Éramos quatro casais, com suas respectivas esposas e eu, como sou solteiro, levei minha namorada a milena, uma gostosura em seus 37 aninhos. Quando chegamos, fomos recebidos pelos caseiros, Marcelo e Lucimara, ele com uns 30 e poucos anos e ela, uma morena com 19 aninhos. Ambos apesar de serem bem “matutos” eram super simpáticos conosco, sempre prontos a nos ajudar e é claro, ficar vigiando para que nada fosse danificado na casa. A casa dos caseiros ficava nos fundos, numa área um pouco afastada da casa principal, próximo a uma pequena cachoeira nos fundos do terreno.
O clima é claro era de descontração total e a noite, o sexo rolava a solta nos quartos o que fazia com que todos, acordassem muito tarde e depois era farra, churrasco, piscina e mais farra acabando como sempre, em uma sessão interminável de fodas noturnas.
Num dos dias, eu e minha gata acabamos acordando cedo e resolvemos tomar um banho na cachoeira do sítio. O lugar era super legal, e formava uma pequena piscina natural, repleta de pequenos peixinhos. Comecei a brincar de pegar os peixes com a Milena e ela, num movimento mais forte, acabou perdendo o equilíbrio e caindo em meu colo se encaixando em meu pau que logo deu sinal de vida. Começamos a nos beijar com mais empolgação e logo, já estava chupando seus seios (o que ela adora) e forçando meu pau dentro d’água, ao encontro de sua bucetinha. Acabei afastando o seu biquíni, e começamos a transar dentro d’água, acabando por levá-la a uma pedra próxima, para concluir o serviço. Como a Milena era escandalosa mesmo, começou a gemer cada vez mais alto, apesar dos meus pedidos para se conter pois a casa dos caseiros era bem próxima mas ela, descontrolada pelo gozo, nem se importou ainda pedindo, depois de se deitar sobre a pedra, para que eu comesse seu rabinho, o que fiz com o máximo de prazer.
Na semana seguinte, subi na quinta a noite sozinho pois estava de folga no dia seguinte e a Milena viria com um casal amigo meu, pois tinha prova na faculdade. Entrei na casa e resolvi ir tomar um banho e percebi que do basculante do boxe, tinha uma visão total do quarto do caseiro, por ser a casa principal mais alta. Mas o que me chamou a atenção mesmo, foi ver pela janela da casa do caseiro, a Lucimara saindo do banho enrolada numa toalha que, quando foi ao chão, mostrou um corpo bem torneado e apetitoso. Apaguei imediatamente a luz do banheiro e fiquei desfrutando daquela gostosura que andava para lá e para cá, dentro do quarto. Como cheguei e parei o carro do outro lado da casa, pareceu que não tinham percebido a minha presença. Me lembrei que tinha um binóculo pendurado como enfeite na sala e corri para pegá-lo para uma seção de voyeur. Ajustando o foco, percebi melhor as formas daquela tesudinha, um corpo gostoso, seios médios e firmes e uma bundinha apetitosa. Meu pau subiu na hora e passei a bater uma punheta dirigida aquela gostosura que, acabou saindo do meu raio de visão e vindo totalmente a vontade, para estender a toalha na corda da varanda, onde pude perceber em toda plenitude, a gata que estava escondida até então, retornando a casa algum tempo depois, reaparecendo no quarto, já vestida com uma blusa larga cobrindo seu corpo. Tudo que é bom dura pouco, meu cineminha tinha acabado e resolvi acender a luz e tomar meu banho.
Vendo movimento de luzes na casa, o seu Marcelo chegou e me deu as boas vindas, pois não esperava que viesse alguém no meio da semana. Como estava sozinho e já noite, seu Marcelo sugeriu que jantasse com o casal, para que eu não precisasse sair novamente. Acabei aceitando, com o intuito de reparar melhor a sua mulher pois, realmente até aquele momento, não tinha reparado com “outros olhos” a esposa do caseiro. Resolvi levar umas cervejas para descontrair a conversa aliás, a única coisa que tínhamos na geladeira. O jantar foi agradável e no final, fomos para a varanda pois o calor era forte, e começamos a bebericar e jogar conversa fora mas, a todo o instante, ficava fitando a Lucimara despindo-a com a mente. Acabei sabendo que o casal estava junto a menos de dois anos, que ela tinha vindo do interior de Minas para trabalhar numa casa de família e tinha conhecido o Marcelo num forro e resolveram morar juntos pois cuidava do sítio sozinho até então. Percebi em pouco tempo, que o seu Marcelo começou a ficar meio alto e começou a contar vários casos de família e coisas da região e, quando nos demos conta, já era alta hora da madrugada. Notei que a Lucimara pouco falava e parecia não estar gostando nada da bebedeira do marido mas, em nenhum momento, abriu a boca para falar algo.
