aquele gemido rouco aquela mulher sabia me deixar doido com rapidez eu virei ela a coloquei encaixada na mesa abaixei seu short ate seu joelho, me ajoelhei e comecei a chupar aquela buceta e ao mesmo tempo passava a língua naquele cuzinho que não parada de piscar, teve uma hora que parei de chupar a buceta e passei só a língua aquele cuzinho parecendo um cara faminto e ela não parava de piscar ele na ponta da minha língua e falando putaria e tentando me provocar

— Isso safado língua esse cu prepara ele, sabendo que não e voce quem vai comer e sim seu amigo com aquele cacete gostosooooooo

Eu ouvia aquilo e não parava de chupar ela coloquei um dedo dentro dele entrou apertado, e comecei a chupar sua buceta com meu dedo no seu cuzinho , não demorou muito e ela gozou daquela jeito sem parar de falar putaria

— Isso safado assim eu vou gozarrrrr seu filho da puta vem aqui que quero esse rola na minha boca

Eu me afastei ela se virou ajoelhou colocou meu pau para fora e começou a me chupar dando uma boa chupada aquela boca quente eu sentindo a cabeça do meu pau bater no céu da boca dela ela chupando teve um momento que ela parou e começou a dar atenção às minhas bolas, colocando as na boca e chupando eu já estava ficando louco doido para gozar na boca dela e para provocar ela também comecei a falar enquanto ela chupava

— Continua assim mama direitinho quero ver se amarar melhor que a sua prima aquela putinha

Ela tirou a bola da boca me olhou deu um sorriso

— Não só mamo mas dou o cu melhor que ela mas isso só seu amigo sabe

Ela falou isso meu pau de um solavanco eu mesmo não entendia esse tesão que eu tinha quando ela me provocava , ela voltou a me mamar de novo e desta vez parecia mais faminta que antes eu segurei seu cabelo e comecei a enfiar o pau em sua boca como se tivesse comendo a sua buceta ela tirou a mão do meu pau e apoiou em minhas coxas e eu jogando a piroca o mas fundo que podia ate que ela empurrou minhas pernas para traz e saiu se levantou colocou os peitos sobre a mesa empinou a bunda e abriu com as duas mãos e vi aquela buceta aberta dava para ver o túnel de entrada e seu cuzinho fechadinho

— Vem come essa puta que ela precisa de pau, já que seu amigo não esta aqui, serve essa piroca ai mesmo

Eu tomado de tesao ouvindo ela me.provocando encostei atrás dela pincelei a piroca e fui colocar no seu cuzinho primeiro ela me afastou

— Já te falei esse cu tem dono, se contente com a buceta

— Quer na buceta então ta toma

Enfiei tudo de uma vez na buceta dela uma socada so empurrando tudo ckm brutalidade ela deu um grito

—AHHHHHHH SEU FILHO DA PUTA QUER ME ARROMBAR

Depois disso comecei a comer ela com vontade

— Sua prima aguenta rola de uma vez voce que ta fraquinho

Eu continuei comendo ela que só gemia ele u socando nela vendo aquela bunda grande meu pau saindo e entrando de sua buceta ela gemia me xingando me provocando

— Vai devagar seu corno que tenho que dar para o Sargento hoje e ele não tem pena da minha buceta

— Sua puta hoje vou te comer que voce não vai nem conseguir pensar em dar para outra pessoa

Eu socava nela firma ate que a virei de frente a coloquei em cima da mesa da cozinha tirei o resto do short do baby doll dela a sua camisa e ela deixou suas pernas aberta e coloquei ela no meu ombro e eu empurrei em sua buceta no frango assado eu já estava pingando de suor e ela estava suada também deixando aquele pele ainda mais bonita a buceta dela lisinha engolindo meu pau como se fosse nada aquela tatuagem de pimenta na virilha que ela tinha me deixava doido parecia ate que a buceta dela pegava fogo de tão quente que era, eu estava em transe olhando ela gemendo se masturbando e via aquele leve sorriso no rosto de quem estava adorando o momento e curtindo nos dois na pegando suor eu não estava mais aguentando de tanto tesão

— Vou gozar sua puta

— Goza agora não amor eu to quase

Eu não aguentei e comecei a gozar dentro da buceta dela

— Não eu ainda não gozei

Ela reclamando e eu já exausto depois de ter gozado

— Agora voce vai vir chupar meu peito ate eu gozar pode vindo

Eu comecei a chupar o peito dela e ela ficou se masturbando e falando

— O Sargento não me deixa na mão só goza depois de mim e voce goza na primeira oportunidade por ele que ele vai me comer e na sua frente para voce deixar de ser frouxo e ele ainda vai comer meu cuzinho voce entendeu

— Sim

— Fala mais alto que não ouvi

— SIM

— Caealhoooooooo to gozandoooooo

Ela gozou comigo chupando seu peito e falando um monte para mim depois que ela gozou m3 beijou e nós dois nos beijamos totalmente apaixonados, tiramos aquele fia para passearmos ir ao cinema e ela acabou esquecendo Isis

No dia seguinte, eu recebi todos os vídeos, fotos e relatórios de toda a movimentação, entrada e saída de drogas, tudo o que o Matias tinha gravado e me mandado. Peguei todo o material e fui direto para o batalhão informar o Coronel.

