Ela me falou que engravidou, depois de ter transado com tantos negros, perguntei o que ela fez, e ela disse que abortou, é claro. Sua família não aceitaria um bebê negro. Perguntei se estava tudo bem, se estava precisando de alguma coisa, se eu soubesse teria a ajudado com a gravidez.
- Você quer dizer bem fisicamente?
- Sim. - respondi.
- Depois daquela suruba e do aborto, fui á um cirurgião plástico.
- Por quê?
- Merda! Eu fiquei muito arrombada e existe uma cirurgia que deixa a gente virgem de novo. - ela falou animada.
- Caralho! Sério? Não sabia que isso existia.
- Existe sim. É muito bom estar apertada de novo.
- Que bom pra você. Mas por que me ligou?
- Estou precisando de grana.
- Quanto?
- 10 mil de novo.
- Tudo bem.
- O que preciso fazer?
- Coloque aquele seu vestido pink.
- Por quê quer que eu coloque aquele vestido?
- Apenas faça isso.
- Negativo, eu quero saber.
- Deixa comigo gata, você vai ganhar seus dez mil.
- Tudo bem, então. - disse ela um pouco nervosa.
Conforme o combinado, cheguei em sua casa no começo da noite. Quando Dóris saiu, podia ver o nervosismo no rosto dela. Ela estava linda de vestido pink, dava para ver, que ela não usava sutiã.
Quando o sol começou a se por, eu a levei para a parte mais pobre da cidade. Seu rosto mudou, quando ela começou a ver homens negros por toda parte.
- Eu sabia! - ela disse.
- O que? - perguntei.
- Vou ter que trepar com homens negros outra vez, não é?
- Bem, dez mil é muita grana, tem que fazer um sacrifício, gata.
Parei junto a um grupo de homens negros, e anunciei que tinha uma bucetinha branca e lisinha, dentro do carro. Logo eles se aproximaram do carro e viram Dóris, sentada, muito nervosa. Ouvimos diferentes comentários. Do tipo, " Merda!" " Caralho!" " Foda-se, filho da puta!"
Peguei na mão de Dóris e a tirei do carro. Levei ela até o quintal de uma casa com um pitbull amarrado a uma árvore, carros velhos amontoados, e cerca de oito homens negros. Eu deixei Dóris encostada em um dos carros e voltei para conversar com os negros do lado de fora.
Um homem negro mais velho, abordou Dóris, e insistiu para que ela tirasse o vestido. ela parecia desnorteada e perguntou a ele:
- Aqui em público? Não podemos entrar na casa?
- Não se preocupe, branquinha gostosa!
De longe eu vi Dóris tirar seu vestido devagar, revelando seu corpão branco para qualquer um naquele bairro que quisesse ver.
O homem a mandou inclinar-se sobre o carro, deixando aquele cuzão branco empinado e pronto para ser possuído.
O negão velho, botou para fora sua enorme pica , segurou na cintura de Dóris com uma mão, e com a outra em purrava a cabeça de sua rola tentando encontrar a entrada da bucetinha de Dóris.
- Abre as pernas! - disse ele, enquanto tentava penetrar seu gigantesco pau na bucetinha apertada, sem sucesso.
- Aiii!!! - Dóris gritou ao sentir aquele pauzão forçando os lábios de sua xana.
- Mas que porra! É muito apertada! - disse o velho.
O big cacete dele, foi rasgando a bucetinha apertada de Dóris, que ficou com os olhos arregalados e boquiaberta, quando percebeu o tamanho da encrenca que ela se meteu.
Aquele corpo branco e delicioso, estava agora sendo arregaçado pelo velho que socava sua pica com força dentro dela! Comecei então, a filmar Dóris ser fudida, olhei em volta e vi vários homens negros com suas picas nas mçaos , cheios de tesão por ela. Alguns estavam recebendo boquete de mulheres da vizinhança.
Ele socava cada vez mais forte, sentindo que estava próximo de gozar. Então, começou a apertar Dóris, com força, marcando seu corpo branco , enquanto o seu pau começou a latejar e jorrar jatos de esperma, dentro daquela buceta quente e apertada. O esperma denso transbordava de sua xana, e escorregava por suas coxas, até cair no chão.
Imediatamente, outro negro, chegou perto dela. Deitou-a sobre seu vestido, sobre o capô do carro, abriu suas pernas, e começou a penetrá-la, enquanto beijava sua boca, sob o olhar atônito de Dóris. A cabeça de seu pau, parecia bater no útero dela.
Sua pica entrava e saía de Dóris como uma máquina. De repente, ele parou de beijá-la. Ela notou outro negro se aproximando que estendeu seu pau e apontou para a boca dela. Ele mandou, que ela abrisse a boca e começou a foder sua boquinha quente, o cara que estava dentro dela, começou a gritar:
- Vou esporrar nesse bucetão! Sua puta branca!
Ele continuou empurrando a pica nela, despejando mais porra em seu ventre, enquanto o outro negro, continuava fodendo sua boca com muita força.
- Caralho! Vou gozar na sua boca! - ela ouviu.
Foi quando sua boca se encheu daquele líquido branco, e ela engoliu cada gota do esperma.
- Oh, que merda! Que coisa nojenta! - berrou atordoada.
Outro cara negro, ajudou Dóris a caminhar de volta para o carro, então ele entrou em sua xana por trás e socou seu caralho por alguns minutos. Depois, tirou o pau duro e molhado , e rapidamente, meteu no cuzão dela. Seus olhos, se arregalaram de novo, estava com os braços em cima do carro, com a boca toda molhada e com as pernas bem abertas. Ela mal podia se mover. além de estar imóvel, ela sentia algo grande e duro, violando seu enorme rabo branco. Ela caiu no capô do carro. Seu cuzão nunca esteve tão arrombado, e sua buceta ainda deixava escapar jatos de porra!
Vi um carro de polícia se aproximando. Então joguei-a para dentro do carro e partimos dali.
Depois de um tempo, Dóris descobriu que estava grávida de novo.
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O ESCRITOR.