Voltei para casa para dormir e resolvi dar uma última olhadinha no casal em sua residência. A janela do quarto estava aberta mais não tinha luminosidade alguma e, quando já me preparava para sair da janela do banheiro, vi a luz acender e o casal entrar no quarto e me pareceu que a Lucimara estava brigando com o marido. Vi quando o Marcelo tentou beijar a esposa e esta tentava se soltar do marido que a agarrou e virando-a de costa, começou a passar a mão em seus seios e a bolinar seu corpo. Ele a colocou rudemente de encontro a parede, levantou seu vestido, arriou sua calcinha e começou a penetrar ela de maneira rude e em pouco tempo, percebi que ele gozou largando a esposa e deitando-se na cama. A Lucimara levantou o vestido e depois de algum tempo, ela foi para a varanda e parecia estar chorando, apesar da luminosidade não favorecer a visão.
Acabei me sentindo culpado pela ação do marido pois pensava que ele talvez tivesse percebido meus olhares gulosas para sua esposa e por isso estivesse brigando com ela. No dia seguinte, acordei tarde e resolvi sair para comprar alguns suprimentos e, quando retornei, a Lucimara abriu a porteira do sítio falando que o marido tinha ido a cidade trazer algumas rações para os animais. Ela me ajudou a carregar e colocar as coisas na geladeira e perguntou pelo resto do grupo e se precisava que arrumasse alguma coisa no meu quarto. Percebi que longe do marido, ela se soltava bem mais e a sua beleza despontava com maior vigor. Acabamos papeando na sala e ela me perguntou sobre minha namorada e falei que ela viria mais tarde e, se dirigiu ao meu quarto para uma arrumação rápida. Aproveitei para ir para a piscina aproveitar o sol, pois o tempo estava fechando e uma chuva iria cair. Quando retornei ao quarto para tomar banho, percebi que a gaveta do criado mudo estava meio aberta, exatamente onde tinha colocado algumas camisinhas e umas revistas de sacanagem para apimentar a noite com a minha namorada além de alguns DVDs eróticos. Percebi que a Lucimara tinha folheado as revistas pois tinha colocado as mesmas em cima das camisinhas e quando cheguei, coloquei primeiro as revistas e sobre elas as camisinhas. Pensei logo: a danada estava de olho na sacanagem! Será que ela já fez ou faz alguma! E a mente começou a imaginar um jeito, apesar do risco, de me aproximar dela, pois seu marido parecia boa gente mas, com um par de chifres, homem algum fica igual.
Como esperado, a chuva começou a cair forte e recebi ligação da minha namorada dizendo que o casal que a iria trazer, resolveu pela forte chuva, só ir no dia seguinte de dia e com melhores condições da estrada. Acabei ficando puto da vida pois já estava esperando meter a rola na minha gata nesta noite e ficaria de pau na mão até amanhã mas fazer o que, realmente a chuva era muito forte e a estrada poderia estar perigosa mesmo ainda mais que a estrada que dá no sítio, é um caminho de barro com várias subidas e descidas. Quando já estava pensando no sanduíche de mortadela que teria que fazer para não ficar com fome, eis que a Lucimara surge na porta, toda molhada, com a camiseta grudada no corpo, mostrando os bicos dos seios intumescidos pelo frio, mostrando estar sem sutiã, dizendo que tinha chovido muito na estrada e que o Marcelo tinha ligado e que iria esperar a chuva passar para depois vir mas, tinha pedido para ela ver se estava precisando de algo para a chegada do grupo. Acabei falando que meu pessoal também não viria e falei: - Acabamos ficando os dois presos aqui! Ela falou que muitas vezes, quando a chuva é muito forte, a estrada fica intransitável até parar de chover e que, muitas vezes, já tinha ficado ali sozinha e morrendo de medo. Falei para não se preocupar, se quiser poderia ficar ali na casa, até seu marido voltar. A visão dela toda ensopada era alucinante, pois ela tinha uma beleza simples porém marcante e olhava para ela imaginando aquele corpinho lindo. Ela agradeceu o convite mas falou que iria ficar somente um pouco mais e iria para a sua casa no que perguntei:
- Já sei seu marido é muito ciumento?