Ele já tinha ciência de tudo, sabia que eu estava trabalhando em conjunto com o Delegado Barbosa e com a Polícia Federal. Deixou claro que eu poderia usar a minha equipe, mas que eu teria que o informar de cada passo dado: seria uma operação conjunta e com total sigilo. Meu Capitão viu tudo, analisou as provas e deu a autorização total para eu ajudar a nossa equipe e tocar o plano.

Passei todas as informações para os meus homens, organizamos tudo e tínhamos o prazo de um mês para executar toda a operação. Agora, a minha parte estava toda feita, as provas estavam nas mãos certas. Eu só precisava agora da confirmação do Fernandes e do próprio Pantera para poder agir e dar o bote final.

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Fernandes

Me chamo Douglas Fernandes. Sou loiro, tenho o cabelo estiloso, sempre com um topete bem arrumado, uso apenas um bigode bem feito, e tenho o braço direito todo fechado de tatuagem. Tenho um metro e oitenta centímetros de altura. A turma pode até falar o contrário, brincar, mas na boa? Eu sou o mais bonito de todos. Malhado de academia. Mas casar, ter filhos, construir família... isso nunca foi para mim.

Sempre me dei bem aonde eu ia, afinal, 26 anos, bonito, bem resolvido e ainda sendo Policial Federal? Não existe mulher que resista. Meus amigos sempre falaram que o meu único defeito era o meu ego, e talvez seja verdade, mas eu também sempre fui muito estudioso e inteligente. Sou carioca da gema, nascido e criado na Pedra do Sal, o berço do samba. Sempre me movimentei entre Ipanema e Copacabana, vim de uma família bem estruturada, e como meus irmãos eram de famílias mais simples, Tirando o Matias , eles me chamavam de Playboy por eu gostar de me vestir bem e ter meus luxos.

Acho que foi exatamente por tudo isso — meu jeito, minha lábia, minha confiança — que o Marcos me deu essa missão. Ele sabia que eu era o único que conseguiria cumprir ela sem grandes esforços. E apesar de eu achar que seria fácil, foi muito mais complicado do que imaginei, tomei cada canseira, mas no final, consegui. Deu certo.

A minha carga de trabalho deu uma abaixada quando informei meus superiores que eu estava em uma missão conjunta com a Polícia Civil. Com mais tempo livre, aproveitei: comprei umas roupas novas, coisas bacanas, e numa sexta-feira à noite, saí para curtir. Fui direto a um pagode famoso, cheio de gente bonita e animação.na favela

E foi lá que eu vi ela. Aquela pretinha, sambando no meio da roda, tirando onda, ela era uma preta linda cabelos cacheados ate o ombro tinha 1,60 centímetros tinha coxa grande bunda bem empinada, ela usava um shortinho jeans e um tomara que caia, tinha os pelos do corpo tingido de loiro e um sorriso largo mostrando que era dona de si. Mas o estranho é que ninguém chegava perto dela, ninguém tinha coragem. Eu estava vestido simples mas com estilo: camisa preta sem estampa, bermuda de linho, tênis branco, óculos para dar aquele charme de intelectual (só estilo, não era de grau) e relógio no pulso. Na mão, uma batida de maracujá gelada.

Fiquei só observando. Ela tinha peito pequeno... aquele padrão de mulher de periferia, de rabetao e peitinho pequinininho, que sabe ser mulher. O rosto era delicado, mas tinha um sorriso safado, provocante, que desafiava qualquer um. Ela sambava solta, às vezes descia até o chão, rebolava, e eu continuava lá, de longe, admirando a obra prima.

Depois de tomar dois copos de batida, peguei uma cerveja e comecei a me soltar também, sambando, sorrindo, chamando atenção das meninas ao redor. Mas ela, que era quem eu realmente queria chamar a atenção, nem me olhava. Parecia estar num mundo só dela, sem dar confiança a ninguém.

