Naquele noite, eu não estava de farda, as vezes eu ia pra casa de farda. Estava vestindo um conjunto social verde musgo calça e blusa de mangas compridas de malha importada muito sensual, tinha um decote provocante, como os meus seios eram pequenos e perfeitos e bicudos, não usava sutiã,
isso deixava os homens loucos, eu adorava provocá-los, era curta, a barriga aparecia de leve, pronto, deitei-se aqui na cadeira, falou o Dr. Paulo, ele aparentava uns 40 e poucos anos, pardo, malhado, loiro, olhos verdes, cara de mau, olhar de tarado(e não estou brincando). Bem, ao colocar o babador passou o cotovelo nos meus seios, colocou a bandeja de ferramentas sobre a minha barriga, e a cada pegada de ferramenta, passa a mão em algum lugar do meu corpo, eu estava adorando aquilo e então fechei os olhos como quem está dormindo, eu queria que ele me comesse, mas adorava e ainda adoro, homens que acham que estão me seduzindo, que têm pegada, que pensam que estão me obrigando a fazer o que não quero. Ele tirou a bandeja na minha barriga, inclinou a cadeira pra frente só o suficiente para ficar olhando dentro do meu amplo decote, aff, tava louca pra ele partir pra cima, queria trepar tbm, ele, diz que eu era uma gata, tinha jeito de fêmea no cio, eu pedi que ele repetisse, ele o fez, dessa vez, pegou a arma sobre a mesa e disse - não grite se não te mato, tire a roupa sua puta que eu quero agora é cuidar da sua buceta, dos seus dentes eu cuido amanhã, corei, meu rosto estava pegando fogo, fiquei com medo,tenho pavor a armas, mas cheia de tesão, pedi que ele largasse a arma que eu não gritaria e faria tudo que ele quisesse(como se eu tbm não quisesse), só queria que ele me ajudasse a despir-me,que loucura, me senti sendo estuprada, adorei a sensação, consegui provar pra ele que estava disposta a fazer as vontades dele. Fui ganhando a confiança dele e aos poucos nos despimos, quando ele viu a calcinha minúscula ficou louco, e rasgou-a, naquela noite fui pra casa sem calcinha, me lambeu toda, chupou muito minha bucetinha, mamou bastante nos meus peitos, e me comeu como um cachorro no cio, eu adorei, me xingava toda puta, cachorra, vadia, vagabunda, piranha, prostituta, sacana, safada, nunca tinha sido tão humilhada, que delícia, então meteu aquela pica gostosa na minha buceta, bombou muito, eu o lambi, chupei, beijei, mas ele era casado, e eu tbm tinha horário pra chegar na casa dos meus pais, ainda era solteira nessa época, daí ele tirou a camisinha e gozou na minha barriga com jatos fortes e quentes, meu tratamento levou 4 meses, muitas outras transas aconteceram, com o passar do tempo, descobri que a moça que chorava, foi porque ele havia obrigado-a a transar com ele e ela era noiva e fiel ao corno do noivo. Depois conto do dia que quase a mulher dele nos pega transando. Bjs. Espero que gostem e votem!