Tesão e prazer em dia triste 2

Por: amanda-382 • 12/07/2026 • 150353 leituras
Capa do conto
Acordei com uma sensação de leveza e aconchego.  Ao me movimentar percebi   braços  na minha cintura.  E me lembrei da noite anterior e de quem prometeu estar comigo quando eu acordasse: Carlos,  o irmao da minha vizinha,  o lindo coroa desconhecido que me fudeu gostoso na garagem do meu prédio no dia em que o vi pela primeira vez. 
Continuei quieta sentindo nas costas o calor que vinha daquele corpo maduro que me abraçava.  Suspirei e senti a umidade na minha vagina ao recordar do prazer  que tive com esse homem na noite anterior,  na segunda vez que o via,  num dia de muita tristeza pra mim. Sabia que provavelmente jamais voltaria a ve-lo,  mas com ele senti o quanto o sexo puramente casual,  tambem pode  ser pura emoção e com muito amor.  Senti um arrepio na pele.  Os bicos dos meus seios durinhos e a vagina se contraindo num movimento que me deixava ofegante quando escuto bem baixinho no ouvido: bom dia minha gostosa. E ao mesmo   tempo sinto a firmeza do seu pau roçando minha bunda. Me esfrego nele.  Ele posiciona o pau bem no meio das minhas pernas,  e vai roçando a extensão do pênis entre o cuzinho e a buceta me deixando louca de tesão. Minha buceta ensopada ansiando por ser ocupada.  Meu cuzinho pede pra ser invadido. Ele continua me dizendo baixinho,  de um jeito doce que teve uma noite especial,  de muito prazer e que quer ter uma manhã de prazer também. Não me faço  de rogada.  Fazia tempo que não me sentia amada e um bem estar tomou conta do meu corpo com os carinhos que recebi dele.  Queria repetir tudo. Digo que meu corpo é  dele.  Que faça  o que desejar.  Ainda abraçada de conchinha,  ergo uma perna sobre as dele e sinto seu pau entrando na minha buceta.  Totalmente dentro ele inicia um vai e vem lento,  mas com penetração profunda. Dura uns cinco  minutos esse vai e vem gostoso,  melado e constante . Seu pau desliza na buceta molhada e os bicos dos meus seios sao esmagados entre o polegar  e o indicador de suas maos que me acariciam.    Sem tirar seu pau de dentro ele se vira na cama me puxando pra cima dele.  Me ergo ficando sentada no seu pau,   de costas pra ele.  Continuo o movimento lento e profundo enquanto ele,  com seu polegar brinca no meu cuzinho. Mantenho o movimento lento de vai e vem.  Subo e desço.  Sento totalmente no seu pau.  Não deixo espaço.  Me sinto preenchida.  Enquanto escuto suas palavras: isso amor,  senta no meu pau,  agora sobe,  volta,  aperta meu pau,  gostosa.  Vem tesão,  vem me fazer gozar.  Suas palavras e seu dedo no meu cuzinho me enlouquecem.   Eu gemia soluçando,  meu peito parecendo explodir numa emocao que me deixava mole,  entregue  sem nenhum controle de mim mesma.    Seu pau pulsava,  minha buceta o apertava  e assim gozamos. Chorei como crianca mimada desfalecendo sobre seu corpo enquanto ele me apertou num abraço.  Depois de algum tempo relaxados nos braços um do outro nos despedimos.  Era nossa última vez.

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