Uber Molestou a Mim e à Minha Filha

Por: felipe-248 • 24/07/2026 • 1514 leituras
Capa do conto

Um motorista de Uber aproveitou que eu estava cansada e com sono para tirar casquinha de mim e de minha filha pequena.

Prefácio: Esta história foi redigida por mim, com base num relato feito por uma de minhas confidentes. Diferentemente de meus outros textos, neste não há fantasia. Para evitar identificação dos envolvidos, nomes foram omitidos e alguns detalhes, alterados. Se a mulher que me fez este relato estiver lendo, vamos conversar novamente.

Uber Molestou a Mim e à Minha Filha

Sou uma mulher separada de 33 anos com uma filha pequena. Eu e o pai dela moramos em casas separadas, mas ele é muito presente na vida de nossa filha. Sou uma mulher independente, segura de mim mesma, adoro sexo e não tenho medo de experimentar coisas novas, já experimentei até BDSM. Leio contos eróticos de vários temas, mas tenho predileção pelos que tratam de iniciação sexual e incesto. Eu sou tranquila com relação a isso, tenho a mente bem aberta e não levo religião tão a sério a ponto de me impedir de curtir o prazer. Meu ex é careta, extremamente zeloso e rígido com a educação de nossa filha, um homem de valores religiosos muito bem definidos.

Minha filha tem pele morena clara, magra mas com umas carninhas boas de apertar. É muito espontânea, conversa com todo mundo, quando quer sentar no colo ela não pede antes, é uma criança completamente inocente e bem bobinha. Adora suas bonecas, gosta de usar vestidos, inventa histórias, enfim um amor de menina. Ainda não tem modos de mocinha, senta de pernas abertas e isso me dá um trabalho... Quando sai do banho é uma luta para se vestir, pois adora ficar nua. Eu gosto muito de ver o corpo nu da minha filha, mas não sinto vontade de tocá-la intimamente. O que me excita é imaginar outra pessoa fazendo isso enquanto eu assisto. Como meu ex jamais aceitaria algo assim, eu penso em algum outro homem acariciando minha lindinha. Já imaginei um tio nesse papel, meu namorado atual e até um amigo do trabalho. Imagino esse homem ensinando minha filha a beijar na boca, ele passando as mãos pelas perninhas e coxas, acariciando a barriga, baixando a calcinha e degustando a pepeca, fazendo minha menina gemer dengosa como uma gatinha. Nossa, como isso me excita. Amo minha filha mais do que tudo e realmente acho que ela merece sentir o mesmo prazer que eu.

No ano passado levei minha pequena à festa de aniversário de sua prima mais nova. As duas têm idades próximas e se entendem muito bem. Minha filha usava um lindo vestido rosa bebê e eu estava de minissaia. Durante a festa, deixei minha filha brincando e sentei-me longe de todos para ler uns contos no celular. É difícil encontrar boas histórias de meus temas favoritos, sobretudo porque sou uma mulher culta e dou valor a textos bem escritos. Detesto histórias em que há sexo forçado ou crianças são dopadas para abusar delas. As histórias que me excitam de verdade são aquelas em que tudo acontece naturalmente, em que o adulto usa de carinho e psicologia para conseguir o que quer. Para mim, boas histórias de aliciamento são aquelas em que a curiosidade infantil é manipulada por meio de joguinhos e brincadeiras, a fim de induzir a criança a satisfazer o desejo do adulto. De quebra, aumentando o interesse da criança por brincadeiras de cunho sexual, afinal todo mundo sente prazer nos genitais, mesmo as crianças.

Na hora do parabéns minha filha ficou ao lado da aniversariante, que de uma só vez apagou suas cinco velinhas. Comemos bolo, doces e salgadinhos, bebemos refrigerante e lá foi minha pequena brincar de novo. Fazia tempo que ela não se divertia tanto e eu a deixei gastar energia. Continuei lendo contos e ficando muito excitada até a festa acabar e os convidados começarem a ir embora. Como já passava das 22 horas, não era seguro voltar de ônibus, então pedi um Uber. Fiquei esperando em frente ao prédio com minha filha no colo, enfim apagada. O Palio chegou, abri a porta traseira e sentei-me atrás do banco do carona, com minha filha no colo de costas para mim, com uma perna de cada lado. Como eu também estava cansada, fechei os olhos e tentei relaxar durante a curta viagem, de não mais do que 20 minutos. Minha mente viajava, me lembrando das cenas que li nos contos eróticos. Eu ainda estava muito excitada, meus hormônios estavam à toda e eu sentia meu corpo quente.

