Tirando a Virgindade da Minha Filhinha

Por: ana-34 • 07/07/2026 • 152251 leituras
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Tirando a Virgindade da Minha Filhinha
Há 18 horas

Era uma noite quente de verão na herdade no Alentejo. A casa estava em silêncio, só o barulho dos grilos lá fora. Eu, Tufão, 53 anos, estava no quarto da minha filha do meio, a Neuza, de 16 anos recém-completados. Ela era magrinha, pele clara, cabelos longos castanhos e um corpo delicado que estava começando a se tornar de mulher.
Neuza estava deitada na cama de solteiro, só de calcinha branca e uma camiseta fina sem sutiã. Os biquinhos dos seios pequenos marcavam o tecido. Ela me olhou com os olhos grandes e nervosos quando entrei e fechei a porta devagar.

— Pai… o que você tá fazendo aqui? — sussurrou ela, voz tremendo um pouco.

Eu sentei na beira da cama, passei a mão grande e calejada pela perna dela, subindo devagar até a coxa macia.

— Hoje você completou 16, filha. Está na hora do papai te ensinar o que é ser mulher de verdade.

Neuza corou violentamente, mas não afastou minha mão. Eu vi o jeito como as pernas dela tremeram quando meus dedos chegaram na borda da calcinha.

— Mas… pai… isso é errado… — murmurou, mesmo assim abrindo um pouco as pernas.

— Errado é você ficar se tocando escondida toda noite pensando no papai e nunca deixar ele te dar o que você precisa — respondi rouco, puxando a calcinha dela para baixo devagar.

A bocetinha da minha filha apareceu: rosada, lisinha, quase sem pelo, os lábios pequenos ainda fechadinhos. Estava brilhando de umidade. Eu passei o dedo médio bem devagar pela fenda e ela soltou um gemidinho agudo.

— Tá molhadinha pra caralho, filhinha… Isso é pra mim?

Neuza mordeu o lábio e fez que sim com a cabeça, envergonhada.

Eu tirei minha roupa, deixando meu pau grosso e pesado saltar pra fora. Era bem maior que qualquer coisa que ela já tinha visto. Neuza arregalou os olhos.

— Pai… ele é enorme… vai caber?

— Vai doer um pouquinho no começo, meu amor. Mas o papai vai ser carinhoso… no começo.

Deitei sobre ela, abrindo suas pernas finas com as minhas coxas grossas. Esfreguei a cabeça grossa do pau na bocetinha virgem, espalhando a lubrificação natural dela. Neuza respirava rápido, as mãozinhas segurando meus ombros.

Eu empurrei devagar. A cabeça do pau forçou a entrada apertada. Neuza soltou um gritinho quando senti a resistência do hímen.

— Shhh… relaxa, filha. Deixa o papai entrar.

Com uma estocada firme e controlada, eu rompi a virgindade dela. Neuza arqueou as costas e gemeu alto, unhas cravando nas minhas costas. Metade do meu pau estava dentro daquela buceta quentinha, apertada pra caralho, pulsando ao meu redor.

— Ai papai… tá doendo… mas… continua…

Eu comecei a me mover devagar, entrando e saindo pouco a pouco, cada vez mais fundo. O sangue fino da virgindade misturado com a lubrificação dela escorria pela minha picha. Aos poucos os gemidos de dor viraram gemidos de prazer.

— Isso… assim… está gostoso, filhinha? O pau do papai está te abrindo direitinho?

— Está… ahh… está muito gostoso, pai… me fode mais…

Aumentei o ritmo, metendo mais fundo, as bolas batendo na bundinha dela. Neuza enrolou as pernas na minha cintura, puxando mais pra dentro. Eu segurei os seios pequenos dela e chupei os bicos enquanto socava.

— Você é minha agora, Neuza. Essa bucetinha virgem é do papai pra sempre.

Quando senti que ela estava perto, meti com força e gozei bem fundo dentro dela, enchendo a buceta nova com jatos grossos e quentes de porra. Neuza tremeu inteira, gozando pela primeira vez com um pau dentro — o pau do próprio pai.

Eu saí devagar. A bucetinha dela ficou aberta, vermelha, escorrendo minha porra misturada com um pouco de sangue.

Beijei a testa dela suada.

— Amanhã o papai vai te ensinar a chupar. E depois vai comer esse cuzinho virgem também.

Neuza sorriu fraco, olhos brilhando de tesão e entrega.

— Sim, papai…

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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