Até que o grupo que estava cantando começou a tocar Velocidade da Luz, da Revelação. Foi a minha deixa. Fui até eles, pedi licença e pedi para dar uma palhinha no cavaquinho. Eles pararam tudo, achando que eu era só um playboyzinho querendo aparecer, e pensando em me envergonhar na frente de todo mundo, o vocalista pegou o microfone e falou alto:

— Calma aí, galera! Espera aí, o Playboy aqui quer tocar uma conosco!

O pessoal todo caiu na gargalhada, zoando muito.

— Você sabe tocar isso mesmo, Playboy? Ou é só pose?

— Eu arranho um pouco, vamos ver.

— Então tá, Edinho, passa o cavaco pro Playboy aí.

Ele me entregou o instrumento. Assim que toquei a primeira nota, já foi diferente. Comecei a tocar Brasileirinho, com toda a raiz, fazendo o cavaco "chorar". O pessoal parou de rir e começou a aplaudir, foi uma loucura.

— Não é que o Playboy sabe tocar mesmo?! — gritou um.

— E ainda sei cantar também, quer ver? — respondi.

— Agora ele quer roubar nosso emprego também, é possível? — zoou o vocalista.

Pedi para ele deixar eu tocar mais um. E então fui direto na clássica: “O Meu Lugar”, do Arlindo Cruz. Cantei, toquei, me apresentei. Quando terminei, foi só aplausos e elogios. Desci do palco, e fui andando devagar, me aproximando cada vez mais dela.

Ela me olhou de baixo para cima, analisando cada detalhe. Eu a encarei firme, cheguei mais perto ainda e falei baixinho:

— Não olha muito não, que sou maduro, vou acabar caindo de amores por você.

— Maduro, é? Você é verde ainda, menino. Pra ser maduro de verdade, tem que ser bem experiente na vida.

— Se eu sou verde e sem experiência, então não vou brigar com você, não. É sempre bom ter o que aprender.

Ela sorriu, deu uma pequena abertura. Eu fui na deixa:

— E já que eu quero aprender mais um pouco... me diz: o que você pode me ensinar?

— A primeira coisa que vou te ensinar é: olha direito onde você está e com quem está falando, moleque.

— Eu estou num samba gostoso, envolvente, conversando com a professora mais linda que já tive na vida.

— Só que essa professora linda não está disponível para alunos novatos, não.

— Eu sou paciente. Espero até o dia que ficar “EXPERIENTE “

— Pode esperar sentado, porque nunca vou estar disponível. E nem você experiente o suficiente

— Que bom, eu adoro um desafio.

— Garoto, você sabe com quem está falando, né? Sabe quem eu sou?

— Sei. Com a mulher mais bonita desse pagode.

— Exagerado! Isso tudo é cantada para me ganhar? Melhor tentar outra, que essa não cola.

— Te ganhar só falando verdades é o objetivo. E eu não me contento com pouco. As outras até podem ser bonitas, mas não são você.

Ela começou a rir, gostou da ousadia. Ficamos nesse bate-papo, eu atacando na lábia, ela rindo e me provocando, até que ela soltou:

— Aluno, você realmente não sabe quem eu sou, né? Mas pela sua inocência e coragem, eu vou te alertar.

Ela apontou com o olhar para uns 13 meninos que estavam ali, perto da saída, todos com a cara fechada, olhando tudo.

— Tá vendo eles? Quando eu sair de perto de você, eles vão vir aqui e te dar uma surra de pau que você nunca vai esquecer.

— Só por eu estar aqui conversando com você?

— Sim. Aqui tem regra, tem dono.

— Então... se eu fizer isso agora?

Não esperei resposta. Cheguei bem perto, segurei o rosto dela e lasquei um beijo na boca dela. Um beijão mesmo, demorado, onde a minha língua passeou pela sua boca toda, sem cerimônias, com desejo. Quando eu soltei ela, ela estava sem fôlego, arregalou os olhos, tentando respirar.

— Agora eles vão te matar, seu louco! Corre

— Então valeu a pena. Se eu morrer agora, já posso dizer que a minha missão na terra foi concluída com sucesso. Toquei os lábios de um anjo.

— Garoto, você é doido! Corre daqui, vai logo, sai da frente antes que eles vejam!

— Não vou sair não... antes, me passa o seu número.

— Não dá tempo, eles já estão vindo!

— Dá sim, só fala os números, tenho memória fotográfica.

— Então tá... (xxxx-xxxx).

— Seu nome, meu anjo? Jéssica?

Um menino colocou a mão forte no meu ombro. Eu vi que ele estava armado, com a arma visível na cintura. Ele falou sério:

— Beijando a mulher a força, irmão? Aqui talaricagem não passa batido, não.

— Perdão, senhores... eu não vi aliança na mão da oitava maravilha do mundo, e pensei que poderia ao menos chamar de minha por um minuto.