Alguns minutos depois, senti algo roçando de leve na minha perna e de repente percebi que era a mão do motorista alisando meu joelho esquerdo. Tomei um susto, senti um calafrio pelo inusitado da situação. Pensei no que devia fazer e minha libido decidiu que eu devia permanecer quieta. Aquela mão passeava pelo meu joelho, subia pela coxa mas não ia muito longe. De vez em quando o contato cessava, mas não era porque ele precisava trocar de marcha. Sei dirigir e notei que não era o caso, por isso discretamente abri um pouco os olhos, na tentativa de ver o que ele fazia. Foi quando soube que a mãe dele não acariciava apenas minha perna, mas a da minha filha também. O safado estava molestando a nós duas! Ver aquela mão abusar da minha filha me encheu de tesão. O cara passava a mão suavemente pelas coxas dela e quase atingia a virilha, depois voltava para minha perna. Aquilo estava tão gostoso que instintivamente, decidi facilitar as coisas. Como se quisesse ficar mais à vontade, escorreguei meu quadril até os joelhos encostarem no banco da frente. Com isso aquela mão safada pôde avançar mais. Eu estava adorando ser molestada pelo motorista e mais ainda porque ele fazia o mesmo com minha filha, que nada sentia por estar dormindo.

Com minha aproximação, aquela mão pôde chegar mais perto da minha virilha. O cara não apertava, só fazia carícias suaves em nós duas. Fiquei prestando atenção ao que ele faria com minha filha e ele aproveitou a maior proximidade para tocar na vagina dela. Eu queria muito ver, mas o vestido dela não deixava. Bem devagar, levantei o vestido da minha filha, expondo sua calcinha. O cara escorregou a mão pelo lado da calcinha dela e mexeu na bocetinha da minha princesa. Era incrível, aquilo era muito louco, eu sentia que poderia gozar só de ver e ajudar na casquinha que o motorista tirava de minha menina. Ele ficou se concentrando nela pelo resto da viagem, pelo menos uns 10 minutos. Quando o destino estava próximo, eu me ajeitei na cadeira, abri os olhos completamente e arrumei o vestido da minha filha. O cara tirou a mão quando percebeu que a festinha acabara. Ao chegarmos no destino, fiz o pagamento conversando normalmente, como se nada tivesse acontecido. Saltei do carro, agradeci ao motorista e disse que deixaria uma boa avaliação no aplicativo, o que de fato fiz.

Depois dessa experiência, botei na cabeça que preciso encontrar um homem que realmente goste de crianças do meu jeito para dar muito prazer a minha filha, coisa que o pai não faz. Estou louca para ver ela sentada no colo de um homem, sabendo que ele está de pau muito duro e sente desejo por ela. Vou deixar ele acariciar o corpo dela todinho, tocar onde quiser, dar beijinhos nas orelhas, no pescoço, na boca. Vou adorar vê-lo ensinar minha pequena a beijar de língua, provar todas as suas zonas erógenas. Fico doida quando penso nela nua, deitada de costas, bem arreganhada e com um homem chupando a bocetinha dela, dedando o cuzinho e minha filha gemendo de prazer, pedindo para ele continuar. Minha xota mela quando penso na minha menina colocando sua boquinha num pau bem grande e duro, aprendendo como dar prazer a um homem. Tenho orgasmos intensos imaginando minha filha punhetando um homem enquanto paga um boquete, até ele gozar e encher a sua boca de leitinho. E eu ali bem perto, assistindo a tudo, me masturbando sem parar. Meu papel vai ser de incentivar os dois amantes, minha filha pequena e um homem adulto, de preferência bem experiente, com mais de 45 anos. Meu prazer maior vai ser assistir à primeira penetração no cuzinho. Que tesão do caralho, minha filha de quatro como uma cadelinha e o macho metendo na bundinha dela, minha filha gemendo, choramingando que aquilo dói e o homem metendo, só parando quando gozasse. Depois ele metendo na xotinha e rasgando o hímen, fazendo minha menina chorar de dor. Eu como mãe estarei lá para consolar minha princesa e cuidar dela, para que a dor passe logo e na próxima vez ela sinta mais prazer do que dor. Na minha opinião, é o papel que toda mãe deveria ter.

Nota do autor: este texto é um relato onde alguns detalhes foram alterados. Se não é o tipo de literatura que te agrada, procure outra coisa para ler. Especificamente para MULHERES: se você gostou do meu estilo e simpatiza com minhas histórias e ideias, entre em contato. Adoro conversar com mulheres de mente aberta. Pode ser que a gente acabe se conhecendo e descobrindo que temos muito mais em comum. Sou solteiro entre 40 e 50 anos morador no Sudeste e adoraria me relacionar com uma mulher tão safada quanto eu. Me escreva no e Telegram @papaisafado

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