Temos apenas uma filha que já é casada.
Tenho 50 anos e tudo que quero. Cuido bem do corpo. Faço academia. Freqüento casa de amigas, as vezes vamos em boates para mulheres. Adoro sexo. O que meu marido fica me devendo na cama.
Tudo que precisa ser feito em casa tem quem faça. Não preocupo com nada. Quando quero pular cerca, saio vou até um shoping e depois para uma motel. Bem no meio da tarde. Sei que meu corno deputado vai para a câmara as 14 horas. Não fica pelando o saco no telefone.
Minha fantasia aera transar com um matuto hiperdotado. Com um cacete bem grosso e grande.
A grama do jardim estava alta e mandaram um matuto moreno, meia idade. Vestia apenas uma bermuda jeans suja. Me chamando de madame .
Minhas empregadas foram embora, deixando o serviço pronto.
O matuto pedia água, pedia tomada para ligar a máquina, pedia saco de lixo para colocar a grama. Parecia que ele estava a fim de me ver por perto. Acabava de entregar algo logo ele me chamava.
Olhando aquele matuto, queimado do sol cheirando suor, olhando o volume na sua bermuda comecei a fantasiar sexo com ele.
Vesti uma calça colante de academia, deixando minha pomba marcada. Tenho pernas grossas, bunda saliente. Uma mini blusa deixando a barriga à mostra.
Ele terminou o a frente e passou para o fundo da casa. Fiquei bem a vontade para me exibir. Não deu outra, o matuto olhava direto. Me chamou para perguntar onde tinha um banheiro que pudesse usá-lo. Aproveitei e falei que o banheiro da lavanderia estava com problemas na descarga, mas poderia me acompanhar para usar o de dentro.
Fui na frente e Lee atrás olhando minha bunda. Indiquei a porta, ele pediu licença e entrou.
Eu mesma fechei a porta só no trinco, para poder flagar ele com o pau de fora. Quando ouvi o barulho no vaso, abri a porta e vi aquela tora na mão dele. O matuto assustou quando me viu, mas tranqüilizei falando: nossa homem você tem uma bela ferramenta. È assim que gosto. Você é casado? Respondeu que não. Perguntei como faz, vai na zona? Respondeu : nada madame, não tenho dinheiro não, bato uma bronha quando tenho vontade,
Falei: nó coitado. Deixa eu ver direito, retire a bermuda toda. Dentro do banheiro mesmo ele ficou nu, nem cueca usava. Sua pistola estava flascida caída, super gorssa, da grossura de uma garrafa de coca-cola.
Coloquei a a mão na bicha, senti o calor e o calibre. Perguntei quer provar uma buceta de mulher carente? Ele balançou a cabeça.
Abri a água do chuveiro e falei lava bem, toma um banho e depois vamos no quarto.
Fiquei olhando. A bicha cresceu e ficou enorme. Dei a toalha para enxugar e chamei para o quarto.
Deitei com as pernas abertas, peguei naquela tora e guiei na entrada de minha buceta que já estava toda molhada e aberta.
O matuto enfiou de uma vez em mim. Fechei os olhos para sentir aquele pintão como nunca tinha visto. Foi o orgasmo mais rápido e prazeroso que já tive.
O homem acelerou as estocadas e logo quis gozar. Peguei na sua tora e ajudei a ejacular na minha barriga.
Levantamos e levei para o banheiro onde nos limpamos.
Pedi que mantivesse segredo e dei uma boa gorjeta para ele. Falei para deixar o restante da grama para cortar no outro dia. Que viesse a tarde para de novo darmos uma boa trepada.
O matuto saiu feliz.