Pelas conversas de corredor, fui-me apercebendo que quase todas as minhas colegas teriam transado com o Dr. Filipe. Elas riam-se e falavam sobre o quanto ele era safado e sobre o tamanho da sua rola.
De dia para dia, me sentia mais atraída por aquele homem. Num dia no seu gabinete, o Dr. Filipe me agarrou pelas ancas, os nossos corpos se tocaram, sentindo a sua enorme rola bem dura a esfregar-se no meu ventre, enquanto nos beijávamos, lingua, com lingua, as suas mãos percorriam a minha bunda. Ele foi levantando a minha saia apertada. Voltei a sentir as suas mãos a tocar na minha bunda, mas agora por dentro das minhas calcinhas. Enquanto nos beijávamos, o meu chefe enfiou dois dedos na minha bunda. Beijávamos-nos sofregamente, quando repentinamente bateram á porta. Em segundos nos arranjámos, entrando de seguida um colega, que ficou olhando para mim de soslaio, com cara de safado. Mais tarde esse meu colega me dizia: "Também tu minha safada, cedendo ao chefe?". "Não é nada do que estas pensando", respondi-lhe eu.
O meu chefe exercia agora um enorme poder sobre mim. Eu o desejava ardentemente. No dia seguinte, vinha no carro dele, depois de uma reunião. Começámos falando de sexo. Ele dizia-me que toda a mulher gostava de cornear o seu marido, só que algumas não tinham coragem, enquanto outras experimentavam e gozavam o prazer de uma relação fora do casamento e o quanto excitante isso era, pelo risco que representava. Ele dirigia com uma mão no volante e outra na minha perna. A mão dele ia subindo devagar. Eu não tinha coragem de a tirar. Ele me tocava agora na buceta, por cima das calcinhas. Me pediu então para tirar as calcinhas. Obedeci. Ele agora, passava os dedos na minha buceta, massajando o meu grelo. A minha buceta estava completamente molhada. Ele dirigia agora o seu carro a caminho de um motel.
Era um motel de putas. Homens ordinários arrastavam mulheres de má fama para dentro dos quartos a troco de dinheiro. Senti-me observada e desejada por aqueles homens ordinários. O meu chefe, enquanto entrávamos no quarto, convidou um homem de mau aspecto a entrar. Fiquei nervosa, mas excitada. Obedecia agora a tudo o que o meu chefe me pedia. Ele dizia agora ao homem que podia fazer o que quisesse comigo. O homem admirado, avançou na minha direção. De forma rude começou a arrancar peça por peça da minha roupa, enquanto se despia também e me beijava na boca e me apalpava o corpo todo. As suas mãos percorriam e apertavam as minhas mamas, passando depois pelo meu rabo, depois me encostando contra a parede do quarto, com uma das mãos me levantou uma das pernas e enterrou na minha buceta com uma forte estocada o seu enorme pau, me começando a foder com extrema violencia. As minhas mamas abanavam a cada estocada. O meu corpo a bater em cada investida na parede onde estava encostada, fazia um barulho seco, apenas abafado pelas nossas aceleradas respirações. O meu chefe se masturbava nos observando. A minha respiração acelervava. Os músculos do meu corpo começavam a ficar hirtos. "Não para, continua socando forte", disse para o homem que não conhecia de lado nenhum. O homem me fodia numa forte cadencia, me levando a gozar como uma cadela, enquanto o meu chefe nos observava se masturbando, soltando por fim enormes jatos de porra. Pouco tempo depois o homem me encheu a buceta de porra.
Á saída do motel, encontrava-se o homem que me tinha fodido, falando com outros homens. Me olharam enquanto se riam. Um deles disse: "Grande puta". Outro exclamou: "Grande rabo, que corpo, fodia-a toda, tu é que tiveste sorte, meu cabrão".
Estranhamente o meu chefe não tinha querido me foder, tendo preferido observar-me a ser fodida por um desconhecido. Para mim tinha sido uma experiência incrivel, tinha traído o meu marido com um desconhecido. E em frente do meu chefe.
Estaria o meu chefe a querer ser o meu dono?. Estaria verdadeiramente interessado em mim?
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