Ela sorriu de canto, sem graça, mas gostando. Um dos meninos deu um soco forte na minha barriga, o pagode todo parou para ver. Outro gritou de longe, girando a arma para o alto:

— Pode continuar o pagode, galera! É só um corretivo que vamos dar aqui no Playboy, depois volta ao normal.

A música voltou, tudo continuou como se nada tivesse acontecido. Eles me puxaram, me empurrando para ir na frente. Saímos do meio da galera, entrei numa rua estreita, depois me levaram para um beco escuro. Eu já sabia exatamente onde estava, já tinha decorado tudo com o Matias. Parei de andar, comecei a falar um monte de coisa, me desculpando, enrolava para ganhar tempo, e eles me empurravam cada vez mais forte.

Chegando numa curva do beco, eles me empurraram de novo, mais forte ainda. Na hora que eu senti o empurrão, já disparei correndo para o lado. Ouvi um disparo atrás de mim, mas não pegou, passando longe.

— Você está maluco?! Quer matar alguém cheio de casas aqui? A bala pode pegar em qualquer morador a essa hora da noite! — gritou um deles, assustado.

Eu corri feito louco, pulei um muro que dava num quintal com cachorro — que latiu muito, mas eu já esperava por isso — e rapidamente pulei o muro da casa de trás, caindo num terreno baldio. Saí de lá correndo, cheguei na pista principal, e lá estava o Matias com o carro parado, porta aberta. Entrei, ofegante.

— Rapaz, pelo disparo que ouvi, achei que tinha acontecido algo feio! — disse ele já ligando o carro.

— Sei lá, quase tomei um tiro de novo, kkkk. É a minha vida, né?

— Mas deu tudo certo? Conseguiu o número?

— Consegui, sim. Agora só esqueceu de me avisar que na primeira casa tinha cachorro, hein?

— Eu não sabia, só passei a visão do que tinha no vídeo que analisei. Mas ainda bem que deu tudo certo.

— Sim, deu sim. Agora preciso de um banho e de um uísque. Amanhã eu te aciono para começarmos a parte dois do plano.

— Valeu, irmão.

Ele me deixou em casa. Tomei um banho quente, relaxei um pouco, e por volta da 3 horas da manhã, mandei mensagem para o número que ela me passou:

— Oi, boa noite. Sei que já é tarde, mas dizem que anjos não dormem, né?

Ela demorou horas para responder, visualizou e nada. Até que:

— Oi. Você mandou mensagem para o número errado.

— Duvido muito. Não esqueceria do número que aquela pretinha linda me passou hoje.

— Eu não passei número nenhum, garoto. Se tá doido?

— Tá bom então. Amanhã eu te ligo novamente. Se não me atender, irei no pagode semana que vem de novo, e dessa vez vou ficar mais tempo.

Ela não respondeu mais. Fui dormir. Acordei por volta das 9h30 da manhã, liguei para o Alef Silva. Nós tínhamos essa mania: ou chamávamos pelo sobrenome, ou por apelido de animal. Eu preferia chamar pelo primeiro nome, e eles me chamavam de Fernandes ou de Papagaio — por causa da minha lábia. Eles tinham essa coisa de militar na veia. Eu só entrei na polícia porque dava dinheiro bom e podia atirar quando precisava, apesar de eu quase nunca trocar tiro de verdade; as minhas operações eram sempre bem resolvidas na conversa.

— Fala, irmão! Como está a vida por aí? Você e o Marcos estão aí, juntos, muito de conchinha? — perguntei para o Alef.

— Rapaz, aqui você sabe como é: horrível. Cada coisa que a gente vê aqui é para deixar qualquer um doido, sem condições.

— Sim, eu sei. Mas como o nosso irmão está lidando com tudo o que houve? A ex, o suposto filho, esse inferno todo com tudo isso na cabeça?

— Irmão, ele está aqui, presente, mas ele está... diferente. Está muito focado em voltar aí para o Rio e pegar esse Carlos. Ele não quer saber de mais nada, só disso.

— Ele não pode se agarrar a isso de um jeito doentio, senão ele vai endoidar.

— Eu só vou deixar ele sentir o gosto da vingança dele, mas isso não é mais para ele, Fernandes. Ele parece até o cara que conhecíamos no início: sozinho, calado, sempre sem falar direito com as pessoas, só passando ordens para todos e seguindo em frente.

— Entendo... Manda um abraço nele aí. Eu vou para a academia, botar essa cachaça de ontem para fora.

Desliguei o telefone, fui malhar. Quando deu 13 horas, chegou mensagem dela:

— Menino... como você escapou ontem? Eu fiquei preocupada, achava que tinham te pego.

— Hum... agora já está preocupada e lembrou de mim? Que bom!

