Terminando o TCC (Parte 2)

Por: renata-cxi-1 13/07/2026 1237 leituras
Capa do conto
Oi para todos novamente

Espero que tenham gostado da primeira parte da „minha aventura“ (se é que posso chamar assim já que não foi nada planejado e sim praticamente tive a boca estuprada pelo meu professor).

Nesse dia quando meu namorado me deixou em casa eu fiquei muito confusa e me sentindo mau. Me senti péssima pela situação, não só pelo meu namorado mas pelo meu curso e até pelo próprio professor que até então nunca havia insinuado nada para ninguém. Fiquei até tentando achar uma explicação, se eu mesma havia causado isso e me insinuado sem perceber mas não encontrei respostas
Não sei se porque me saiu até pelo nariz, nesse dia fiquei com o gosto e sentindo o cheiro de porra por muito mais tempo que o normal, aumentando minhas lembranças e pensamentos. Nem tive ânimo de fazer nada do meu TCC e só pensava como resolveria isso no dia seguinte.

Na manhã seguinte quando cheguei na faculdade pensei em só ficar nas primeiras aulas e ir embora (já que as duas ultimas seriam com “meu estuprador”). Até hoje não sei a resposta, mas decidi ficar. Na aula ele dava umas indiretas na frente da turma, de “como deveriam seguir o exemplo da Camila e se esforçar ao máximo para se formar” ou “a Camila é a única que realmente está fazendo de tudo para se formar”. Fora as indiretas todas as vezes que olhava para ele, via um sorrisinho safado e algumas vezes ele passava a mão por cima da calça mostrando o volume.

Tive um pequeno alivio quando uma amiga da classe disse que precisava de instruções depois da aula, mas logo se transformou num pesadelo quando ele disse que não daria porque ele tinha que me instruir e logo depois tinha um compromisso, mas que ele estaria a disposição na sexta-feira já que usaria nosso horário de aula para revisão e instrução sobre os materiais.
Eu sei que muitos vão questionar porque eu não fui embora antes, porque não sai, porque não disse nada mas eu simplesmente não consegui e pela primeira vez me senti curiosa em saber o que ele tinha em mente. Enviei um SMS para meu namorado dizendo que voltaria de ônibus nesse dia e esperei até o final da aula.

Assim que fomos dispensados eu nem sequer me levantei de onde estava, nem ele. A porta estava aberta e começamos a falar sobre isso, ele na sua mesa e eu na minha.

- Por que você fez isso?
- Isso o que? Eu fiquei simplesmente parado e você que me literalmente abocanhou.
- Ah ta, agora eu sou a culpada? Você primeiro tira seu... seu negocio pra fora, me segura na cadeira, encosta na minha boca e eu que parti pra cima de você?
- Como você mesma disse eu só encostei, mas eu não enfiei nada na sua boca ou enfiei? Até onde eu sei você fez tudo por vontade própria, eu só dei um empurrãozinho. Só depois que já tava dentro continuei empurrando.
Fiquei com uma raiva tremenda porque ele ainda insinuava que eu tinha feito tudo como se ele fosse inocente.
- Vamos por isso a limpo o que acha? (ele sugeriu)

Nessa hora vi ele descer a mão e escutei o barulho dele abrir a o zíper da calça mas não podia ver por causa da mesa dele ser fechada na frente e laterais.

