“- Olha seu corno, eu quero você me olhando! Você vai assistir a tudo, não perca nada, quero que você veja e se delicie com meu gozo intenso, isso... mete gostoso, mete forte na minha buceta Gustavo!” Ele me masturbava, deixando-me maluca de tesão, Roberto cadenciava a punheta para não gozar logo. Ele queria assistir a tudo, não aguentando mais eu me virei e tirei a toalha de Gustavo. Novamente vi aquele enorme cacete moreno, gostoso, grosso, recheado de veias. Joguei-me aos seus pés e disse ao meu marido:
“- Vou chupar essa rola linda e deliciosa até a última gota de porra!” Em seguida, olhei para Gustavo e segurei seu cacete, passei a língua na cabeça da rola, fazendo ele gemer de tesão, então posicionei o cacete na entrada da minha boca e fiz aquele macho gostoso gemer de tesão. A rola foi deslizando em meus lábios, passei a fazer movimentos frenéticos com a boca, procurando intercalar uma boca mole para o pinto entrar bastante, uma boca mais firme tocando a pele do pau com meus lábios, fazia aquele cacete entrar e sair da minha boca, eu adoro chupar rola, chupo desde menina, mas agora era diferente, estava mamando uma rola enorme e dura, na frente do meu marido. Que gostoso ver Roberto batendo punheta daquele jeito, ele não tirava os olhos da minha boca e falava baixinho: “- Chupa, amor da minha vida..., mama gostoso minha princesa, chupa querida..., isso, assim, engole gostoso, que delííííííciaaaaaaaaa!”. Ele quase perdia o controle e gozava, mas parava e deixava o pinto balançar sozinho... Sentir o gosto de outro macho, poder ver Gustavo se retorcendo na parede, sentir o gosto do cacete e ver meu marido ali, com o pinto duro, balançando, excitado, era um prazer indescritível. Levei minhas mãos até ao peito de Gustavo, ele entendendo minha intenção, segurou meus braços e mexia o dorso, desta maneira fodia minha boca, sedenta por aquele delicioso cacete que era todo meu. De canto de olho eu contemplava Roberto assistindo a tudo. Ele adorava ver um cacete na minha boca, Gustavo mexia cada vez mais gostoso, o caralho ia até a minha garganta e voltava, eu abria a boca para satisfazer muito aquele homem, que delícia!... Roberto enlouquecido pedia para Gustavo gozar na minha boca: “- Goza na boquinha dela, enche ela de porra, quero a ver minha putinha bebendo tudo, chupa sua puta, vadia, sem vergonha, mama, sua cadela, isso, me mata de prazer safada!...” Eu tirei minhas mãos das mãos de Gustavo e segurei aquele pau duro, fazendo com os lábios a fricção necessária para receber um gozo alucinante. O pau de Gustavo endureceu de tal forma que ele não aguentaria por muito tempo. Segurei o cacete junto ao corpo e levei minha língua até suas bolas. Ouço um gemido delicioso de macho no cio, gostoso demais lamber aquelas bolas. Roberto ficava maluco: “- Cadela safada, arrepia puta, gostosa lambe as bolas dele vadia!” Eu me refestelava..., cada palavra do meu marido, me fazia ainda mais puta, vadia, uma cadela no cio. Eu não sei o que se passava comigo, mas tinha vontade de humilhá-lo, aquilo me proporcionava prazer, eu tinha necessidade de humilhá-lo. Segurei o pinto de Gustavo e disse: “- Ele só goza na minha boca se você me beijar em seguida!” Roberto titubeou e então mandei outra: “- Corno, só te dou o prazer do gozo se você dividir a porra comigo!”