— Desculpa... é que pensei que tinham roubado seu telefone e estavam me testando, mandando mensagem no seu nome.

— Entendi. Mas não é teste não, sou eu mesmo.

— Percebi agora... me diz, como escapou deles? Ninguém nunca consegue sair de lá ileso.

— Simples: beijei um anjo e fiquei abençoado. Nada me acontece depois de tocar os lábios de uma pessoa especial.

— Garoto bobo... para com isso e me conta direito.

— Te conto, mas antes quero saber uma coisa...

— Lá vem... fala.

— Gostou do beijo?

— Garoto, para com essa graça, pelo amor de Deus.

— Então não respondo nada, nem falo como fugi.

— Tá bom, tá bom... O beijo... não deu para eu dizer que gostei, porque fui pega desprevenida, você me roubou o beijo.

— Então temos que repetir, para você avaliar melhor e com calma.

— Você quase morreu ontem! Tem medo do perigo, não, é?

— Um dia eu vou morrer de qualquer maneira. Então, por que não morrer por algo que vale a pena?

— Você é muito cafajeste!

— Do jeito que você gosta.

— Como sabe que eu gosto?

— Sei porque você aí está doida para me beijar novamente, e sabe que é verdade.

— Convencido!

Ficamos conversando o dia todo. No dia seguinte também. Ela dizia que gostava da minha loucura, que gostava de ver que, mesmo sabendo que poderia morrer, eu tinha coragem. Disse que ninguém nunca havia desafiado o mundo dela daquele jeito, e isso mexia com ela.

Depois de muitas conversas, eu falei que iria no pagode da outra semana. Ela ficou desesperada, disse que eu não poderia ir, que eles estavam doidos para me pegar, querendo me matar. Mas eu dei um jeito.

O pagode começou. Eu estava doido para entrar lá, mas não entrei. Mandei mensagem para ela com uma foto minha, olhando para o pagode lá de cima, da janela de uma das casas dos morros ao redor.

— Garoto, você é doido! Onde você está? Sai daí agora!

— Acha mesmo que eu iria ficar longe do meu anjo? Quero te beijar. Como faz? Eu vou até aí ou você vem até mim?

Eu vi ela falando com umas amigas, depois elas saíram. Uma das meninas foi falar com os meninos armados, distraindo eles. Ela subiu a casa, e assim que abri a porta, puxei ela para dentro e fechei rápido. Já lhe dei um beijo de língua novamente, só que dessa vez ela retribuiu com tudo o que tinha. Ela usava um short jeans que valorizava aquela bunda e um parte de cima parecia ser de biquini , rio de janeiro calor daqueles. Se entregou naquele beijo, com vontade, me agarrou forte. Quando soltei ela para respirar:

— Meu Deus... você é muito louco. Você está aqui dentro? Como entrou nessa casa?

— Um amigo meu alugou ela já tem um tempo. Gostou da surpresa?

— Se eles te verem aqui, eles te matam, Douglas!

— Esquece eles por um segundo. Fala da surpresa: gostou ou não? Eles não me matam, não, nem conseguem chegar perto.

— Claro que gostei da surpresa... estou até tremendo de nervoso e emoção.

A ataquei novamente em mais um beijo daqueles, com tudo. Ela parou e disse que tinha que ir embora, que já estava demorando muito.

— Tenho que ir... se não eles vão sentir minha falta e virão procurar.

— Ah, fica mais um pouco... só mais um pouquinho.

— Não dá, gato... é muito arriscado.

— Então, se é arriscado aqui... vamos marcar em outro lugar? Longe daqui.

— Longe daqui? Tudo bem... pode ser.

— Tá bom, então marcado.

Dei outro beijo nela, apertei a sua bunda com vontade, e ela até deu um gemidinho manhoso no meu ouvido. Soltei ela devagar, ela se virou para sair, olhou para mim com aquele olhar de desejo:

— Seu louco...

Saiu e fechou a porta. Em seguida, já coloquei minha roupa de motoqueiro, capacete, desci, subi na moto e fui embora de lá sem deixar rastro.

No dia seguinte, já acordei com mensagem dela:

— Bom dia, gato. Olha, o que você fez ontem foi loucura... mas eu adorei. Ninguém nunca fez isso tudo só para me ver. Você sabe fazer uma mulher se sentir especial, sabia?

— O que fiz até agora foi o mínimo. Quero passar mais tempo com você, de verdade. Mas você vive fugindo de mim.

— Eu não corro não, você sabe disso. É que a minha vida é complicada.

— Pode passar um final de semana fora? Sair do Rio, conhecer outro lugar?

— Posso... mas tenho que inventar algo para poder sair. Por quê?

