Este fato ocorreu em 2012, quando minha mulher me confidenciou bêbada que achava atraente um senhor de 50 anos que trabalhava comigo. Perguntei se ela sairia conosco e ela concordou.
Criei coragem e falei para meu amigo. Ele ficou assustado, mas ao mesmo tempo eufórico.
Na época trabalhávamos em São Paulo e morámos em Atibaia. Ela trabalhava em uma empresa de recuperação de crédito e eu, junto com meu amigo, em uma administradora de condomínio.
Fomos para um barzinho numa sexta-feira perto do Metrô e de um motel na zona norte. A mulher do meu amigo estava viajando e ele estava totalmente livre.
Bebemos muito e em determinado momento eu disse pra ele passar a mão em suas pernas por debaixo da mesa. Ela estava de minissaia e isto a deixou louca. Pagamos a conta e fomos para o motel.
Nós pegamos um quarto e ele outro, dizendo que iria viajar na manhã seguinte e que um hotel seria mais caro. Combinei que depois de quinze minutos ele deveria ir ao nosso quarto depois e que a porta estaria destrancada.
Após algum tempo ouço a porta se abrindo e quando ele se deparou com acena começou a tirar a roupa. Estávamos nus nos acariciando. Ele deitou atrás dela e começou a passar a mão sobre seu corpo. Ela imediatamente tirou uma das mãos de mim e começo a acariciar seu pau.
Posicionamo-nos na cama deitados de barriga para cima e ela iniciou uma masturbação dupla alternadas com chupadas. Ele encapou o pau com uma camisinha e a colocou de quatro Estocando seu pau em sua buceta.
Coloquei-me debaixo dela para chupar sua buceta e o saco do meu amigo batia em minha cara. Aquilo me deu uma excitação tão grande que comecei a lamber alternadamente o saco do meu amido e a xota dela.
O sacana percebendo, deixou vez e outra escapar o pau da xana dela e enviava na minha boca e eu em nenhum momento recusei aquele convite. Quando gozou dentro dela, retirou a camisinha e deu seu pau melado para eu chupar. Deixei limpinho e conforme eu chupava ele começou a crescer em minha boca. Até hoje desconfio que ele havia tomado viagra.
Minutos depois ele me perguntou se ele podia comer o cú da minha esposa. Ela me olhou atônita, pois apesar de seu pau não ser muito grande, em torno de 15 cm, era muito grosso. Concordei mesmo sobre o olhar aterrorizante dela. Gritei que ela era uma puta e que não tinha o que escolher. Quando vi, ele estava cuspindo no rabo dela e enfiando sem dó e sem camisinha. Pensei: “mas que filha da puta”.
Ela gritou, esperneou e tentou sair debaixo dele, mas nós dois a seguramos e ele consumou o ato. Sua rola entrava e saia com voracidade e pude notar um filete de sangue escorrendo de suas pernas.
Ficou bombeando em seu rabo por uns 20 minutos e pude notar que seus gritos de dor se transformaram em gemidos de prazer. Fiquei de pé e insisti ele chupasse meu pau. Mas como ele era evangélico, o máximo que fez foi bater uma punheta pra mim.
Os três começaram a gritar e chegamos a um gozo simultâneo. Deitamos os três na cama e pude notar, saindo de suas entranhas, uma mescla se sangue e sêmen. Não resisti e chupei todo aquele líquido como se fosse a ambrosia dos deuses.
Dormimos abraçados com ela sendo o recheio de um delicioso sanduiche. Na manhã seguinte, tomamos banho e fomos embora. Saímos com ele, mais uma vez, mas isso foi em nossa quinta vez. Vamos relatar a quarta antes desta. Quem tiver interesse, casais ou homens bi, nos escrevam.