Ela ficou pensativa e acabou falando:
- Na realidade seu velasco ele é um pouco grosso e pode acabar brigando comigo.
- Em primeiro lugar – falei a ela – deixe este negócio de seu Marcos, sou muito novo para tanta formalidade – e percebi um leve sorriso em sua face – Ele briga muito com você?
Percebi que sua fisionomia mudou e seus olhos começaram a marejar e timidamente falou:
- Ele até que é um bom homem mas quando bebe, muda completamente pois fica rude comigo.
- Rude como? Ele já te bateu?
- Não, nunca, é outra coisa...mas deixa pra lá seu....quer dizer, velasco.
- então ontem eu dei uma baita duma mancada ao levar bebida pra ele.
- Você não tinha como saber!
Percebi que a conversa estava descambando para fatos íntimos do casal e aproveitei a deixa e perguntei:
- Mas você gosta dele né?
Ela ficou algum tempo pensativa, abaixou a cabeça e falou:
- Quando se é pobre e vem do interior, acabamos tendo que ter alguém ao nosso lado para poder sobreviver, pois a vida lá onde eu morava era muito dura. Meus pais tem outros filhos e o pouco que ganham mal dá para eles viverem. Vim para o RJ para poder trabalhar em casa de família, fazendo o papel de babá, aí conheci o Marcelo e ele me fez mal e acabamos ficando juntos pois pensei que estava grávida e não poderia voltar assim para a casa de meus pais, pois eles morreriam de desgosto.
Como as coisas já estavam escancaradas, resolvi contar a ela que tinha visto o que aconteceu ontem depois que saí de sua casa ao que ela falou ruborizada:
- ai, que vergonha seu velasco!
- Vergonha por que? Eu é que fiquei preocupado com você pois me senti culpado achando que seu marido tinha ficado com ciúme de mim!
- Ciúme por que? – falou surpresa
- Por eu estar deslumbrado com sua beleza e não tirar os olhos de você.
- Eu bela – falou sem graça – não brinque comigo pois não acredito que uma pessoa estudada, da cidade grande, com uma namorada tão linda, possa achar uma caipira bela.
- Desculpe-me, mas ontem te vi quando você saiu do banho e seu corpo me deixou completamente louco. Não tive culpa, a janela estava aberta e sua visão, me deixou totalmente hipnotizado.
Ela percebeu que a conversa estava tomando um rumo que ela não conseguiria controlar e falou que era melhor ir embora no que segurei sua mão que estava trêmula e falei:
- Por favor, não sai assim, não quero que você tenha uma impressão errada de minha pessoa – e trouxe ela mais para perto de mim – você não sabe o tesão que estou sentindo por você.
Joguei todas as fichas neste momento. Sabia que se desse errado, tinha que sair dali correndo, pois se ela contasse para o marido eu seria um homem morto.
- Para velasco, nós vamos acabar fazendo uma besteira. – e tentou se desvencilhar de mim e sair – mas puxei ela de encontro ao meu corpo e falei:
- Impossível meu amor, estou cheio de tesão por você – e tasquei-lhe um longo beijo – que senti ser correspondido. Ao final do beijo, ela somente falou:
- Isto não podia estar acontecendo....somos dois loucos – e colou a sua boca na minha.
Senti os bicos dos seios intumescidos, mostrando que ela estava cheia de tesão também. Levei a mão até eles e comecei a afagá-los sobre o tecido da camisa, arrancando um suspiro de entrega. Comecei a beijar seu pescoço e senti o arrepio correr em seu corpo, mostrando que ela também estava adorando as carícias mas, quando tentei levantar sua camisa para abocanhar os peitos, ela segurou a camisa e falou:
- Para velasco, eu vou ficar sem graça.
- Como assim sem graça – falei sem entender
- Não sei fazer como sua namorada faz!
A ficha caiu rápido, a danada tinha ficado espiando a gente quando estávamos fazendo amor na cachoeira.
- Quer dizer que a senhora ficou olhando a gente transando? – falei sorrindo
- E como não olhar, vocês ficaram fazendo um barulhão, nunca pensei que uma transa poderia ser assim. O Marcelo sempre é que faz alguma coisa e nunca se preocupou se eu gozei ou não aliás, nunca pensei que uma transa pudesse demorar tanto pois o Marcelo goza muito rápido e, sempre achei que era assim mesmo. Vim do interior muito nova e minha mãe nunca falou nada de sexo para mim.
- ele nunca te fez gozar?