— Quero te levar em um lugar lindo, para passar só nós dois. Sem perigo, sem ninguém, sem regras.

— Que lugar é esse?

— Espera, vou te mostrar.

Mandei o link que o Matias tinha preparado, um site de viagem e pousada de luxo. Ela aceitou o link, viu as fotos do lugar, da praia, do quarto.

— Gato... isso não é caro, não? Deve ser muito dinheiro.

— Preta... para ficar um tempo com você, isso é barato. É quase de graça.

— Tá bom... eu vou dar um jeito de fugir daqui e nós vamos, sim. Com certeza.

Ficamos nos falando por um tempo, depois paramos para eu resolver meus afazeres do trabalho. Em seguida, liguei para o Matias:

— E aí, irmão? Como estamos?

— Entrei agora no sistema... e tudo é nosso. Já temos acesso a tudo.

— Show de bola. Informa ao Marcos, ele precisa saber que a fase 1 está concluída.

Fui ver os preços: alugar a lancha em Búzios saiu 5 mil, mais 1.600 de hospedagem, fora o que eu iria gastar com ela, roupas, passeios... eram coisas de uns 10 mil reais. Fiz os cálculos, olhei para minha conta e pedi ajuda ao pessoal da equipe, pois eu estava quase sem dinheiro. Mas segui o plano perfeitamente.

À noite, o Matias veio até mim e me mostrou todas as conversas do WhatsApp dela. Ele hackeo o celular dela pelo link que enviei a ela. Eu perguntei como ele tinha conseguido entrar, só com o link que enviei. Ele me explicou sobre as técnicas de hacker, como duplicar o celular da pessoa e ter acesso a tudo, inclusive contas bancárias, mensagens antigas, tudo.

Ele ligou para a esposa, disse que iria passar a noite na minha casa porque tínhamos muitas coisas para ver. E lá vimos coisas impressionantes: várias mensagens antigas, até mensagens que ela já tinha enviado para a Isis, meses atrás. Pegamos as mais importantes, provas de tudo, e enviamos tudo para o Marcos.

Depois, vimos uma conversa recente dela com uma amiga chamada Andressa:

— Amiga, você vai ter que me cobrir nessa, hein?

— Não, você está doida! Se descobrirem que te ajudei, eu acabo morta e você apenas careca, meu bem. Cabelo cresce de novo, eu não.

— Mas ninguém vai saber, só eu e você. É só falar que vamos na casa de uma tia sua, passar um final de semana. Eu fico te devendo essa vida toda.

— Isso tudo é só para dar essa buceta para o tal Douglas? Não é você que vive se gabando falando que seu macho está preso, mas tem a fome de uns 10 homens?

— Sim, mas... esse Douglas... ele mexeu comigo, amiga. Não sei explicar, acho que ele me ganhou de verdade. Eu não sei... eu penso nele e já fico toda mole, querendo ver ele.

— Você é doida, mulher! Sabe que isso pode acabar matando ele, né?

— Ele sabe disso também, mas... você viu as loucuras que ele faz por mim... ele não tem medo.

— Tá bom, eu vou pensar...

Ali acabou a conversa. Vi outras com a família, amigos, parentes, mas nada tão relevante. Tudo isso só me ajudou a entender os gostos dela, o que ela pensava, e isso facilitou muito o meu trabalho.

Ficamos nos falando o tempo todo. Tudo o que ela falava de mim para essa amiga, todas as fotos minhas que eu enviava e ela mandava para Andressa, tudo ficava registrado, arquivado, para usarmos depois.

Até que chegou o grande dia. Aluguei uma Hilux nova e fui buscar ela no ponto marcado. Ela entrou no carro já maravilhada com o carro, com tudo. Partimos para Búzios.

No primeiro dia, assim que chegamos, nos hospedamos num hotel luxuoso, bem próximo à praia. Ela adorou tudo, ficou deslumbrada com cada detalhe. Eu parecia um bobo apaixonado, fazendo tudo por ela. Fui tirar uma foto nossa juntos, mas ela saiu na hora:

— Se tá doido! Posso tirar foto assim, não, e se alguém ver?

— Que isso, amor... é para guardar, para mostrar pros nossos filhos um dia, o nosso primeiro final de semana juntos.

Ela sorriu, me deu um beijo doce:

— Olha, não fala assim não, senão eu acredito que é verdade...

— Pode acreditar. É o que eu quero para a gente.

Os olhos dela encheram de lágrimas. Ela veio me beijando, e dessa vez foi diferente, mais profundo, mais sentimento. Parou de me beijar, olhou nos meus olhos:

— Eu sei que o plano era só chegarmos e curtirmos... mas podemos ficar só mais um pouco aqui dentro, no quarto? Só eu e você?

