__Quer mesmo ir em frente?
__Sim, quero...quero ser sua mulher mesmo não podendo dizer a todos eu quero -disse ela já sentindo que a cabeça da pica procurava se encaixar na entrada da vagina, sobre o hímen. Levantou mais as pernas e com a mão segurou firme na rola.
__Eu te amo Petúnia!
__Eu te amo Paulo!...Aaaaaaaiii... - gritou, quando a glande rompeu a barreira e penetrou na vagina inexplorada, até então. Petúnia sentiu a vara deslizando por entre seus dedos para dentro da caverno do prazer, se abraçou ao irmão e elevou as pernas, pousando os pés sobre cada um da suas nádegas. Lágrimas rolaram pelo seu rosto e Paulo as tomou com a ponta da língua, sentindo salgadinho que elas tinham. Ficou quieto dentro do seu esconderijo íntimo, enquanto cobri de beijos a irmã.
__Você é minha, minha mulher...Ooooooohh...que bocetinha apertada você tem...
__Seu pau é que é grosso mas esta muito gostoso...estou sentindo ele latejando na minha boceta...agora nada mais nos impede de transar livremente...
__Livremente não, apenas transar quando tivermos chance, sem mais nada de cabaço para atrapalhar, agora não será apenas sarro mas, foda mesmo...
__Sim, sim, muitas fodas deliciosa e porque você esta parado, comece a me foder, me faça sentir mais do que estou neste momento, com essa rola dentro de mim...Oooooohh...isso meu amor, comece a me foder bem gostoso...Uuuuuuiii...como éd bom ter uma pica dessa na boceta...me fode meu amor, me fode...
__Sua boceta aperta meu pau tão gostoso...que delicia...esses seus seios...
__Chupa eles, morde os bicos, me deixa maluca me faz goza na sua rola, faz....
Paulo se esmerou em estocadas cadenciadas, que a pica esfolando a vagina recém inaugurada, provocava em sua irmã um atrito que a aquecia e ela ao chegar ao seu primeiro gozo de mulher, achava que estava urinando de tão forte que fora. molhando o corpo de ambos mais o lençol de cama.Era o momento mágico, da exploração do ponto de maior excitação da sexualidade feminina, que poucas tem a capacidade de ter. Sentir todo aquele líquido expelido pela xoxota de Petúnia, deixou seu irmão enlouquecido a ponto de esquecer onde estavam, fazendo um barulho que chamaria a atenção de uma outra pessoa...Doroteia, a mãe, que escutara o grito do rapaz e viera bater a porta e ver o que estava acontecendo. Despertou Larissa também que vendo a cama da irmã vazia, logo associou uma coisa e outra, sentindo que tudo tinha se consumado realmente. Abriu a porta e saiu do quarto, vendo a mãe na do quarto do irmão. Precisava agir com precisão ou o bicho ia pegar para seus irmãos.
__O que foi mãe?Ouvi um barulho vindo do lado de fora...porque esta batendo na porta do quarto de Paulo?
__Pensei que ouvi um grito vindo do quarto dele e ...
__Não, não, foi lá de fora eu ouvi também e sei até o que pode ter sido, algum casal transando encostado no muro de casa e...ele, deve ter chegado ao clímax.
__Será que foi isso mesmo? Essa mocidade anda com os hormônios bem alterados. Petúnia não acordou também...?
__Não, esta dormindo a sono solto.
__Bem, vamos voltar a dormir também. Boa noite filha? -disse ela bocejando se afastando rumo ao quarto onde entrou fechando a porta. Larissa respirou aliviada mas decepcionada, por não ter evitado a consumação do ato. Então o primeiro grito que ouvira, fora o de sua irmã...
---Bem esta tudo consumado, nada mais posso fazer...ou posso? - pensou tendo um leve sorriso nos lábios ao voltar para seu quarto fechando a porta.
