Precisei tirar os dedos do rabinho dela para rasgar o pacote da camisinha e para colocá-la na minha pica. Ela ainda fez menção de tentar ajudar mas eu a mandei ficar quieta, naquela posição, e ela não discutiu. Coloquei ela, ainda de bruços, com uma perna “caindo” da cama, se apoiando no chão e a outra deitada sobre a cama. Voltei a colocar os 3 dedos e lhe perguntei: “está com vontade de sentir essa pica no se cú, está?” e ela respondeu “estou, enfia logo, por favor!” e só para firmar a posição eu retruquei “eu enfio a hora que eu quiser e se eu quiser, está claro?” no que ela aceitou mais uma vez.
Todos os homens sabem a delícia que é sentir a cabeça da pica romper aquela primeira barreira que é o anel externo do cú. Aquela cena sempre é a mais prazerosa de uma transa anal. E eu fiquei forçando devagar a entrada naquele rabinho até que essa barreira foi vencida. Confesso que me assustei com o grito que a Regina deu naquele momento, apesar de que não foi um grito de sofrimento; foi mais um grito de prazer contido, um grito meio alongado. Mas eu lhe dei mais um tapa, forte, na bunda e parei a penetração. Lhe disse bem sério: “estamos na minha casa; outro grito desse que você dê e eu nunca mais encosto em você”. Ela pediu desculpas, submissa, e eu continuei a enfiar minha pica no seu rabinho, Aquele vai e vem que cada vez entra mais, sempre devagarinho, mas avançando de forma firme. Quando senti meus pentelhos encostando na sua bunda, perguntei o que ela estava achando e ela não hesitou em dizer: “bom demais, estou me sentindo partida ao meio, mas é uma delícia; e aquele puto do meu namorado nunca teve competência para me comer assim…”. Comecei, então, a estocar mais rapidamente. O mais difícil naquele momento era segurar o gozo pois pode-se imaginar o grau de excitação que eu estava vivendo com toda aquela cena. E, queira ou não, eu estava na minha casa e sempre haveria o perigo da minha esposa chegar sem avisar. Eu tinha que ficar pensando em outras coisas para prolongar o gozo mas, mesmo assim, eu ficava provocando ela chamando-a de putinha, vadia e outras coisas mais.
Ela foi se soltando cada vez mais e eu já tirava totalmente a pica de dentro dela para enfiar de novo logo em seguida. Foi aí que não consegui resistir por muito tempo e gozei. Nossa, gozei de uma forma absolutamente animal; minha pica doía tal a intensidade do gozo. Saí de cima dela e lhe disse que o dia tinha sido fantástico mas que eu precisava trabalhar. Quando ela se virou eu, pela primeira vez, toquei os seus seios e percebi como eles eram gostosos, mesmo. E aproveitei para enfiar 4 dedos na sua buceta, absolutamente molhada. Enfiei umas 3 ou 4 vezes e completei dizendo que no dia seguinte ela ia me mostrar se sabia chupar uma pica. Ela, querendo me agradar, disse: “pode ter certeza que eu vou chupar muito o Sr. e tentar retribuir tudo isso que eu senti nesses dias todos e hoje em especial”. Mas, bem secamente, eu respondi: “eu não disse que você vai me chupar amanhã; apenas disse que você vai me mostrar se sabe chupar uma pica ou não”. Ela não entendeu direito e eu não dei muita chance de ela fazer perguntas. Fui para o meu quarto tomar um banho e saí sem me despedir dela. E, como sempre, a TV ficou ligada. (continua)