— Claro, gata. Esse final de semana é seu. Você quem manda em tudo.

— Só vou ao banheiro rapidinho, já volto.

Ela foi no banheiro. Eu já deixei tudo preparado, imaginando o que ia acontecer. Quando ela saiu, ainda com a mesma roupa da viagem: camisa preta, calça legging preta e sandália rasteira. Ela veio na minha direção, me deu um beijo e nos beijamos gostoso, com fogo. Eu a peguei com carinho, deitei ela na cama e comecei a beijar sua boca os lábios dela eram carnudos eu fui com suavidade com a mão em seu rosto eu deitado por cima dela, ela tirou minha camisa eu em seguida passou as mãos no meu peito e abdômen e de uma chupada nos dentes em seguida deu um sorriso eu visitei a beijar ela sem pressa para as coisas beijei seu pescoço ela já dava pequenos gemidos e eu fui tirando a sua camisa com ela me ajudando ela já estava sem sutiã fui descendo do seu pescoço depois para seus peitinhos pequenos e os chupei revezando de um para o outro com ela segurando a minha cabeça ate que teve uma hora que eu parei de chupar seus peitos e lhe beijar e a encarei olhando em seus olhos não sei a cara que fiz mais ela fez um carinho no meu rosto e voltou a me beijar estamos os dois sem pressa sem desespero parecia que tínhamos todo o tempo do mundo,ate que ela me empurrou abriu meu cinto depois o zíper da minha calca e lá estava meu pau para fora deu um pulo que ela olhou e soltou

— Uau gato ! Isso tudo e pra mim

—Todo seu exclusivamente seu

Ela então me afastou e começou o boquete colocando a cabeça rosada na boca eu senti aquela boca quente que deu maia tesão ainda ela chupou somente a cabeça e depois olhou para cima para minha cara eu abaixei segurei o rosto dela com as duas mãos e lhe dei um beijo depois me ajeitei ficando em pé fora da cama ela e sentou na beirada da cama e esticou o braço segurou meu pau e começou a me chupar de novo ela estava chupando com muito gosto passou chupar além da cabeça a cada descida dela ela ia pegando cada vez mais meu pau, ele não era grande tinha 16 cm mas todas sempre gostavam dele falando que eu estava na média teve uma hora que ela já estava engolindo tudo ficamos nisso por uns 10 minutos ate que ela começou a ficar chupando só a cabeça e comecou a punhetar eu já não estava aguentando mais

— Para se não vou gozar

Ela continua chupando e fez um som

—hum run

Eu não aguei mais segurei sua cabeça e gozei inundando sua boca de leite do qual ela fez questão de engolir tudo depois pegou meu pau passou a língua nele limpando o resto de porra que ficou nele e depois abriu a boca colocando a lingua para fora so para mostrar que engoliu tudo e deixou meu pau limpo eu não podia perder tempo depois que ela fez uma cara de safada eu empurrei ela na cama ela caiu de costas segurei as sua calca e puxei junto com a calcinha ela me ajudou a tirar tudo movimentando o corpo e levantando as pernas depois que tirei joguei a roupa dela para o lado e li ela ali deitada pelada a buceta dela bem pequena mal dava pra enxergar seu clitóris era apenas um corte bem pequeno eu olhei e foi a minha vez de dizer

—Uau

Ela me olhou

— Para de mentir voce teve mulheres mais bonitas que sei

— Já falei você é um anjo e eu sou privilegiado de ter um anjo desses comigo

Depois de dizer isso já abaixei e comecei a chupar aquela buceta quando abri com dois dedos já dava pra ver a baba ela toda melada e eu já cai de boca dela chupando ela não demorou mais que 5 minutos e ela já eAtava segurando minha cabeça anunciando que ia gozar e gozou mas eu não me dei por satisfeito e continuei chupando e também porque meu pau ainda não estava no ponto de bala para a próxima fiquei ali chupando ela mais um pouco enfiando o dedo na sua buceta ela tinha uma buceta muito quente pegando fogo eu continuei ali lingando ela e dedando ate ela explodir em mais um gozo, depois do segundo orgasmo dela ela ofegante disse

— vem me come agora quero pica

O pau já estava do jeito que eu queria peguei a camisinha coloquei subi na cama e no papai e mamãe eu a penetrei ela deu um gemido manhoso colocando a cabeça entre meu ombro e pescoço e me abraçou em seguida cruzando as pernas atrás de mim eu comecei a começar me movimentar ritmado e o gemido dela manhoso no meu ouvido eu parar beijava ela ficamos no papai e mamae os dois por uns 10 minutos e ela já estava anunciando que ia gozar de novo