Paulo ainda mantinha o pau dentro da vagina da irmã, com meia dureza mas, ambos agora sabiam que a irmã mais velha os salvara e que portanto diante da conversa esfarrapada, sabia o que tinha e estava acontecendo entre eles. Entreolharam-se.
__ Parece que Larissa, já sabia de tudo o que estávamos sentindo e por isso não dava espaço para ficarmos sós e agora, como vamos encara-la ?- murmurou Petúnia.
__Se ela sabe, nada temos mais a temer...quer voltar para o quarto ou continuar?
Petúnia, elevando novamente as pernas o beijou ardentemente e depois sussurrou em seu ouvido:
__ Continuar...agora bem mais gostoso e se me fizer gozar fartamente outra vez...pode por no meu cu depois...
__ Ahn, esta falando sério, vai me deixar foder sua bundinha linda?
__Só se você quiser...quer ou não?
__Vou te foder o cu, bem delicioso...arrebentarei todas suas preguinhas do cu...
__Ai, já me deu um tremendo tesão ao ouvir isso...então me faz gozar de novo...
Incansável, Paulo desfrutou da boceta da irmã, como bem quis, até que conseguiu faze-la gozar novamente, não como da primeira vez, mas com um leve esguicho. Petúnia mantinha a quina da mão, entre os dentes, para conter o gemido. Foi ela quem se postou de quatro, separando as nádegas para que seu irmão fodesse seu cu. Paulo olhava, para o que a pouca luminosidade permitia distinguir elevou a boca até o rego , passando a lambe-lo e dar beijos no cu que se contraía. Passado o momento preparatório, ele que não esperava por uma ação como aquela, não tinha lubrificante por ali, mas não seria por causa da falta deste que não comeria o cu de sua irmã, improvisaria, natural com saliva e a gala que saia da boceta dela. Com os dedos molhados da mistura, ele passou massageando o ânus dela e depois, começou a inserir os dedos no mesmo, até sentir que estava laceado. Cuspiu na cabeça da rola e a seguir se posicionou atrás daquela beleza de bunda, onde o cu piscava. Colocou a glande sobre o orifício e segurando nos quadris de Petúnia, começou a forçar a penetração. A moça, começou a gemer enquanto sentia que a cabeça ia entrando, alargando seu cu, estava doendo, mas ela desejava que ele fodesse seu cu, acreditava que assim que a cabeça passasse trudo seria maravilhoso. Suportou a dor, fez careta, se agarrou a cabeceira da cama, encostou a cabeça na mesma e trincando os dentes, aspirou uma grande quantidade de ar e o reteve dentro dos pulmões, sentindo a glande pular para dentro do cu arrastando o resto da pica. Soltou o ar, sentindo que seu cu se contraia em torno da rola.
__Entrou querida, esta todinho dentro do seu cuzinho mimoso. - disse Paulo alisando sua bunda e se preparando para começar a foder a irmã.
__Então me fode bem gostoso esse cu...fode meu amor, fode...
Quando ia começar a estocar, ouviram pancadas na porta e a seguir uma voz:
__Abram sou eu, Larissa...
Se entreolharam e dando de ombros, Paulo se retirou do cu da irmã, colocou um roupão e foi entreabrir a porta, deparando com a outra irmã, que empurrou a porta entrou e fechou a chave e acendeu a luz. Estava de camisola bem fina, deixando-se ver o sombreado do caminho á boceta e os bicos de cor amarronzada dos mesmos. Estava deslumbrante, como nunca Paulo vira, Olhou-a indo em direção da cama, podendo observar que tinha uma bunda que era uma maravilha, farta e arredondada. Larissa sentou-se na cama deixando as deliciosas coxas á mostra, descobriu a irmã que estivera enfiada debaixo do lençol molhado de gozo e sem o minimo pudor, tocou nos seios dela com a mão.
