- Chora na minha rola, chora, quanto mais vc faz essa cara mais eu vou te fuder – e continuou com as socadas,, a rede sacudia com a intensidade das metidas, de olhos fechados ele se concentrava pra não perder o ritmo, sempre forte, ficava impressionado como um pau tão grande conseguia ficar tão duro, inflexível, as vezes casava um desconforto no final do meu cu, com o cu quente de tanto levar socada ele anunciou que iria gozar, não sei como ele ainda conseguia gozar depois de tantas vezes mas mesmo assim consegui sentir o líquido dentro de mim e a vibração do pau soltando leite, diferente dos outros dias ele não saiu correndo, pelo contrário, ficou ali deitado, dentro de mim, me acomodei no seu braço e como era bem menor do que ele ficamos ali, com ele dentro de mim o pau meia bomba adormecemos, eu estava exausto e pelo visto ele também estava, dormimos não sei quanto tempo mas com certeza foram algumas horas.
Acho que estava até sonhando quando algo estranho me acordou, assustado tentei levantar, André me abraçou com firmeza, seu pau estava duro novamente dentro de mim, sem se mover sentia o pau dele descer dentro de mim, chegando ao fim do meu cu, após verificar que o pau estava mesmo totalmente duro pulsando ele dentro de mim, ele saiu e entrou me fazendo gritar, estava seco demais, e pela porra ainda dentro de mim estava “travando” tudo, apesar de ser visível que estava doendo, ele me socava, me olhando sério, quanto mais eu reclamava mais força ele colocava em cada socada, meus gemidos ecoavam.
- De quem é esse cu ? Falou ele socando, mas eu só gemia – De quem e esse cu? – repetiu ele.
- E seu !- após falar isso ele saiu rapidamente de dentro de mim e levantou, me colocou de frango na rede e finalmente lubrificou o pau e enfiou de uma vez, socou algumas vezes mas e rede estava baixa para esse posição, não sabia que era possível, mas ele me colocou de quatro na rede, meio instável ele socou, consegui uma posição que me desse mais firmeza mesmo com o balanço da rede, ele não me segurou, usava o impulso dos braços pra ajudar na socada, o balanço da rede a cada socada ajudava no vai e vem, apesar de pouca idade ele sempre disse que dava o cu como poucos, e entre gemidos pedia pra ele socar mais, apesar do frio do sítio estávamos suados, ele sempre muito contido soltava um gemido de vez em quando apenas enquanto os meus eram constantes.
- Tá gostoso meu cu ? – perguntei entre gemidos
- Tá uma delícia –
- Então geme no meu cu vai, geme – acho que isso liberou nele um animal, começou a gemer, grave, forte a cada metida.
- Vem cá, quero te fuder com força – me fez sair da rede e fica de quatro na areia fofa e montou em mim, segurando no meu cabelo com as duas mãos como se fosse uma rédia socava com toda força e pressão, quando o dia já estava clareando ele anunciou que ia gozar, urrando e socando mais fundo e mais forte cravou o pau dando gozando dentro do meu cu, eu ainda estava muito excitado quando ele saiu de mim, coloquei o pau dele inteiro na boca, ele se contorcia pois tinha terminado de gozar mas não mandava eu sair, fiquei chupando até gozar, exausto tomei um banho, passei uma pomada e voltei a dormir, acordei com os carros com o restante da família chegando.