— Por favor não para que eu to gozandooooooo

E gozou dei tempo de ela recuperar o folego sai de cima dela ela ficou um.pouco parada por uns 2 minutos depois voltou a me beijar e foi se virando de costas para mim se empinou de lacinho levantou uma perna pegou meu pau e colocou na buceta dela de novo e eu dei uma abaixada para ficar melhor na penetração eu já comia comia ela a abraçando beijando seu pescoço e ela começou a movimentar a bunda de encontro as minhas metidas e acabou gozando de novo daquele jeito mas ao contrário das outras vezes ela saiu sem perder tempo subiu em cima de mim e começou a sentar não deu nem 3 minutos e eu acabei gozando dando um gemido mas alto não deu nem tempo de avisar a ela que eu ia gozar ela abaixou o corpo e me deu um beijo

— Desculpa gata estava muito gostoso não consegui resistir

— Relaxa gato esse final de semana é nosso e daqui a pouco voce esta pronto para outra

Depois do sexo incrível, nos olhamos, demos mais um beijo demorado e resolvemos sair um pouco. Ela se pendurou no meu braço e não saiu mais de perto. Aonde íamos, parecíamos até um casal recém-casados, e todos nos tratavam como marido e esposa. Ela amou passear à beira da praia à noite, onde eu fiz de brincadeira, ajoelhei na areia e perguntei se ela queria casar comigo. Ela pareceu muito emocionada, falou que aceitava, mesmo sabendo que era brincadeira.

— Olha... eu não sei o que você fez comigo, mas eu estou me apaixonando por você de uma maneira tão rápida... e isso é assustador, Douglas.

— Que isso, gata... é só o meu charme. Fica assustada não, isso é normal. Estamos tendo uma experiência muito boa e pretendo levar essas experiências para todo o lado onde eu for.

Depois de passearmos, tomarmos um sorvete, eu ia registrando tudo, tirando fotos e falando que era para o álbum de "nós dois". Voltamos para o hotel e fizemos amor novamente, com mais calma ainda a gente não estava so transando estávamos fazendo amor

No dia seguinte, ela acordou mais cedo que eu. Quando acordei, ela já estava vestida de biquíni, pronta para sair, e me deixou louco só de ver ela.

Alertei ela que tínhamos um passeio de lancha programado, iríamos almoçar em alto mar. Descemos para tomar café da manhã, saímos para o centro de Búzios, curtimos bastante pela manhã, entre beijos e declarações, tudo em perfeita harmonia.

Deu a hora da lancha. Fomos até o píer e já estava tudo preparado, como tinham me prometido. Ela ficou doida de felicidade. Era só nós dois e o piloto. Ela pegou sol, almoçamos camarão, peixe fresco, tudo na brasa, mil maravilhas.

Dei o sinal para o Matias, que estava acompanhando tudo. Ele era o piloto se recolheu para a cabine, nos deixando à vontade. A lancha parada, no meio do mar azul. Eu a puxei para mim e comecei a beijar ela, passar a mão em seu corpo colocava meus dedos na buceta dela jogando a parte de baixo da calcinha pro lado

— Não, gato... o menino, o piloto, está aqui também! Ele pode ver! — falou ela, envergonhada mas querendo.

— Relaxa, gata. Ele já se recolheu, não está vendo nada. Agora tudo é nosso.

— E se ele nos pegar aqui, assim?

— Vai apreciar o nosso show e vai ficar para sempre na sua memória, porque ele nunca viu duas pessoas tão lindas transando em sua frente.

— Você é doido, garoto... e convencido!

Nos começamos a nos pegar com vontade não eu tempo de preeliminares ela já subiu em cima de mim e sentou a buceta dela estava quente e molhada demais desceu que nem faca quente na manteiga ela quicava com vontade e eu já me segurando para não gozar ela que parecia com vergonha a vergonha já tjnha ido embora ela sentar com forca fazendo aquele barulho de estalo eu com medo de gozar dentro levantei tirei ela de cima de mime colocou ei ela de 4 no meio da lancha com a bunda empinada e a cara no chao e comecei a comer ela de cima pra baixo ela já estava gemendo bem alto parecia querer que o Matias ouvisse eu já não estava aguentando mais eu estava preste a gozar

— Eu vou gozar preta

— goza na minha cara seu puto

Ela se levantou ficou de joelhos e dei um banho de leite na cara dela

Depois de eu gozar ela ficou com vergonha de descer e o piloto ver ela daquele jeito

Então peguei ela e mergulhei no mar ela não sabia nada mas eu ajudei ela ajnda tentou dar um pouco na agua mas eu já estava exausto precisava de tempo para me recuperar acabei reinei ela na mão

Acabou o passeio, voltamos para o

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