__Não parem o que estavam fazendo, já que o fizeram, nada mais tenho que rejeitar...quero participar...algo contra?
Paulo, que estava extasiado com a presença dela, olhou para Larissa e depois deu a sua opinião:
__Se é o que você quer...por mim esta tudo certo e você amor?-Viu sua amada irmã e amante concordar. Melhor enturmar que rejeitar, afinal ela fora muito discreta e os salvara da mãe
__Nossa, ouvir você a chamar de amor, me arrepiou...amor entre dois irmãos...o incesto puro...que agora terá mais um elemento envolvido...dá conta do recado, irmão?
__Por onde você quer começar?- disse ele se livrando do roupão já de pica dura, que Larissa admirou pela dureza e até engoliu em seco.
__O que estavam fazendo?- Perguntou a visita.
__Bem ele... estava comendo minha bunda. - falou Petúnia
__Nossa...e você aguenta essa rola toda?
__Estava dentro quando você chegou - completou Paulo.
__Verdade? Só acredito vendo. Vamos, vamos por essa rola dentro do cu dela, quero ver isso...
__ Vai amor, fica de quatro...
Diante dos olhos de Larissa, Paulo enfiou o pau no cu de Petúnia, que foi abraçada pela irmã, e passou a fode-la, vendo as coxas da outra tão belas a sua disposição para acariciar. Larissa vendo o interesse do irmão em seu corpo, tirou a camisola exibindo um corpo fantástico, bem diferente do da jovem Petúnia, pois era mais fornido em seios, fartos pentelhos e quando separou as pernas, uma boceta rosada, que deixou o irmão babando. Sentou-se junto aos corpos, indo separar as nádegas da jovem, ficando a observar o pau ir e vir no orifício anal e para dar ciência de que estava antenada no que desejava, estirou a língua e ficou com a mesma passando ao redor do cu, lambendo também o pau e em dado momento o retirou da bunda da irmã e o chupou com vontade toda a pica até o saco, depois salivou bem a glande e devolveu ao cu receptivo. A boca de Larissa, tivera o poder de deixar, a vara mais dura e olhando para seu irmão ela ofereceu seus seios fartos que levou até boca do rapaz, o deixando chupar o mamilo grosso. Para Paulo, ele pensava que tudo não passava de um sonho do qual não queria acorda nunca mais, seu pau escapava do cu da irmã mais jovem e era abocanhado pela mais velha que adorava chupar uma rola quando osa rapazes com quem saia as oferecia, Fazia uma chupeta, que se tornava inesquecível, para quem dispunha dela. Larissa deitou ao lado da irmã e separou as pernas, para que Paulo utilizasse de seus dedos para excita-la, Mergulhou dois dedos na cona da irmã e com o polegar acariciava o clitóris. Larissa apertava os seios, puxava os mamilos, mostrando que ele estava acerto seus pontos de excitação. Vendo como a irmã estava, talvez carente, Petúnia deu um jeito de se livrar da rola de Paulo, e caindo de lado, indicou a seu irmão que fosse foder a outra. Paulo, apenas teve o trabalho de se inclinar sobre o corpo de Larissa e cair de boca na sua boceta, já bem molhada, passando a chupar com forte sucção toda a área do prazer, mergulhando a língua dentro da vagina, sugando tudo com sofreguidão e levantando as pernas dela, passou a lamber o rego e seu cu, um dos alvos que ele acertaria, quando a mandou ficar de quatro e sem dó nem piedade, a penetrou na bunda. Paulo parecia enlouquecido ao foder o cu de Larissa e agora era Petúnia que assistia a cena em êxtase, sabendo o que a irmã sentia, por ter passado a poucos instantes atrás, quando foras sodomizada. Estava formado um trio, entre os irmãos que se deleitaram dali para a frente com o prazer dentro de casa. Acabaram-se o desgaste que vinha corroendo os ânimos, na verdade dos três, para trazer a tranquilidade entre eles!