. Aquelas palavras fizeram Gustavo inchar o pau! Roberto parou de se masturbar, me fazendo sentir mais prazer ainda. Era bárbaro ver meu marido com a rola balançando! Voltei a chupar com desejo o cacete de Gustavo, suas veias inflaram de tal forma que seu orgasmo se aproximava, senti o gosto da porra quente, Gustavo direcionou o pau em minha boca e se masturbou forte, abri a boca para colher toda a porra, Roberto se masturbava alucinado, então, Gustavo soltou o primeiro jato de porra... Estava quente e viscosa, super cremosa, branquinha, o segundo, o terceiro... E logo minha boca colhia toda sua porra, Gustavo gozava em espasmos, se retorcia todo, Roberto olhava dentro da minha boca e via o leite de outro macho. Meu corno estava satisfeito, e eu tinha uma certeza: meu marido iria ver aquela cena para o resto da vida, ele gostava de verdade, Gustavo passava o pau nos meus lábios para deixar suas últimas gotas daquela gala maravilhosa. Então eu fechei a boca, engoli aquela porra quentinha, em seguida me levantei e fui até meu marido, abracei-o e lasquei um beijo de língua para ele sentir o gosto do leite de outro macho na minha boca. Ele me beijou apaixonado, sua língua passeava em minha boca, me fazendo ficar alucinada. Eu me ajoelhei e ele se masturbou, gozando também em minha boquinha, Gustavo sorrindo nos assistia. Roberto gozou gostoso em minha boca, caímos os três desfalecidos no sofá da sala, ficamos cochilando por um tempo e depois fomos beber alguma coisa, em seguida fomos para o quarto, numa cama de casal deliciosa, eu estava bem à vontade, toda nua e com vontade de foder a noite inteira. Gustavo disse que parecia estar no paraíso, e eu, louca para dar de novo, me sentei em seu colo, passando minhas pernas sobre seu corpo, enlaçando ele, nos beijamos e então eu disse que tinha a extrema necessidade de um cacete, que queria ele bem gostoso dentro de mim, me preenchendo todinha. Arrebitei bem a minha bunda e Roberto veio chupar minha buceta. Delirei de tesão e beijava Gustavo, joguei meu corpo por cima do dele e caímos na cama. Roberto sentou-se aos pés da cama, eu fiquei por cima e peguei no cacete de Gustavo, de costas para o seu rosto e de frente para meu marido, direcionei o pau dele para a entrada da minha buceta. Roberto arregalou os olhos e exclamou: “- Está sem camisinha!!!” Deixei o peso do meu corpo cair e o cacete entrou majestoso dentro da minha buceta, imediatamente passei a cavalgar: “- Olha bem meu corno, é sem camisinha mesmo, Gustavo agora vai comer a minha xana sem camisinha e o meu corno vai chupar ela bem gostoso depois. Assiste aí, corno manso, assiste esse cacetão gostoso me foder!” Eu falava aquilo e me sentia no paraíso, gostoso demais, dar para outro macho na frente do meu marido e ainda ver ele se masturbar de tesão. Só quem já fez isso sabe do que estou falando. O cacete de Gustavo entrava fundo na minha buceta, sentia ele me rasgando toda, era muito tesão, eu achava o máximo aquilo tudo. Era gostoso demais. Ele apalpava minha bunda e dedilhava meu cu, me chamando de vagabunda. Aquilo me deixava maluca, rebolei naquele cacete bem gostoso e chamei Roberto para acariciar meu clitóris: “- Isso meu corno manso, mexe gostoso na minha bucetinha, olha esse pau delicioso me rasgando toda meu corno, olhaaaaaa, quero gozar na rola dele de novo para você assistir tudinho.” Enquanto Roberto me acariciava o clitóris, sua rola balançava, eu amava aquilo, era gostoso demais vê-lo se submetendo daquele jeito. Sempre mandão e autoritário, agora era escravo do meu prazer, ver seu cacete balançando, enquanto outro macho me fodia gostoso, era demais! Gozei feito uma cadela no cio, rebolando no caralho de Gustavo, em seguida, ele se levantou, me colocou de quatro, segurei firme na cabeceira da cama, sabia que ia ser comida com força. Entreabri