Tudo, tudo.

Por: beatriz-342 • 10/07/2026 • 373416 leituras
Capa do conto
Depois de eu ter lhe contado da gravidez, brinquei com o meu próprio desejo e alonguei ao máximo a sua evidente excitação. Sua barba roçou-me com força, perolada pelo orgasmo que me subjugou ante seus olhos esbugalhados de tesão, sugando cada gota do meu êxtase, raspando sua barba em minhas dobras até minha buceta secar. Então ele me prendeu com força pelos quadris para que eu não pudesse escapar de sua boca mandona, sua língua perversa, seus lábios sugadores. Ergueu-me virando-me de costas para si e seu pau gordo de desejo penetrou-me dividindo-me em duas fodendo-me com loucura de insana pressa até ejacular em golfadas espessas e quentes. Éramos como um só corpo. Seu pau pingando na minha bunda cheia de sêmen, meus quadris rebolando loucamente na pica que me fodia por trás entre gemidos e suspiros. A buceta aberta, meu cu esgarçado, o cheiro do sexo, suas palavras obscenas sussurradas em minha boca dentro da dele, suas mordidas amansando o desejo eu toda entregue aos seus caprichos até o furacão amainar num abraço que nos centrou no frenesi da revelação. O redemoinho desse homem anula a pouca vontade que tenho de resistir-lhe quando chego a ele. Apropriou-se de mim, da minha buceta, e nós transamos pelo resto da noite encharcada de luxúria.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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