- Nunca, é claro que já gozei, quando acaba ele vira pro lado e dorme e as vezes, estou com tanto tesão, que acabo tocando uma “siririca” na ducha do banheiro, pois senão não consigo dormir, mas com um pau...nunca.
- Então hoje você vai subir pelas paredes – disse já levando ela para meu quarto – como a chuva não cedia, cheguei a perguntar a ela:
- Será que seu marido não volta?
- Hum, com esta chuva – falou a danadinha – ele deve estar enchendo a cara de cachaça em algum boteco. É sempre assim, quando fica mais tempo que o normal é que está enchendo a cara ou pegando alguma piranha.
Ela chegou no quarto e foi logo em direção a cama e se despindo. Pedi a ela para parar e disse que eu é que iria tirar suas roupas e comecei a beijá-la e lentamente, uma a uma, comecei a tirar suas peças de roupa. Primeiro tirei sua camisa e cai de boca em seus peitos, chupei com gula e força, brincando com cada biquinho deixando ela doida depois, parti para suas costas, enchendo-a de beijos. A cada toque ela falava:
- Ai, velasco, que gostoso, nunca tinha sentido isto antes.
Agarrei seu shorts e comecei a tirá-lo lentamente, aparecendo uma bunda lisa e gostosa, encoberta com a calcinha que fiz questão de tirá-la nos dentes. Ela gemia loucamente e falava que estava no paraíso e que isto era demais. Quando a última parte de seu shorts passou pelos seus pés, a virei gentilmente e caí de beijos e chupões em sua barriguinha em direção a uma xoxota gostosa e peluda. Caí de boca e comecei a sentir a fêmea que estava em meu poder. Exalava um cheiro forte de tesão reprimido e, quando abocanhei seu grelinho, ela começou a rebolar como uma cobra e falei:
- Quero que você goze...goze muito...e vai começar gozando na minha boca.
Parecia que tinha ligado ela em 220V, pois começou a se mexer com tanto vigor que tinha que fazer força para manter seu grelinho em minha boca. Ela começou a falar que iria gozar e falei pra ela:
- Goza sua gostosa, derrama seu suquinho em minha boca, quero sentir o seu prazer.
E alguns instantes após, ela começou a contorcer o corpo como se tivesse sendo cortada ao meio e comecei a sentir o gosto de seu gozo em minha boca com ela dizendo:
- Estou gozzzzannnnnnnndo! Ai, Ui, como é gostosa sua boca, como é gostoso!!!!!
Pensei até que ela fosse ter um troço, pois vinha um gozo atrás do outro, pois dava para perceber que ela era multi orgasmática e, só após gozar muito, é que ela começou a relaxar ofegante:
- O que você fez comigo, nunca tinha sentido uma gozada tão intensa. Parece que meu corpo está formigando....estou nas nuvens....
Tentei voltar a lamber seu grelinho mais ela pediu para parar pois tava dando choque. Me levantei, tirei a calça e em pé, pedi para ela tirar a cueca, liberar meu pau e cair de boca no instrumento, pois também estava em estado de petição.
Quando ela tirou meu pau, agarrou firmemente e ficou fitando ele algum tempo e depois falou:
- Nossa, é tão diferente do meu marido. O tamanho é quase o mesmo mais a grossura é maior e você tem mais veias salientes e sua cabeça também é mais vermelha....
Falei de imediato para ela:
- Gostosa, não preciso de aula de anatomia, quero que você dê uma chupada nele.
Ela ficou ainda a olhar meu mastro e começou a beijá-lo de maneira tímida e de olhos fechados. Falei para ela abrir os olhos e abocanhar minha verga, que queria sentir a sua boca sugando meu pau. Ela começou a chupar timidamente, e percebia que ela mais lambia que chupava, num movimento mais forte, enfiei meu pau em sua boca e percebi que ela ficou surpresa mais, começou a lamber com mais vontade só me pedindo, para não gozar em sua boca, pois tinha medo. Concordei, mas falei que de uma próxima vez, ela teria que sentir todo o meu leitinho em sua boca ao que ela falou:
- E quem disse que vai ter uma próxima vez!
- Depois de hoje, duvido que você não vás querer sentir minha pica de novo.
