Eu tinha saído da boate gay que tem aqui na cidade, uma das duas, a mais pobrinha, lá pelas duas, não estava tão bêbado, só de fogo. Tinham dois táxis disponíveis: um coroa esquisito que tava dormindo, e um maduro, lá pelos trinta e oito, parado do lado de fora do carro, encostado nele. Fui nele, é claro.
Parei em frente a ele, era moreno claro, cabelo curto, barba por fazer, olhos pretos, boca média, lábios carnudos, jeito bem másculo, braços peludos, mas não muito, e perfumado.
- Boa noite. - Eu disse meio zonzo.
- Boa noite. - A voz grossa dele me deixou todo arrepiado.
- Tem como me levar em casa?
- É pra já, bora.
Ele foi seguindo depois que eu passei o endereço, e começou a conversar.
- Hoje bombou, hein.
- É sim, tava lotado lá. Não aguentei, muita gente, preferi ir pra casa. Mas deu pra aproveitar bastante.
- Ah é? Pegou bastante gente?
- Peguei... Uns oito, eu acho.
- Oito? Caralho, tava na vontade, hein hehehehehehe
- Um pouco hahahaha agora é chegar em casa e aliviar o tesão na mão mesmo.
- Por que, cara? Por que não arranjou ninguém pra levar pra casa?
- Ah, não sei... Não tinha ninguém que me interessasse lá a esse ponto.
- Entendi.
Aí eu resolvi arriscar:
- Tinha muito novinho lá, to procurando caras mais velhos... - Falei mais lento e dei uma olhada de lado pra ele. Vi que ele me olhou também.
- To ligado... Sempre preferiu mais velhos?
- Sim, eles são melhores de cama. - E coloquei a mão na coxa dele, assim, na maior cara de pau. Ele não tirou, nem protestou. Andou um pouco mais e saiu do caminho, entrando numa rua deserta. Ele tirou o cinto, abriu a camisa e eu sentei no colo dele. Ele enfiou a mão dentro da minha cueca e apertou a minha bunda. Aos poucos eu fui ficando pelado. Ele alisava o meu cu e eu beijava muito ele.
- Me leva pra casa, eu moro sozinho.
- Tá, mas vai ter que ser rápido.
- Desde que você me coma, tudo bem.
Sentei no banco do carona e ele colocou o pauzão moreno e cabeçudo dele pra fora. Fui mamando até chegar em casa. Fiquei mamando mais um pouco e depois saímos do carro, eu já fui pelado mesmo, ele parou em frente a minha casa e não tinha ninguém na rua pra ver.
Subimos e na sala mesmo já fui colocado de joelhos no sofá e comecei a receber uma linguada deliciosa no cu! Rebolei,pisquei o cu e gemi muito pra ele. Depois me colocou de joelhos no chão, sentou no sofá e me colocou pra mamar mais um pouco, o que eu fiz com o maior prazer, engolindo o sacão de pelos aparados dele. Deitou em cima de mim no sofá e nos beijamos e esfregamos mais, ele sempre dedando o meu cuzinho, que piscava muito, louco pra levar piroca.
Automaticamente abri as pernas e ele já pegou uma camisinha no bolso da calça, vestiu o pau e foi encaixando. Mordi os lábios pra tentar abafar o gemido, enquanto ele ia entrando devagar, olhando nos meus olhos. Devia ter uns 20/21 cm grosso. O corpo dele era delicioso, não era sarado, mas era definido, e todo suado, nosso suor se misturando, tudo uma delícia.
Por fim ele ficou todo dentro de mim, esperou um pouco e começou a bombar devagar. Ele foi acelerando, acelerando, até que começou a socar com vontade, e eu gemendo, todo aberto, com aquela tora entrando e saindo do meu cuzinho. Ele gemia baixo, firme, enquanto socava. Me virou de lado sem sair e continuou socando, e agora batia uma punheta no meu pau, enquanto beliscava meu mamilo.
Não aguentei e comecei a gozar muito, gozei horrores, e ele ia socando forte e gostoso no meu rabo. Terminei de gozar e ele não parou de meter, e eu não parei de gemer, porque estava tudo muito gostoso. Logo ele tira o pau do meu cu, joga a camisinha longe, senta nas minhas pernas e me dá um banho gostoso de porra. Nos beijamos, sarramos mais um pouco, depois ele tomou um banho rápido, vestiu a roupa e saiu, mas antes me deixou o cartão dele. Nem precisei pagar a corrida. Deixei tudo como estava e me joguei na cama, todo melado. Dormi bem relaxado.