- Advinha o que eu tenho na mão, é algo que você já conhece muito bem, já esta até duro. Por que você não vem dar uma olhada e tiramos a limpo se você fez ou não por vontade própria.
Nessa hora me bateu um gelo mas eu realmente tive vontade. Levantei para fechar a porta mas ele disse para deixar a porta aberta. Não sei explicar mas eu estava submissa, hipnotizada e faria qualquer coisa que ele mandasse. Fui até sua mesa e ele se punhetava bem lentamente olhando pra mim. Ele disse para eu me aproximar e eu assim o fiz e ele aproveitando ficou massageando seu pau com uma mão e com a outra apertava meu bumbum.
Eu já tinha ido longe demais para voltar então fui sentar no colo dele para beijá-lo mas ele negou dizendo “não sei onde você estava com essa boca, não beijo chupeteira”. Ao invés de ficar ofendida eu me ajoelhei meio que em baixo da mesa dele e comecei a chupa-lo, não como no dia anterior, dessa vez lentamente, aproveitando cada centímetro e agora sim, tendo uma noção de como o pau dele era grande e cheio de veias, com uma cabeça enorme. Até a cor, o gosto, o cheiro, tudo me agradava.
Eu não estava desesperada para acabar logo como no dia anterior, eu queria mesmo era que não acabasse, por isso eu chupava bem lentamente, passava minhas unhas de leve nas bolas, as vezes deixava só a cabeça na boca e ficava passando a língua em volta da cabeça, outra hora eu enfiava só até a metade, e numa dessa horas que estava até a metade que ele deu um solavanco pra frente enfiando de um jeito que eu cheguei a ver estrelas pela batida que deu em meu nariz.

Antes que pudesse reclamar eu ouvi:
- O senhor não foi embora ainda professor .......??
- Não não... Estava corrigindo uns trabalhos.
- Desculpa, é que eu queria limpar a sala.
Ai que percebi que era a mulher da faxina, e fiquei pensando que ele poderia ver que não tinha só dois pés em baixo da mesa. Mas como ele já tinha me sacaneado até agora eu resolvi chupa-lo bem forte sem me importar com a situação e de como ele sairia dela. Eu só não conseguia ver o rosto dele, pois ele havia ido bem pra frente com a cadeira e estava com o abdômen encostado na mesa, mas eu tinha certeza que a expressão dele não estava normal.
- Desculpe, pode limpar eu já estava de saída mesmo.
O FDP empurrou minha cabeça, guardou o pau e levantou. Ainda foi até perto da janela olhando para fora, e quando se virou olhou para mim em baixo da mesa com um sorriso sarcástico no rosto. Eu fiquei sem entender e fazendo sinal perguntando se ela ainda estava ali. Ele disse:
- Pode limpar a vontade, eu já vou me retirar. Tenha um ótimo dia!!! (e saiu)
Eu fiquei então só ouvindo ela mexendo nas cadeiras e esperando o momento pra conseguir sair da sala sem que ela me visse, mas ela me flagrou antes que eu pudesse sair.
- De onde você saiu moça?
- Me enganei de sala, já estava saindo.

Se ela acreditou ou não eu não sei, só sei que estava vermelha de raiva, fiquei pensando o quanto eu era idiota. Fui para o ponto de ônibus quando para um carro no ponto abre o vidro e pergunta:
- Quanto cobra por uma chupada?
Parece coisa de filme, mas ele parecia mesmo estar querendo me tirar do sério e brincar com a minha cara.
- Entra ai, eu te levo pra casa.
- O que você quer de mim afinal?? Tá maluco ou só tá brincando com a minha cara?
- Relaxa Camila, eu gosto do perigo. Entra ai, só que já vou dizendo, não dou carona se não terminar o serviço e me fazer gozar.
Como eu já imaginava ainda tive que ir chupando o pau dele enquanto ia tentando me orientar e dizer o caminho. Esse era o segundo dia consecutivo que eu bebia porra de alguém que não era do meu namorado, e pior, eu não havia gozado e não recebido nada além de uma passada de mão na bunda. Eu estava me sentindo mais do que usada. Ele simplesmente me tratava como alguém que chupava seu pau a hora que ele bem entendesse.
Ainda me restava quinta e sexta-feira dessa semana...

Espero que estejam gostando, recebi muitas mensagens pedindo a continuação e isso me alegra já que minha experiencia esta contribuindo para o tesão de vocês.
P.s. Ainda não acabou. Lembrando que é uma historia real.
Beijinhos à todos vocês.

Camy

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