Time campeão e eu levando rola do meu negão

Por: cxi-evdominda-1 12/07/2026 1237 leituras
Capa do conto
Sabendo da minha paixão pelo futebol e principalmente pelo Flamengo, tenho carta de alforria da minha esposa para ver os jogos do time com os amigos. Desde que recebi esta liberdade da patroa, são poucas as vezes que não programo uma boa trepada. Posso dizer que graças ao Mengão sou um passivo muito bem comido e saciado em seus desejos.

Com a final do 1º turno no domingo, já deixei tudo marcado com Luiz Roberto (o leitor que entrou em contato e já me fode como um cachorro no cio) para que passássemos algumas prazerosas horas juntos. Por volta das 14 horas ele passou na minha casa e me apanhou. O beijo dentro do carro já foi delicioso. Quando soube que íamos mais uma vez para o Vip's, comecei a alisá-lo e rapidamente pagava mais um boquete pela zona sul da cidade (desta feita pelas ruas de dentro e não pela orla, pois no domingo as mãos são invertidas).

Chegamos no motel em ponto de bala e Luiz não quis esperar, na garagem mesmo já sacou a camisinha, o Ky, arrancou minha bermuda e cueca e começou a preparar meu cuzinho. Umas boas chupadas, besuntou de Ky e ali mesmo começou a me penetrar com aquele mostro negro. De 4 encostado no carro levei pirocadas fortes por mais de 20 minutos até que ele avisou que ia gozar. Sacou fora a camisinha e encheu minhas costas de porra.

Tomamos um relaxante banho e fomos para a piscina. Sentado na borda, Luiz me ordenou chupá-lo e o fiz com sofreguidão. Logo aquela piroca deliciosa e cheirosa estava pronta para penetrar-me. Ao ar livre, na espreguiçadeira do mais chique motel da cidade, Luiz empurrava a piroca em meu rabo, sem piedade. Me carcando como um cachorro faz com uma cadela, ele me repetia que queria ser meu macho e eu sua fêmea. Mais uma vez ele gozou farto, dessa feita na minha cara. Para depois beijar-me loucamente e dizer que sou o passivo mais delicioso e submisso que ele já teve...

Após um conveniente descanso, acordo com ele me tocando a bunda. Num movimento rápido, ele passou por cima de mim, que estava de bruços na cama, e pegou um lençol. Esticou meu braço esquerdo e me amarrou na cama. Pegou o braço direito e fez a mesma coisa. Com o outro lençol amarrou minhas pernas e fiquei aberto na cama, ao dispor de sua piroca e seus desejos.

Luiz me chupou o cu por 30 minutos, enlouquecendo-me e deixando-me doido para ser mais uma vez possuído. Sem ter como resistir, meu homem veio por trás e numa estocada só me fez ver estrelas e sentir seu saco bater em minhas popas. Foram minutos difíceis, porém aguentei a piroca galhardamente. Levei uma surra de pica e não podia fazer anda, amarrado e ao dispor desse homem delicioso. A cabeça da rola dele encostava na minha próstata e ele seguia em movimentos fortes e ritmados. Para gozar, mais uma vez ele usou a minha cara como seu depósito de esperma.

Morri. Estava cansadíssimo e desfaleci. Em outra oportunidade fui despertado pelo furor sexual desse negro maravilhoso. Com a pica apontando para o teto, Luiz botou na minha boca e disse que queria gozar na minha garganta. Como resistir? Impossível, chupei, babei e lambi aquela rola como uma criança faz com um sorvete desejado. Engoli aquelas bolas deliciosas, linguei seu cu lisinho e deixei-o no ponto para encher-me a boca de leite. Gozando forte e falando muita putaria, Luiz encheu-me de leite.

Dessa vez não engoli, mas combinamos um exame em conjunto para que ele possa fazê-lo e também me comer sem capa.

Cheguei em casa com as pernas bambas, o cu ardendo. Mas, o Mengão tinha sido campeão. Então, tudo valeu à pena...

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Sendo do RJ, melhor ainda...

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