Não adiantou muito eu me fazer de difícil, pois Michele estava com um vestido curto florido e com as pernas à mostra. Exalava o perfume de sexo. Acabei levando aquela ninfa para a minha casa.
No carro ela me provocava ainda mais acariciando meu pau e por vezes tentando me beijar. Pedia para ser carinhoso com ela, pois queria sentir o prazer de ser mulher.
Pois bem, acabamos na minha casa e nem sei que horas eram, eu havia perdido o sono e mal entramos porta adentro, abracei Michele e comecei a beijá-la. A estas horas seu perfume já se misturava ao cheiro de cerveja e sexo que aquela ninfeta exalava.
Fomos para o quarto, Michele sentou-se na cama e me pediu para tirar a calça. Já não era mais aquela garota delicada de outras vezes. Disse que queria chupar meu pau e de uma vez colocou tudo em sua boca.
Michele começou a me chupar como se quisesse engolir meu pau de uma vez, acariciando o saco com as mãos, fazendo-me gemer com sua língua quente e úmida. Agarrou minha bunda e me fez mexer o quadril me fazendo-me foder sua boquinha delicada.
Deitei-me na cama e Michele veio por cima de mim. Beijou-me e desceu pelo meu corpo, mordiscando e beijando até minhas coxas. Disse-me que tinha uma fantasia e que a deixasse realizar. Acabei aceitando e ela pegou meu pau com força, o beijou e lambeu descendo pelo saco até chegar em meu cu.
Foi uma sensação estranha, diferente, mas ao mesmo tempo gostosa. Michele passou a lamber meu cu e por vezes, ainda segurando meu pau e me masturbando pressionava a entrada com o dedo indicador. Chegou a penetrar o dedo em meu cu e acariciava com cuidado. Voltou a chupar meu pau, mas insistia em penetrar meu cu com seu dedo.
Ficou brincando comigo por um tempo até que não aguentei e disse-lhe que ia gozar. Michele segurou meu pau com força e masturbando-me olhou para mim e quase implorando me pediu para gozar em sua boca. Engoliu meu pau e eu explodi em sua boca gulosa. Michele continuou a lamber meu pau e depois de algum tempo veio novamente por cima de mim para me beijar dizendo no meu ouvido que adorava sentir o gosto da porra de um macho na boca.
Michele então ficou em pé na minha frente e disse-me que tinha uma surpresa. Abaixou de uma vez o vestido. Ela usava a lingerie a qual eu lhe havia dado de presente, perguntou-me se eu havia gostado. Respondi que sim, ela estava linda. Então deitou-se sobre mim me beijando e roçando a bocetinha no meu pau que já estava duro de novo.
Michele estava ofegante e eu surpreso de vê-la naquele estado, pois eu a conheci tímida e nunca a havia visto tão safada, pedindo para eu foder sua bocetinha... dizia-me que queria sentir meu pau todo dentro dela... que eu seria seu macho e ela minha putinha... que faria o que eu quisesse...
Deitei-me sobre Michele e comecei a beijá-la na boca e depois seu pescoço. Aproximei-me de seus ouvidos e perguntei se ela queria mesmo ser deflorada. Michele dizia que sim, quase me implorando para fazer dela uma mulher completa.
Continuei a beijá-la e desci lentamente ao seu pescoço. Michele estava arrepiada e ofegante. Soltei seu sutiã exibindo seus seios cujos bicos enrijecidos apontavam para o céu. Acariciei seus mamilos e passei a beijá-los, por vezes mordiscando os bicos, arrancando gemidos da minha ninfa.
Michele dizia ofegante que aquilo era delicioso. Então desci até sua barriga e comecei a beijá-la. Minhas mãos percorriam seu corpo até suas coxas. Pude perceber pelo seu corpo trêmulo, quente e suado que Michele se excitava ainda mais.
Desci até sentir o tecido de sua calcinha e beijei sua xoxota quente. Estava molhada e exalava o perfume de uma fêmea no cio. Com calma puxei com os dentes sua calcinha e a tirei sem pressa, admirando seu corpo. Finalmente, tirei suas sandálias e comecei a brincar com seus pés, beijando um depois o outro.
Subi por suas pernas, beijando-as com carinho até chegar as suas coxas. Beijei e mordisquei cada centímetro daquelas coxas suadas e quentes até chegar em sua xoxota molhada. Michele gemia implorando para ser deflorada, mas eu pacientemente curtia cada pedacinho do seu corpo. Queria dar-lhe prazer, sentir arder o tesão em seu corpo, dar a ela uma primeira vez inesquecível.
Só então comecei a passar a língua em sua boceta depilada e molhada. Passei a língua entre os lábios de cima abaixo, beijei-a e finalmente comecei a brincar com seu clitóris. Às vezes o beijava, às vezes mordiscava, às vezes acariciava com a língua e meus lábios. Michele se contorcia e gemia na cama quase chorando com minha língua e minha boca acariciando seu clitóris inchado.
Com as pernas Michele pressionava minha cabeça e senti quando ela gozou na minha boca. Fui até sua gruta molhada e com a língua recolhi seu mel de suas entranhas. Michele já me implorava para eu foder sua boceta quente, gemia quase chorando.
Posicionei-me sobre Michele e comecei a acariciar sua xoxota molhada com meu pau, roçando a glande em seu clitóris por alguns instantes. Queria escutar seus gemidos... Só então me posicionei na entrada de sua xoxota e ao sentir a glande forçando a entrada, Michele me olhou e me pediu para ir devagar, com carinho.
Forcei aos poucos a passagem e senti seu hímen dificultar a penetração. Parei algumas vezes para Michele se acostumar com meu pau dentro dela e continuava depois a forçar a entrada em sua bocetinha.
Quando meu pau começou a entrar na xoxota apertada de Michele, ela me abraçou com força me pedindo para não parar. Só então pude penetrá-la com mais força sentindo romper a última barreira que restava.
Finalmente Michele tinha todo meu pau dentro de sua boceta apertada, estava abraçada comigo e me beijava. Comecei a movimentar o quadril e meter em sua xoxota devagar aumentando aos poucos os movimentos. Logo Michele trocava as lágrimas por um sorriso maroto, pedindo-me para meter com mais força e mais rapidamente.
Tinha deixado o rostinho angelical e fazia cara de safada pedindo-me para fodê-la com força. Assim o fiz por um longo tempo até sentir que ia gozar. Michele gemia e me pediu para gozar em sua boceta: “goza na minha boceta.... goza dentro mim”. Meu pau inchou dentro de Michele e soltei um jato de porra quente dentro dela que gozou alucinadamente, espontânea elevou sua voz e praticamente gritava de tesão.
Abracei-a e a beijei sentindo meu pau amolecer dentro de sua boceta. Quando finalmente pude ver o estrago que tinha feito. Michele se impressionou com o sangue que escorreu de sua xoxota sujando o lençol. Acalmei-a e deitei-me ao seu lado, admirando seu rosto que demonstrava toda sua felicidade.