as pernas e Gustavo atolou seu cacetão inteiro na minha buceta, segurando minhas ancas e enfiando o pau até ao talo! Minhas forças foram embora, deixei o peso do meu corpo tomar conta e sem nenhum pudor apertei o cacete de Gustavo dentro das minhas entranhas, eu estava sentindo um orgasmo múltiplo: “- Bate punheta corno, enquanto eu levo rola na minha buceta, corno manso do caralho, assiste aí seu veado safado e sem vergonha...” Perdi a compostura de vez! Todo o tipo de sacanagem eu falava para humilhar meu marido, gozava feito uma puta da zona, aquilo era gostoso demais. Gustavo sabia foder uma mulher, ele metia com gosto, cada palavra minha era uma estocada vigorosa, eu tremia de tesão, Roberto gozou nas minhas costas e, não aguentando o tesão, me lavou de porra, eu então gritei: “- Gustavo, meu tesudo, goza dentro, me enche de porra, vai meu macho tesudo, me enche com toda sua porra, delícia!” Mas já era tarde demais para aquilo não acontecer, Gustavo levou o caralho até o talo dentro de mim e firmemente gozou alucinadamente. Ele gozava arfando e falando todo tipo de sacanagem, deixou o caralho enfiado até ao talo, ele parecia querer gozar dentro do meu útero, aquilo era gostoso demais! Ele fez aquilo de propósito, embarcando no meu tesão, e para não deixar nenhuma sombra de dúvida, enfiou o cacete ao máximo que pode, para gozar gritando: “- Toma vagabunda, toma porra lá dentro da buceta, sua gostosa..., olha seu corno, vem ver a bucetinha dela, toda gozada!...” Eu mexia a bunda e sentia o caralho lá no fundo, Gustavo já havia perdido as forças e, claro, eu estava ensopada de porra, olhei para Roberto e disse: “- Agora..., será sempre assim. Gustavo só vai gozar dentro, sempre, e você vai bater punheta meu corno safado!” Gustavo foi tirando o pau de dentro de mim, arrebitei a bunda e deixei a porra escorrer, minha buceta estava toda arregaçada e pingando porra, o pau de Gustavo estava todo gozado, carinhosamente me virei e coloquei o cacete dele na minha boca, deixando ele reluzente e limpinho novamente.
Colhi todo seu sêmen, ele estava acabado! Olhei no relógio e era quase três da manhã.
Trocamos de roupa e então fiquei sabendo que ali era o apartamento de um executivo para quem Gustavo prestava alguns serviços, que ali servia de matadouro dele para festinhas como a nossa...Eu fechei minha buceta, segurando o leite de Gustavo comigo, voltamos para casa, e quando chegamos, claro, as crianças estavam com minha mãe, fomos direto para nossa cama, eu disse no ouvido do meu marido: “- Me faça gozar com essa língua gostosa meu corno!” Ele se alojou no meio das minhas pernas e abriu minha buceta. Claro que ela estava toda gozada, né! Roberto levou a língua e eu não acreditei naquilo, arqueei o corpo, para ver meu marido chupar minha xana toda gozada por outro macho... Relaxei o corpo para que toda a porra escorresse, Roberto lambeu todo o leite de Gustavo e eu, claro, gozei esfregando minha buceta na sua boca! Era delicioso vê-lo assim tão submisso, muito corno, adorei tudo aquilo! Em seguida, Roberto colocou o cacete na entrada da minha buceta e me comeu gostoso. Recebi a rola do meu marido dentro de mim, como nunca havia feito. Ele me beijou e o gosto de porra em sua boca só fez me deixar mais alucinada ainda... E foi assim que terminamos a nossa noite, com mais uma aventura, Gustavo já me fodeu de todas as formas possíveis e imagináveis, mas não cansamos de transar. É uma delícia essa nossa aventura, logo voltaremos e contarei a noite da curra à minha bunda. Mas essa foi especial, e inesquecível!