Ela chupou por um tempo e depois falei que queria fazer um 69, posição que tive que ensinar pois ela não conhecia. Quando levantei e fui colocar uma camisinha para comê-la, me pediu para ver como coloca, pois nunca tinha transado com camisinha, pois tomava pílula. Encapei o bichão e comecei a pincelar sua buceta, de cima a baixo, passando minha cabeça em seu grelinho. Ela ficou doida e começou a implorar para eu empurrar para dentro e, como também estava prestes a gozar, coloquei a cabeça na porta daquela xoxota gostosa e comecei a penetrar. Ela começou a gemer, sentindo meu mastro adentrando a sua bucetinha que se abria gostosamente para receber meu pau que em pouco tempo, estava todinho dentro dela. Comecei um vai e vem cadenciado cada vez mais bombando forte e a cada estocada ela falava que estava adorando. A coloquei de quatro na borda da cama e enfiei com tudo e, após um tempo, ela começou a gritar:
- Ah! Que delícia, seu pau está me catucando fundo, vou gozar já...já...
E começou a chorar de gozo, enquanto com raiva, enfiava forte e rápido minha pica até que não agüentei e avisei que iria gozar liberando rios de porra contidos em nossa batalha do amor.
Caímos literalmente exaustos na cama, onde deixei minha pica amolecer dentro dela. Ela me beijava e falava que tinha sido demais e nunca imaginou que trepar fosse tão bom assim e agora, sabia bem, que seu marido não era de nada.
- Agora sei por que sua namorada gritava tanto. Sua pica é demais.
Fiquei acariciando seus seios e sentindo seu corpo grudado ao meu. Pedi a ela para segurar minha pica o que fez de bom grado e, após algum tempo para recuperar as forças, já estava novamente de prontidão. Empurrei sua cabeça em direção a minha pica e ela deu uma bela duma lavada em meu mastro, chupando agora com gula, lambendo toda a extensão de minha pica. Não resisti, peguei uma camisinha e a ensinei a colocar em meu pau, coloquei ela de ladinho levantando sua perna o que me deixou com o caminho livre para sua bocetinha gostosa. Ela gemia e gritava enquanto enfiava minha vara nela enquanto apertava e acariciava seus seios e mordia sua orelha. Num movimento que meu pau tinha escorregado para fora de sua xoxota, levei minha pica em direção ao seu cuzinho brincando bem na entradinha, forçando levemente a cabeça de encontro ao seu anelzinho.
- Põem não! Dói muito – falou Lucimara
- Seu marido já comeu o seu rabo – perguntei abertamente
- Sempre que ele chega bêbado ele quer comer meu rabinho e sempre tive muita dor na penetração, pois ele penetra com força. Ele diz que é assim mesmo, que atrás sempre dói mesmo.
- Não é bem assim não. Dói um pouco mas também é lugar que dá muito prazer.
- É uma das coisas que me chamou atenção quando fiquei espionando você transando com sua namorada. Você comeu o cú dela e ela tava adorando, juro que não entendi nada, fiquei pasma de ver, como ela tava feliz levando sua pica no rabo e como agüentava sem sentir dor.
- Sabendo fazer o tesão vai ser enorme – falei puxando o seu rosto na minha direção – Quer experimentar?
- Não sei não. Não consigo nem com a pica do Marcelo que é menor imagine com uma pica grossa destas aí que não vai entrar mesmo.
- Deixa eu tentar – falei já acariciando sua bunda – pode deixar que vou pegar leve.
Ela ficou um tempo pensando e permitiu com a cabeça. A coloquei de quatro e coloquei uma boa quantidade de lubrificante para preparar o terreno. Abri bem a sua bunda e fiquei brincando com meu pau em seu buraquinho. Quando senti que ela tava no ponto, comecei a forçar a cabeça que lentamente entrava em seu cuzinho arrancando caretas de seu semblante. Quando empurrava o pau, ela me pedia para ir com mais calma e deixava seu cuzinho se acostumar com a pressão. Quando se deu conta, já havia enterrado toda a minha pica em seu cuzinho e, passado algum tempo, comecei a bombar em seu rabo. Se doeu não sei, mas que resistiu bravamente isto ela resistiu. Quando senti que estava prestes a gozar, tirei o pau, arranquei a camisinha, a virei e derramei meus jatos de porra em seus peitos para delírio dela, que pelo que percebi, nunca tinha levado leitinho no corpo.
Durante o mês que passei lá, dei inúmeras desculpas para subir com mais freqüência de preferência, sem a minha namorada. Sempre que tínhamos chance, era só o corno sair, que corríamos para fazer amor e até hoje nos falamos quando podemos, pois infelizmente, fica difícil ela poder sair do sítio sozinha e, fico na espera das férias do próximo ano, para renovar esta transa deliciosa.