Domingo a noite, enquanto ela estava no banho, coloquei uma boa música, abri uma garrafa de champanhe, e fui esperá-la na cama.
Apreciando a bebida, envolvidos pela música e nus, começamos a nos provocar por meio dos toques. Sua mão passeava pelo meu corpo. Minha mão deslizava nas suas curvas. Sucederam beijos cada vez mais fogosos até eu derramar um pouco de champanhe em seu peito e saborear aquele gosto indescritível.
Estávamos sentados um de frente pro outro, com as pernas encaixadas. Ela se deitou e me ofereceu seu corpo nu. Ainda sentado, comecei a passar meus dedos pela sua bucetinha. Estava molhadinha. Os dedos brincavam de cima a baixo e penetravam com facilidade. Com a outra mão brincava com meu pau, cada vez mais duro.
Até que não resisti e deitei meu corpo sobre o dela, encaixando meu pau entre suas pernas e invadindo sua buceta molhada.
Olhos nos olhos, braços esticados para cima da cabeça, mãos entrelaçadas. Assim aumentava cada vez mais a velocidade da penetração. Fui bombando cada vez mais até explodir em gozo dentro dela.
Desta vez ela me disse que eu gozei muito cedo, que ela queria mais.