Quem já pescou sabe que, apesar do silêncio que se faz para não espantar os peixes, passa-se muito tempo sozinho e vai se criando intimidade, conversando sobre as experiências. Eu era pescador de primeira viagem, então observava muito meu sogro. Ele era um homem rude, que sustentou a família como motorista de caminhão até comprar uma pequena frota e criar uma empresa. Não tinha estudos, mas era um homem de vasta vivência. Falava do seu tempo de correr as estradas, das viagens que fazia e das histórias que se contam sobre a vida de caminhoneiro.
Um dia, só estávamos nós dois no barco e aproveitei para perguntar sobre foda na estrada. E ele me disse acontecia de tudo e que ele aproveitou muito quando era solteiro. E confessou que uma vez tinha fodido com outro cara. E que foi uma das melhores fodas da vida dele. A história foi me deixando interessado e o papo foi me excitando. Ele foi percebendo o volume crescendo em minha sunga. Eu tentava disfarçar, mas pouco podia fazer a não ser tentar esconder o pau com minha camisa que tava no piso do bote. O safado não diminuiu a carga e começou a pegar no pau. E aí percebei o volume por debaixo de sua bermuda. Ele tirou a caceta pra fora e exalou um cheiro de saco suado que encheu minhas narinas. Ele começou a socar uma ali mesmo. E perguntou se eu queria dar uma mamada. Falei que era perigoso. Ele disse não e conduziu minha boca no seu pau. Hummmmmmmm. Que delícia sentir o sebo dele em minha língua. Mamei até ele gozar num esguicho em minha cara. Acabei batendo punheta ali mesmo. Mudamos de assunto e a pescaria daquele dia tava encerrada. Voltando para o acampamento, enquanto a comida ficava pronta, fomos tomar banho no rio e lá tomei coragem para falar que aquilo já tinha me acontecido quando moleque e que pensava já tá crescidinho para brincadeiras desse tipo. Ele falou que nunca se pode deixar de brincar e que não se podia é deixar de frequentar em casa com a patroa. Falando isso, começou a me tocar debaixo d’ água e tivemos que ir procurar um lugar mais afastado detrás de uma pedra para ele aí sim me chupar e me fazer gozar em sua boca. Guardei a cueca que ele usava naquele dia e a deixo no escritório em um cofre. Foi a primeira de uma série!
Quem quiser se comunicar comigo? Tem taras por cueca?
me escreva